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Como cuidar da voz

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Fonoaudióloga dá algumas dicas de como cuidar melhor da voz

Tendo sido comemorado no dia 16 de abril o dia Mundial da Voz, vemos a importância desta data devido a esse bem tão valioso, pois em algum momento cerca de 3 a 9% da população mundial terá algum problema de disfunção vocal.
Uma doença que afeta diretamente a voz é o câncer de laringe. “O fumo e o álcool são dois agravantes que potencializam e prejudicam a voz principalmente de pessoas que tem uma saúde mais frágil”, alerta Maria Auzinete S. Monteiro, fonoaudióloga.
Problemas estomacais como o refluxo também podem afetar a voz, pois o ácido que volta do estômago faz com que as pregas vocais fiquem inchadas.
Segundo a fonoaudióloga, pessoas que trabalham em lugares com ar-condicionado, devem conservar a garganta sempre bem hidratada. “Estando exposto ao ar-condicionado, deve-se tomar vários goles de água, evitando que a garganta resseque”, indicou.
Cuidados com a voz:
• Beba 2 litros de água por dia.
• Evite o grito, pois este hábito machuca as pregas vocais.
• Evite falar alto demais, e sempre quando possível use o microfone, ou crie outros recursos para ampliar a voz.
• Crianças podem ter problemas de voz.
• Atenção família! O exemplo como usar bem a voz começa em casa.
• Evite bebidas alcoólicas em excesso.
• O fumo é MUITO prejudicial para a sua voz e o Ministério da Saúde adverte: Não existem níveis seguros para o consumo do cigarro.
• Cuide das alergias respiratórias com a ajuda de um médico.
• Falar devagar e com boa dicção melhora a compreensão da mensagem e diminui o esforço vocal.
• O estresse prejudica a voz. Procure equilíbrio entre trabalho e lazer.
• Cuidado com a automedicação. Alguns remédios podem afetar negativamente a sua voz.
• Evite alimentação muito condimentada e frituras em excesso.
• Professores, atores, telefonistas, atendentes, vendedores, advogados, cantores e tantos outros que usam a voz em sua profissão são considerados PROFISSIONAIS DA VOZ. Pelo uso constante da voz estes profissionais tem mais chances de apresentarem problemas de voz. (fonte:Conselho Regional de Fonoaudiologia).

 

Fonte: Hospital Adventista do Pênfigo

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Comentarios

Este artigo teve "8 Comentários"

  • Jéssica

    1 de agosto de 2009

    Muito interessante !

  • Marina Pitanga

    17 de agosto de 2009

    olá esse comentário e muito bom será que voçês poderiam mandar um dvd para mim falando sobre saúde? por favor preciso demais porque trabalho fazendo evangelismo junto com meu esposo e queremos algo atualizado meu end é sobral-ce são josé do torto 84 agradeço muito que DEUS abençoe voçês.

  • Dulcimary Gomes

    24 de agosto de 2009

    Que legal! gostei muito de ver esse documento,pois sou academica de fonoaudiologia e é bom que todos comecem a dar valor a algo que é tão precioso como qualquer orgão de nosso corpo.A VOZ.
    vcs que fazem o ESPERANCA.COM estão de parabéns!!!!
    BEIJINHOOOOOOOOOOOOOOOOOOOOOOOS.

  • jefferson johnny

    9 de setembro de 2009

    deus abencoe voces e seu maravilhoso trabalho

  • Ana Paula

    16 de setembro de 2009

    É muito bom sim ter todos esses cuidados com nossa voz. Eu estou sempre cuidando bem da minha, pois eu gosto muito de cantar e conversar, e todas essas dicas são importantes pra quem realmente quer evitar problemas na sua voz!!!

  • Eliane Martins

    3 de novembro de 2009

    Bem, este é um assunto que me afeta diretamente. Sou formada professora, e após 3 anos exercendo a profissão comecei a perder a voz, primeiro diagnóstico foi calo nas pregas e fenda, fiz fonoterapia e o calo sumiu a fenda ñ e nem a rouquidão. Fiz exames mais específicos e o diagnóstico foi desalentador, DISFONIA ESPASMÓDICA, doença neuropsicológica, que ñ tem cura. Começou aí a minha via dolorosa… se eu for explicar aqui como é essa doença, como ela afeta a vida profissional, a vida social, a vida particular e como tenho me sentido durante esses 16 anos que convivo com isso, 10 páginas seria pouco para contar tudo, portanto se alguém tiver curiosidade de saber mais sobre essa doença, na internet tem tudo explicadinho…
    Vivo alimentando a esperança de que um dia a medicina encontre uma solução definitiva pra essa doença. Hj existi apenas um paliativo ou seja, a aplicação de TOXINA BOTULÍNICA diretamente nas pregas vocais, que trás um alívio momentâneo, durando apenas 90 dias, e o custo é muito alto, em média 2 mil reais a cada aplicação.
    A cirurgia ainda ñ é segura, está em pesquisa. Faço aqui um apelo, se alguma pessoa, se algum médico, tiver novidades sobre esse assunto, por favor, entre em contato comigo, pois a angústia que tenho vivido ñ tem sido pouca, e pra completar, existe o preconceito… a última aplicação de BOTOX que eu fiz já faz um ano, pois como já disse, é muito caro, ñ tenho tido condições de fazer.
    -
    Meu e-mail é: eliane__renilde [arroba] hotmail.com (clique o underline 2x).
    -
    Por favor, orem por mim e por todas as pessoas que tem esse problema… estarei aguardando boas notícias à respeito. Desde já agradeço.

  • Rafael

    1 de dezembro de 2009

    Por que não simplesmente evitar o consumo de bebidas alcoólicas, em vez de evitar o excesso, como diz no texto???

    O fato de não se evitar apenas o excesso deixa implicito que ela traz algum benefício a saúde?
    Fico na dúvida…

  • Márcio

    12 de janeiro de 2010

    Olá Eliane, também tenho a terrível Disfonia Espasmódica e fique à vontade para entrar em contato comigo msuperti@ig.com.br, ou outros que queiram trocar informações. Tenho há Nove anos, iniciou quando eu tinha 33 anos, no dia 21 de janeiro completo 42, sendo que durante seis anos fui diagnosticado como portador de problemas psquiátricos> Depois de muita pesquisa, consegui em 2007, no Google, descobrir a origem de meu problema, com a comprovação posterior por um Neurologista e Otorrino. Quanto a condições de trabalho, sou absolutamente pessimista, num país como o nosso, somente a aposentadoria poderia nos garantir algum direito, todo meu esforço de dez anos me leva a concluir que quanto mais tempo no mercado de trabalho, mais prejuízo, nenhum reconhecimento e muito, muito, preconceito. É como se fosse uma doença invisível com todos os sintomas sendo fruto da imaginação fantástica de quem a tem, e não é tão ruim assim. Na verdade, depois de alguns anos, se não houver a atenção necessária, começa a bater a estranha sensação de pedir desculpas ao INSS, patrão e médicos, por ter escolhido possuir essa brutal limitação. Abraço a todos e a melhor vingança é continuar vivendo.

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