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	<title>Esperança &#187; adolescentes</title>
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	<description>Onde podemos encontrar #esperança quando estamos confusos, buscando sentido na vida?</description>
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		<title>Como conviver com Adolescentes</title>
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		<pubDate>Thu, 25 Feb 2010 18:33:30 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Esperança</dc:creator>
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		<category><![CDATA[Educação de Filhos]]></category>
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		<description><![CDATA[“Conviver com adolescentes pode resultar em uma experiência estimulante e alegre, cheia de
novas idéias e de esperanças. Assim que... aprendamos a desfrutar desta experiência.]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p> <img class="alignleft size-full wp-image-792" title="adolescente-esperanca" src="http://www.esperanca.com.br/wp-content/uploads/2010/02/adolescente-esperanca.jpg" alt="" width="300" height="264" />Sobreviver nem sempre é fácil, sobretudo quando se tem um adolescente em casa. Mas as famílias necessitam mais que a mera convivência.  Necessitam também alegria, comunicação e amizade. E não há razão alguma para que não tenham estas coisas.</p>
<p><strong>1.        Deixe que se levantem por si mesmos.</strong></p>
<p>Algumas famílias começam cada dia com uma pequena guerra, porque mamãe chama e ralha aos meninos, chama e ralha, ralha e chama, e volta a repetir o processo uma e outra vez.  O adolescente resmunga metade dormindo, metade desperto: “É muito cedo!”, “Chama-me novamente em cinco minutos”, ou simplesmente finge que não escutou.<br />
Como os adolescentes vivem lutando por sua independência, porque não deixá-los que se independam desde cedo, na manhã (ou que comecem desde a manhã de forma independente)? Chamá-los apenas uma vez.  Se voltarem a dormir e como resultado disto, perderem alguma atividade importante, logo aprenderá a lição. Deste modo, a família evita uma quantidade de discussões e de frustrações.</p>
<p><strong>2.        Que os toques da queda sejam flexíveis.</strong></p>
<p>Deve existir certa flexibilidade nos horários fixados para voltar para casa e para ir dormir, e esses horários devem ser discutidos com calma pelos afetados.  Se você insiste inflexivelmente em que seus adolescentes estejam de volta em casa a uma hora determinada, isso pode privar a seus filhos de alguma atividade grupal inofensiva e agradável, e de, se for esse o caso, ofendê-los desnecessariamente.</p>
<p>No que me diz respeito, não creio que um adolescente que volta para casa às nove da noite tenha menos probabilidade de “andar em algo” que um que regresse à sua casa mais tarde. Me preocupa mais a natureza da saída, a companhia e a disponibilidade de transporte.</p>
<p><strong>3.        Aceite as diferenças que existem entre seus filhos.</strong></p>
<p>Os filhos homens, não tem porque ser íntimos amigos de seus irmãos ou vice-versa. Tampouco deve pretender-se que sintam um particular agrado uns com respeito de outros.  Às vezes, seus interesses e personalidades são demasiado diferentes como para que se possa esperar uma verdadeira afinidade entre eles.</p>
<p> Sem dúvida, os irmãos deveriam aprender desde sua mais tenra idade a tratar-se mutuamente com respeito; a respeitar os sentimentos, as idéias, o tempo e os pertences de cada um.  Mas a menos que seja absolutamente necessário, penso que não é o melhor fazer que um membro da família seja pesado com a responsabilidade de outro.</p>
<p>   <strong>4.        Seja um bom ouvinte.</strong></p>
<p>A maior parte do que tenho que escutar de meus filhos adolescentes, o tenho escutado entre a meia-noite e as três da manhã.  Quando me sinto tranqüilamente para ler ou costurar, meus filhos se sentem menos ameaçados e estão mais predispostos a abrir seu coração.  Eles não querem conselhos (quem os quer?).  O que querem é falar a fim de clarear seus sentimentos e idéias.</p>
<p>   Se eles estão indecisos frente a dois possíveis cursos de ação, somente pergunte-lhes: “Se fizer isto, o que pensa que será o resultado daqui a seis meses?  Quais são as vantagens e as desvantagens?”.  Escutando-os, você pode ajudá-los a ver os dois lados do problema. E sempre, uma pergunta ou sugestão pode colocá-los no caminho certo.  Mas é inútil tentar falar com os adolescentes a menos que eles também estejam dispostos a fazê-lo.</p>
<p><strong>5.        Não seja dogmático.</strong></p>
<p>Não perca o controle nas discussões.  Não diga: “Isso seria um grande erro. Não deve fazê-lo. Não sabe o que está dizendo.”</p>
<p>  É muito melhor dizer: “Porque pensa assim? Conhece algum fato ou experiência que confirmem sua idéia?  É uma idéia interessante; creio que vale a pena considerá-la mais a fundo.”</p>
<p>  Muitas famílias tem o costume de despertar discussões com assuntos hipotéticos.  Conheci uma família que costumava discutir acaloradamente acerca de se um homem e uma mulher deviam ou não viver juntos sem estar casados.  Os adolescentes dessa família não tinham a menor intenção de fazer isso, mas defendiam acaloradamente o direito de seus amigos de decidirem por si mesmos.</p>
<p>  Trate de desenvolver sua sensibilidade a tal ponto que ela lhe permita saber quando colocar fim a uma discussão.</p>
<p><strong>6.        Mantenha a calma.</strong></p>
<p>Os adultos deveriam ter maior domínio próprio e sabedoria que os adolescentes. Use essas qualidades e lembre que os adolescentes são emotivos, sumamente susceptíveis e facilmente inflamáveis.</p>
<p> Os adultos deveriam ser mais compreensivos com os adolescentes, posto que já temos experimentado os sentimentos e os problemas que eles estão vivendo. Deveríamos recordar as pressões e os sofrimentos de nossa própria juventude: as repulsas ou indiferenças, as frustrações, a timidez, e o acabrunhamento.  Deveríamos demonstrar aos adolescentes que os aceitamos e que os compreendemos.</p>
<p><strong>7.        Esqueçamos as Pequenas Coisas.</strong></p>
<p>Concentre-se nos assuntos de maior importância. Se você pode ser flexível no tamanho do cabelo, e na escolha da roupa, é mais provável que seus filhos estejam dispostos a responder às normas de comportamento que você espera que sigam em assuntos como o respeito pelos demais, as responsabilidades financeiras, escolares e trabalhos; o interesse pela família, pelos amigos e por seu bem-estar físico, mental e espiritual.</p>
<p><strong>8.        Conserve seu senso de humor.</strong></p>
<p>O humor, usado com sabedoria, pode diluir muito uma situação difícil.  Um gracejo ou um comentário gracioso pode aliviar a tensão e fazer que todos se unam por meio do riso.  Mas evite a ironia, o sarcasmo, a burla, posto que os adolescentes são em geral, reprimidos e muitos susceptíveis a tudo o que os possa ridicularizar.</p>
<p><strong>9.        Não se oponha a cada amigo/amiga especial, como se a relação fosse acabar Em Casamento.</strong></p>
<p>Trate de não interferir.  Não podemos saber de antemão qual relação se transformará em algo duradouro e permanente; ou, no caso de que sejam duradouras e permanentes, quais delas seguirão sendo felizes e estáveis.</p>
<p>  Se seus filhos são felizes em casa e com seus amigos, haverá menos possibilidades de que comecem relações inadequadas, pois isto geralmente ocorre quando o adolescente se sente só, miserável ou aborrecido.</p>
<p><strong>10.      Desfrute de seus filhos adolescentes enquanto pode.</strong></p>
<p>Concentre-se no que pode compartilhar com  seus adolescentes e não nas diferenças que existem entre você e eles.</p>
<p>  Você tem visto com alegria como cresciam até converter-se em adolescentes, e quer seguir sendo amigo de seus filhos. Trate então de gozar com eles, e de guardar essa alegria como ela é, um tesouro.</p>
<p>Viver com adolescentes pode ser às vezes uma questão de sobrevivência. Mas também pode ser experiências estimulantes e alegres, cheia de novas idéias e de esperanças.  Portanto, aprendamos a desfrutá-las com amor e sabedoria.</p>
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