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	<title>Esperança &#187; alegria</title>
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	<description>Onde podemos encontrar #esperança quando estamos confusos, buscando sentido na vida?</description>
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		<title>Final espetacular</title>
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		<pubDate>Mon, 31 Jan 2011 14:27:10 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Administrador</dc:creator>
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		<description><![CDATA[O mundo possui belezas sem igual. Mas algumas coisas ao nosso redor nos remetem ao espetacular. Veja como assegurar um final espetacular para a sua existência, na apresentação abaixo. Clique [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p><a rel="attachment wp-att-1778" href="http://www.esperanca.com.br/espiritualidade/final-espetacular/attachment/sol_dourado/"><img class="alignleft size-medium wp-image-1778" title="sol_dourado" src="http://www.esperanca.com.br/wp-content/uploads/2011/01/sol_dourado-310x216.jpg" alt="" width="310" height="216" /></a>O mundo possui belezas sem igual.</p>
<p>Mas algumas coisas ao nosso redor nos remetem ao espetacular.</p>
<p>Veja como assegurar um final espetacular para a sua existência, na apresentação abaixo.</p>
<p><em><a target="_blank" href="http://www.slideshare.net/novotempo/final-espetacular/download" target="_blank">Clique para download</a></em></p>
<p><em>Dica 1: Para ouvir com o som, baixe para seu computador e reproduza. </em></p>
<p><em>Dica 2: Para visualizar em tela cheia, dê um duplo clique na seguinte linha de comando e depois na palavra FULL.</em></p>
<div id="__ss_6762242" style="width: 425px; margin-bottom: 20px;"><strong><a target="_blank" title="Final espetacular" href="http://www.slideshare.net/novotempo/final-espetacular">Final espetacular</a></strong></div>
<div style="width: 425px;"><object id="__sse6762242" classid="clsid:d27cdb6e-ae6d-11cf-96b8-444553540000" width="425" height="355" codebase="http://download.macromedia.com/pub/shockwave/cabs/flash/swflash.cab#version=6,0,40,0"><param name="allowFullScreen" value="true" /><param name="allowScriptAccess" value="always" /><param name="src" value="http://static.slidesharecdn.com/swf/ssplayer2.swf?doc=7finalespetacularsueli-110131080550-phpapp02&amp;stripped_title=final-espetacular&amp;userName=novotempo" /><param name="name" value="__sse6762242" /><param name="allowfullscreen" value="true" /><embed id="__sse6762242" type="application/x-shockwave-flash" width="425" height="355" src="http://static.slidesharecdn.com/swf/ssplayer2.swf?doc=7finalespetacularsueli-110131080550-phpapp02&amp;stripped_title=final-espetacular&amp;userName=novotempo" name="__sse6762242" allowscriptaccess="always" allowfullscreen="true"></embed></object>&nbsp;</p>
<div style="padding: 5px 0 12px;">Veja mais <a target="_blank" href="http://www.slideshare.net/novotempo">Apresentações da Novo Tempo</a>.</div>
</div>
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		<title>Como Discordar sem Brigar?</title>
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		<pubDate>Fri, 07 Jan 2011 12:30:30 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Administrador</dc:creator>
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		<description><![CDATA[Precisamos aprender, urgentemente, a falar de sentimentos e com sentimentos. Falta-nos a capacidade para compreender o que não está sendo dito.]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p><a rel="attachment wp-att-1727" href="http://www.esperanca.com.br/2011/01/como-discordar-sem-brigar/discordar/"><img class="alignleft size-medium wp-image-1727" title="discordar" src="http://www.esperanca.com.br/wp-content/uploads/2011/01/discordar-310x207.jpg" alt="" width="310" height="207" /></a>Vivemos em um mundo de comunicações: internet, fax, telefones/celulares cada vez mais sofisticados e televisão, dentre outros aparelhos, perfazem a poderosa mídia, mas paradoxalmente, entre as pessoas, a regra é o mal-entendido, e a exceção é a comunicação. No interior das famílias, falta-nos reaprender algo que talvez um dia, na infância, soubéssemos fazer: comunicar o que sentimos.<br /> Um marido de meia idade deixou o trabalho mais cedo e foi para casa preparar um jantar especial para a esposa. Dispensou a empregada mais cedo, cuidou das crianças e foi para a cozinha preparar o jantar. Ele queria surpreender a mulher. Quando a mulher chegou a casa, viu a sala arrumada, a mesa pronta, o ambiente suavemente iluminado à luz de velas, sobre a mesa um belo e delicioso  jantar. Ela foi até a cozinha e saiu de lá com um pano de prato nas mãos, sujo de gordura. Ruidosamente chamava a atenção do marido para o pano de prato sujo e fora do lugar: como ele pôde fazer aquilo!&#8230; A questão deixou de ser o jantar, para se tornar um problema em torno de um pano de prato, sujo de gordura. Como essa esposa não pôde ver o jantar!&#8230;<br /> Em outra situação, uma filha adolescente confidenciou à mãe que estava gostando de um garoto da escola. A mãe, um pouco descuidada com a observação respondeu: “você está muito gorda, ele não vai querer você assim”. Depois disso, a filha se retraiu, evitou contar os seus “segredos” para a mãe e passou a contar, apenas para as amigas. A filha adolescente que buscava a cumplicidade da mãe transferiu tal cumplicidade, para as amigas.<br /> As duas histórias podem paralisar as relações das pessoas envolvidas e, inclusive, destruir as relações. Considerando as proporções de cada caso, assim como o longo conflito entre católicos e protestantes na Irlanda do Norte, onde cada lado acredita estar certo, o mesmo também se passa com as pessoas. Todos acreditam que estão certos. Vamos analisar os fatos a partir de uma teoria. Todo fato tem um contexto seguido de seu relato que é dado por um observador. O contexto do fato e o contexto do relato podem ganhar significados diferentes, dependendo dos interlocutores e da situação em que ocorreu.<br /> Quando nos comunicamos, não estamos apenas transmitindo informações, mas, ao mesmo tempo, sugerindo para um outro qualquer, uma forma de nos perceberem. Estamos, sobretudo, falando de nós mesmos, ainda que estejamos falando de uma situação. O que contamos é, ao mesmo tempo, a manifestação de nossa identidade que busca afirmação na concordância do interlocutor. Procuramos no outro a confirmação de nossa imagem, a imagem que desejamos transmitir: queremos que pensem sobre nós ou que nos vejam do jeito que pensamos e nos vemos. É evidente então que mudando o interlocutor, pode mudar o relato. A questão é que não somos apenas pessoas (Carlos, Maria, Joana, etc.), nós somos também, as nossas relações, nossos sonhos, nossa história, com as alegrias, as tristezas, as verdades que dizemos que podem ser mentiras e essas mentiras, podem ser verdades, desde que se mude a perspectiva. Tudo está relacionado com as relações que temos com os outros. Muitas vezes podemos dizer que estamos bem ou que estamos muito mal, depende do lugar e de quem será o nosso interlocutor. Para sermos o que somos ou pensamos que somos, dependemos significativamente dos outros. Quando narramos um relato estamos falando de nós mesmos. Quando falamos estamos demarcando o nosso território psicológico, estamos em busca de auto-afirmação e do reconhecimento de nossa identidade. Essa auto-afirmação assegura o desenvolvimento e a estabilidade mentais. Mas é claro que assim como os outros podem confirmar nossas qualidades, podem também nos rejeitar e nos desconfirmar. Assim como buscamos nos outros a confirmação de nossas qualidades, de nossa auto-imagem, corremos também riscos de nossa total desconfirmação, e de cairmos na baixa auto-estima. Por isso, falar é fácil, mas se comunicar é uma “ciência” complexa.<br /> Seguindo determinações biológicas, os animais se comunicam com precisão absoluta, pelo menos quando seus órgãos sensoriais se encontram em perfeito funcionamento. O biólogo Humberto Maturana (2001), pesquisando as condições em que se processa a cognição, observa o comportamento das salamandras. Diz o cientista que, “quando pomos um bichinho na frente da salamandra, ela lança sua língua e o captura”, ou seja, entre a minúscula estrutura cerebral da salamandra e o bichinho na exterioridade, há uma correlação objetiva entre interior e exterior que garante uma regularidade nesse ato comunicativo. O mesmo acontece com a dança das abelhas, que comunica ao seu núcleo, as fontes de néctar. O caminhar errático das formigas, que distribuem feromônios pelo caminho, são formas de comunicar uma espécie de endereço que leva aos alimentos. Esses pequenos animais estão se comunicando a partir de seu cérebro em relação ao meio exterior. Fazem isso com precisão, mas no “escuro”. Maturana em, Cognição, Ciência e Vida Cotidiana, lembra de uma pescaria de trutas: “um anzol com peninhas&#8230; aí vocês jogam o anzol de tal maneira que ele passe apenas roçando a superfície da água. E a truta que está ali salta e, depois de agarrar o anzol, diz: ‘Ah! Claro&#8230; me pegaram’. A truta não pode distinguir entre ilusão e percepção” (MATURANA, 2001, p. 26). Se a truta distinguisse um inseto de um anzol com peninhas que imitam o inseto não haveria pesca de trutas dessa maneira. Qual a diferença entre o comportamento animal e o comportamento do homem? Maturana defende que, tanto os animais citados acima, quanto os homens, não sabem distinguir entre ilusão e percepção na experiência. O marido não pôde perceber a mensagem do pano de prato; a esposa não percebe a mensagem do jantar. A mãe, não percebe a mensagem da filha que, ao sentir-se desejada, quer também a validação afetiva da mãe; a filha não pôde entender o desespero da mãe. É como se todos ao invés de falar a verdade sobre o que sentem, estivessem mentindo. É uma questão de impossibilidade humana, trata-se de uma limitação entre o real das coisas e as palavras. No caso dos animais, eles dependem de um tempo, onde ocorre uma mutação adaptativa para aprenderem um novo comportamento. No caso dos humanos, dependemos da produção de uma linguagem sempre nova. Por isso, a idéia de que há sempre outras possibilidades de nos entendermos ou de recomeçar do ponto onde paramos. O que muitas vezes esquecemos é que nós falamos, e é o que faz toda a diferença. Por que falamos, podemos transformar a realidade e reinventar modos de vida. Diz o biólogo: “não podermos distinguir entre ilusão e percepção na experiência é uma condição constitutiva dos seres vivos. E tanto é assim que, inclusive, temos palavras que implicam essa incapacidade de distinção, e estas são erro e mentira. Quando se diz a outra pessoa: ‘você mente’, o que se diz é: ‘no momento em que dizia, você sabia que o que dizia não era válido’. Mas quando alguém diz: ‘eu me equivoquei’, o que diz é: no momento em que disse o que disse, eu tinha todos os motivos para pensar que o que dizia era válido’, quer dizer, não sabia que o que dizia não era válido, mas o sei a posteriori” (Idem). Ou  seja, só podemos distinguir um equívoco depois da experiência, sendo que tal experiência depende de uma explicação, de uma linguagem. Nós “mentimos” durante a experiência, ou seja, já sabemos a priorísticamente da mentira, ao passo que o equívoco não pode ser percebido a não ser a posteriori. Nos dois casos, na mentira e no equívoco, temos a elaboração da linguagem. Existimos na linguagem. Não há modo de nos referirmos ao mundo a não ser explicando-o por meio da linguagem. Daí, nós nos separamos da pura natureza instintiva dos animais. Um animal quando se mimetiza, está mentindo para dizer a verdade ou está dizendo a verdade mentindo. Podemos estender a mão com uma precisão matemática para pegar um copo d’água, assim como a salamandra captura com a língua o seu alimento, mas não temos a tradição de nos perguntarmos por que fazemos isso. “Se não me faço a pergunta, vivo na deliciosa ignorância” em relação a maior parte das coisas que me acontecem. E a dificuldade não está em pegar a água, mas de explicar as coisas e os acontecimentos do entorno. Faltam, nos dois exemplos citados, marido-mulher e mãe-filha, saírem do escuro para praticarem o jogo lúdico da oficina das palavras. Fazer perguntas sinceras sobre o sentimento de um e de outro. Viver instintivamente é difícil, repetir gestos e comportamentos é muito simples, os animais o fazem. Aqui encontramos a nossa questão, no ponto em que nos distinguimos dos animais e deles nos distanciamos. É, também, o momento em que nos tornamos complexos e quando complicamos as nossas relações. Quando começamos a simbolizar o mundo, as emoções, os pensamentos e os sentimentos e deixamos, ao mesmo tempo, a possibilidade de retorno ao estado animal de contato com o mundo. As palavras não são signos transparentes e perfeitos. Elas não têm o contato e a plenitude da presença dos objetos a um tempo, elas são signos arbitrários, não têm o poder de representar a realidade a que se refere. Ao mesmo tempo em que residimos na linguagem, perdemos o paraíso que sem ela submergiríamos em plena ignorância. Uma outra condição que dificulta a nossa comunicação é o fato de olharmos e ouvirmos em perspectiva. Não podemos nos livrar da condição de observadores e tal condição faz com que olhemos o mundo em perspectiva. Olhamos, escutamos, sentimos e nos expressamos a partir de nossas perspectivas. Estamos condenados ao perspectivismo e não há outra maneira de ser. É do alto de nosso corpo, com as faculdades dos sentidos que aprisionamos o mundo, as pessoas, as coisas e os acontecimentos. Tudo é perspectiva. Quando discordamos, é de uma perspectiva para outra.<br /> No primeiro caso, faltou ao marido a capacidade de ver a perspectiva da esposa. O que ela queria “dizer” com a queixa do pano de prato? Falta à esposa “ler” a perspectiva do marido. O que ele quer “dizer” com o jantar? Cada um quer “dizer” alguma coisa que ainda não “pode” dizer de maneira mais precisa. Com a ajuda da psicoterapia, ela diz: “eu não quero que ele vá para casa mais cedo, nem que faça jantar, ou que cuide das crianças. Nós temos empregados para esse tipo de coisa. Estou cansada de dizer a ele que precisamos sair, viajar, dormir fora, fazer amor&#8230;”.<br /> O marido se justifica: “estou cansado, sem desejo, sem vontade de sair. Pensei que fazendo esse tipo de coisa, pudesse substituir uma coisa por outra”. Eles não conseguiam falar sobre essas dificuldades, é como se fosse uma derrota, uma humilhação. Cada um gostaria que o outro percebesse isso sem que fosse preciso dizer.<br /> No segundo caso, a mãe diz: “é que tenho medo que minha filha inicie uma vida sexual prematuramente, que engravide, se perca na vida espiritual&#8230;”.<br /> A filha relata que a questão não é sexual, trata-se de aceitação. Um menino da escola demonstrou simpatia, com isso a menina se sentiu amada. Neste caso, a filha quis partilhar com a mãe os seus segredos e suas experiências e obter também o afeto da mãe. Falta-nos a capacidade para compreender o que não está sendo dito. A adolescente, de certa maneira, quer dizer: “olha mãe, mesmo estando um pouco gordinha, tem um menino que está gostando de mim”. E a mãe preocupada, gostaria de ter dito: “estou com medo de você descobrir o sexo antes da hora”.<br /> O marido quer dizer: “estou sem desejo, não quero fazer sexo em lugar nenhum, estou cansado, estressado, por isso, tento agradá-la fazendo o que fiz”.<br /> E a mulher, com o pano de prato na mão, deveria ter dito: “não é nada disso, nenhum jantar vai resolver a nossa questão. Precisamos descobrir uma outra saída para as nossas dificuldades, precisamos aprender a falar sobre nossos problemas”. John Gray em Men are from Mars, Women are from Vênus (1992), diz que as mulheres querem falar a partir dos seus problemas; os homens querem falar da solução dos problemas, só que a matriz da solução dos problemas dos homens não é a mesma com que as mulheres falam de seus problemas. Os problemas emocionais têm uma outra lógica, trata-se de uma lógica subjetiva. A matriz de pensamento do homem está marcada pela subjetividade patriarcal. Os homens, na infância, ganharam como presentes, carros e bolas de futebol. Numa lógica que aponta para o exterior e acompanha a anatomia do órgão genital, o homem, desde muito cedo, é lançado em direção ao mundo exterior. A mulher, da mesma sociedade falocrata,  é educada sob uma matriz oposta. As meninas ganham bonecas, fogõezinhos e panelinhas, indicadores de uma outra subjetividade. Aprendemos a andar lado-a-lado, mas sem possibilidades de nos encontrarmos. Os encontros de intimidade afetiva só existem a partir de  construções na linguagem. Precisamos aprender, urgentemente, a falar de sentimentos e com sentimentos. Pais e filhos, maridos e mulheres, ainda nos resta resolvermos essa questão. Olhamos, mas nem sempre enxergamos, não  percebemos o que o outro quer nos mostrar. Ouvimos, mas não escutamos, nem compreendemos o que quiseram verdadeiramente nos dizer. Falamos muito, sobre muitas coisas, mas quão pouco dizemos, ou, mesmo comunicamos sobre nossos sentimentos: desejos, medos, vontades, sonhos, etc. Como diz Peter Drucker, “O mais importante em comunicação é ouvir o que não está sendo dito.” E falando psicanaliticamente, a verdade se esconde entre as brechas da fala. É na dificuldade de falar que se encontra o maior sentido do ouvir.</p>
<p><em><strong>Clécio Branco</strong><br /> Psicólogo<br /> Mestre em Filosofia<br /> Doutorando em Filosofia</em></p>
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		<title>O prazer de comer em família</title>
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		<pubDate>Thu, 02 Dec 2010 11:31:05 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Administrador</dc:creator>
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		<description><![CDATA[O prazer é um presente que Deus nos concedeu. Depois de um dia cansativo chegar a casa e poder saborear o alimento é extremamente gratificante. Desfrutar de um almoço de [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<h1><span style="font-weight: normal; font-size: 13.3333px;"><a rel="attachment wp-att-1699" href="http://www.esperanca.com.br/2010/12/o-prazer-de-comer-em-familia/melancia/"><img class="alignleft size-medium wp-image-1699" title="melancia" src="http://www.esperanca.com.br/wp-content/uploads/2010/12/melancia-310x207.jpg" alt="" width="310" height="207" /></a>O prazer é um presente que Deus nos concedeu. Depois de um dia cansativo chegar a casa e poder saborear o alimento é extremamente gratificante. Desfrutar de um almoço de final de semana com a família é um dos momentos mais agradáveis que temos, não concordam?</span></h1>
<p>“Nada há melhor para o homem do que comer, beber e fazer que a sua alma goze do bem do seu trabalho. Vi que isso também vem da mão de Deus.”(Ecl.2:24)</p>
<p>O sábio diz que a satisfação do comer vem de Deus. Ele se alegra com a felicidade do homem, ele quer que o homem tenha prazer e desfrute a vida. Deus é o grande Criador que nos capacitou com as papilas gustativas, olfato e quimiossensores que juntos são responsáveis pelo prazer ao nos alimentarmos.</p>
<p>O prazer que o alimento provoca é muito mais do que o conjunto das sensações que o caracterizam (sabor, cheiro, aspecto visual entre outros). Da construção do gosto de um alimento fazem também parte as memórias de experiências emocionais vividas no passado. As preferências alimentares são grandemente influenciadas pelo ambiente familiar. Quando uma criança experimenta, pela primeira vez, um determinado alimento, o contexto e o tom emocional que a rodeiam no momento do contato vão influenciar de forma marcante a percepção desse alimento.</p>
<p>É o cheiro de um feijão que nos remete a memórias da infância. Um doce que nos lembra as férias passadas. Ah, são tantas memórias em que o alimento está vinculado ao prazer de um momento. As datas especiais sempre são comemoradas com alimento, já notaram? No casamento, aniversário, Natal e outras datas a comida está presente.</p>
<p>O alimento não supre apenas as necessidades fisiológicas do homem, mas apresenta todo um conjunto simbólico de relação e afeto criado ao longo da existência humana. O primeiro contato com o alimento é no seio materno e este contato é envolvido de afeto, proteção e atenção. Durante todo o desenvolvimento do indivíduo e em particular na infância, a alimentação e afeto possuem um vínculo muito forte.</p>
<p>A ligação do afeto com a comida deve ser cuidadosamente analisada para que não ocorra uma compensação do afeto pela alimentação. Alguns estudos apontam que mães que trabalham fora tendem a compensar sua ausência por meio de alimentos e guloseimas, o que pode favorecer a obesidade infantil. Mas qual a finalidade de saber tudo isso?</p>
<p>Saber a íntima relação que o alimento tem com o afeto e o prazer de um momento é de extrema importância para mudanças de hábitos alimentares. E hoje falar em mudança de hábitos alimentares é uma necessidade. Segundo dados do Ministério da Saúde, anualmente, cerca de 260 mil brasileiros perdem a vida, em decorrência de doenças relacionadas a uma alimentação inadequada.</p>
<p>O consumo de alimentos em sua forma natural tem decaído, enquanto aumentou-se o consumo de produtos industrializados. Desde os anos 70 o regime alimentar tradicional do brasileiro vem sendo substituído por refeições que não atendem adequadamente às necessidades nutricionais do corpo. O consumo de refrigerantes, por exemplo, aumentou em 400%.</p>
<p>Como a família pode ajudar na formação de bons hábitos alimentares? Um ambiente agradável e tranqüilo é um dos primeiros passos nessa formação, pois propicia um bem-estar que influi na percepção do alimento. Um ambiente descontraído e amigável possibilita, até mesmo, que experimentemos alimentos que não fazem parte do nosso hábito ingeri-los.</p>
<p>As refeições devem ser feitas em horários regulares, o que é importante para o metabolismo e gera uma segurança, sobretudo para as crianças, que saberão que suas necessidades serão supridas e desenvolverão um senso de rotina. As refeições devem ser feitas preferencialmente com a família reunida à mesa sem a interferência da televisão, que, geralmente, contribui para ingestão maior de alimentos.</p>
<p>A ênfase deve ser dada a alimentos saudáveis e não no que é prejudicial. Frases como “não coma isso!” devem ser trocadas por “já provou isso?” Uma maior oferta de alimentos naturais ricos em fibras, vitaminas e minerais, como é o caso das frutas e verduras, diminuem simultaneamente o consumo de alimentos industrializados e prejudiciais à saúde.</p>
<p>Os aspectos sensoriais do alimento como aparência do prato, cheiro e sabor não devem ser negligenciados. Mesmo alimentos de preparo simples e naturais devem ser atrativos e carinhosamente preparados. Quanto mais colorido for o prato maior é a chance de uma refeição equilibrada e rica em nutrientes.</p>
<p>Todos os membros da família devem cooperar na difícil missão da mudança de hábitos, mas, se há alguém fundamental no papel de auxiliar essas mudanças, são as esposas e mães, que geralmente são as responsáveis na preparação das refeições. Quando a família segue padrões saudáveis a recompensa é de todos.</p>
<p><span style="font-size: 13.3333px;">Tchana Weyll Souza de Oliveira</span></p>
<p><span style="font-size: 13.3333px;">Nutricionista</span></p>
<p><span style="font-size: 13.3333px;">Fonte: <a target="_blank" href="http://www.vidaadois.net" target="_blank">www.vidaadois.net</a></span></p>
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		<title>Coerência</title>
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		<pubDate>Tue, 10 Aug 2010 20:48:14 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Administrador</dc:creator>
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		<description><![CDATA[Às vezes, uma verdade virtual pode ser uma mentira real.]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p><a rel="attachment wp-att-1143" href="http://www.esperanca.com.br/2010/08/coerencia/attachment/86531395/"><img class="alignleft size-medium wp-image-1143" title="86531395" src="http://www.esperanca.com.br/wp-content/uploads/2010/08/frustrada-300x199.jpg" alt="" width="300" height="199" /></a>&#8220;Estou feliz da vida.&#8221; Era exatamente isso que estava escrito ao lado da foto sorridente de Cátia, no Orkut. No Facebook, a mesma foto com seu sorriso e cabelos negros lisos, a verdadeira imagem da perfeição e felicidade plena. Sua alegria também era retratada nas frases do Twitter, tais como &#8220;Dia mais feliz do mundo&#8221;, &#8220;Eu sou feliz&#8221;, &#8220;Amo meu namorado&#8221;, e por ai vai uma relação interminável.</p>
<p>Melancólica, Cátia se sentou diante do computador. A tela exibia seu Orkut, que listava várias imagens também sorridentes. &#8220;Meus amigos&#8221;, ela pensou, mas a melancolia se abateu ainda mais forte. Não eram exatamente amigos, daqueles na casa de quem a gente vai, sai com eles para uma lanchonete ou bate um papo ao vivo. Eram pessoas que haviam saído de algum chat ou comunidade virtual. Enfim, eram amigos virtuais, vivendo suas vidas virtualmente felizes na tela de um computador. Ah, o namorado também era virtual.</p>
<p>Cátia sentiu falta de um colo de verdade. Lembrou-se do pai, o delegado Augusto, que um dia chegou em casa e falou que um bandido homiziou-se na favela. &#8220;Homiziou-se?&#8221;, ela perguntou naquele dia. &#8220;O que é isso, pai?&#8221; O Dr. Augusto riu, e disse: &#8220;Homiziar-se é esconder-se.&#8221; Era exatamente isso que Cátia acabava de sentir a respeito de si mesma: havia se homiziado num mundo virtual, navegando em páginas de relacionamentos também virtuais, fingindo-se feliz com suas melhores fotos e frases perfeitas.</p>
<p>Ela não era a mulher forte e decidida retratada em suas frases de descrição de perfil ou na lista de comunidades. Aliás, participava de várias comunidades com ênfase no poder feminino, inclusive no de sedução, mas, na verdade, nem tinha muito jeito com os rapazes e passava horas para se decidir a respeito da maioria dos assuntos. Não era nada parecida com a líder nata retratada naquelas páginas.</p>
<p>Cátia mergulhou o rosto choroso na palma das mãos abertas. Aquilo tudo eram apenas verdades virtuais. Refletia o que ela queria ser e não o que ela realmente era. Pensou na diferença óbvia entre as palavras envolvendo esses conceitos: &#8220;virtual&#8221; e &#8220;real&#8221;. Sentiu falta dos amigos da igreja e dos passeios juntos. Sentiu saudades até daqueles acampamentos desastrosos com os Desbravadores, quando chovia e estragava tudo. &#8220;Mas era tão intenso&#8221;, ela lembrou, &#8220;tão verdadeiro.&#8221; Fez uma pausa em seus pensamentos e chorou ao se lembrar da chuva caindo sobre a lona da barraca mal estacada. &#8220;Era tudo tão REAL!&#8221;</p>
<p>A jovem enxugou o rosto e olhou para a tela reluzente do computador. Não era exatamente ela que estava retratada naquelas páginas. Iria reformulá-las em breve. Apesar dos bons amigos que encontrou nesse universo de dados e imagens sorridentes, queria sair mais de seu refúgio e se relacionar com pessoas que se materializassem de verdade diante dela.</p>
<p>Cátia pegou o telefone e ligou para uma amiga da Igreja:</p>
<p>- Oi, Pri. Saudades de você. Não estou muito bem hoje e queria conversar com uma amiga.</p>
<p>- Sério! Mas vi seu Orkut hoje. Você me pareceu tão feliz.</p>
<p>- Pois é. Mas, às vezes, uma verdade virtual pode ser uma mentira real.</p>
<p><em>Denis Cruz</em></p>
<p><em>Fonte: </em><em><a target="_blank" href="http://www.outraleitura.com.br" target="_blank">www.outraleitura.com.br</a></em></p>
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		<title>Você tem medo do câncer?</title>
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		<pubDate>Sat, 20 Feb 2010 14:05:05 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Esperança</dc:creator>
				<category><![CDATA[Saúde]]></category>
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		<category><![CDATA[prevenção]]></category>
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			<content:encoded><![CDATA[<p><img class="alignleft size-full wp-image-829" title="cancer" src="http://www.esperanca.com.br/wp-content/uploads/2010/03/cancer.jpg" alt="" width="250" height="250" />Recentemente, uma de minhas pacientes com câncer me disse: &#8220;O oncologista falou que se eu operar e fizer quimioterapia e radioterapia, provavelmente terei uma boa sobrevida. Mas eu quero VIDA, doutor, e não sobrevida!&#8221; </p>
<p>O câncer é uma doença que traz consigo um estigma terrível, e é difícil encontrar pessoas que não tenham medo de desenvolver a doença. As estatísticas atuais mostram que uma em cada seis vidas no Brasil estão sendo consumidas pelo câncer.</p>
<p>Todos os anos, são publicados milhares de artigos científicos mostrando as mais novas e fanstásticas descobertas sobre a doença, abrindo portas para o desenvolvimento de novas terapias e dando esperança para milhões de pessoas que lutam diariamente para prolongar a vida. Porém, apesar de todos os esforços, as taxas de mortalidade para alguns tipos de câncer continuam aumentando.</p>
<p>Nesse cenário desanimador, uma coisa é certa: seus hábitos de vida podem determinar se você vai ou não fazer parte dessa estatística. Afinal, sempre é melhor prevenir do que remediar! Conheça as boas-novas sobre o câncer e como evitá-lo.</p>
<p>1. Coma de cinco a nove porções de frutas e verduras ao dia. Pelo menos uma fruta ou verdura deve ser rica em vitamina C e uma em vitamina A. Coma pelo menos uma porção de vegetais crucíferos por semana (brócolis, couve-flor, repolho). &#8220;Mas, doutor, eu não gosto de frutas e verduras!&#8221; Sem problemas, em duas a três semanas você consegue reeducar as papilas gustativas da sua língua para sentir prazer em comer um belo prato de brócolis.</p>
<p>2. Coma de seis a 11 porções de grãos integrais (pão integral, cereal ou massa) e leguminosas (feijões) ao dia. &#8220;Mas, doutor, eu não consigo comer arroz integral, eu sempre comi arroz branco desde a infância!&#8221; Que tal incrementar o arroz integral com cenoura picada, alho, milho e ervilhas? Vai ficar mais colorido e apetitoso!</p>
<p>3. Mantenha o peso ideal. Para atingi-lo, diminua a quantidade de alimentos que você ingere à noite, faça do café da manhã a sua principal refeição, evite gorduras e frituras, faça exercícios físicos diariamente e evite beliscar entre as refeições. Aqui, perseverança é a chave! O excesso de peso que você acumulou ao longo de anos de maus hábitos não vai ser eliminado da noite para o dia. Tenha paciência e pense a longo prazo.</p>
<p>4. Adote uma dieta vegetariana. A combinação das proteínas presentes nos grãos integrais, feijões, nozes e sementes substituem perfeitamente a proteína de origem animal.</p>
<p>5. Tenha uma dieta rica em fibras. As fibras absorvem água como uma esponja, ajudam a encher o intestino e estimulam a atividade intestinal. Elas diminuem o tempo que o alimento permanece dentro do corpo para 24 a 36 horas. Dessa maneira, todas as toxinas e substâncias irritativas, associadas ao câncer de intestino, são evacuadas mais rapidamente, diminuindo a chance de se formarem lesões cancerosas.</p>
<p>6. Tome sol de 15 a 20 minutos por dia.</p>
<p>7. Evite café, chás cafeinados, cigarros e bebidas alcoólicas.</p>
<p>Não tenha medo do câncer! Faça a escolha certa hoje e adote um estilo de vida que pode evitá-lo.</p>
<p><em>Luiz Fernando Sella<br />
Fonte: <a target="_blank" href="http://www.outraleitura.com.br">www.outraleitura.com.br</a></em></p>
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		<title>O valor do descanso</title>
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		<pubDate>Tue, 23 Jun 2009 11:13:55 +0000</pubDate>
		<dc:creator>admin</dc:creator>
				<category><![CDATA[Remédios Naturais]]></category>
		<category><![CDATA[alegria]]></category>
		<category><![CDATA[de bem com a vida]]></category>
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		<category><![CDATA[prevenção]]></category>
		<category><![CDATA[saúde]]></category>
		<category><![CDATA[sono]]></category>

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		<description><![CDATA[Os reflexos nervosos, a sensibilidade e a capacidade de agir com precisão dependem do respeito e atenção às determinações dos ponteiros do relógio biológico. Cada um de nós possui um [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p><a href="http://www.esperanca.com.br/wp-content/uploads/2009/06/97534498.jpg"><img class="alignleft size-medium wp-image-990" title="97534498" src="http://www.esperanca.com.br/wp-content/uploads/2009/06/97534498-300x199.jpg" alt="" width="300" height="199" /></a>Os reflexos nervosos, a sensibilidade e a capacidade de agir com precisão dependem do respeito e atenção às determinações dos ponteiros do relógio biológico. Cada um de nós possui um ritmo próprio, preestabelecido em nossos genes: acordar, dormir, comer, trabalhar. A disposição recebe influência da Natureza, do dia e da noite, do frio ou do calor e da posição da Terra em relação ao Sol. A ciência hoje afirma que o sono é o grande restaurador do sistema nervoso e a única maneira de preparar o cérebro para as funções do dia. Irritações, falta de memória, incapacidade para concentração, raciocínio e capacidade de julgar alterados são os déficits de noites perdidas.</p>
<p>Pesquisas realizadas pela Santa Casa de Porto Alegre, no Rio Grande do Sul, mostraram que dois em cada dez acidentes de trabalho são causados pela falta de sono. Pesquisas semelhantes feitas nos Estados Unidos revelam que a falta de sono mata mais que o álcool e as drogas. Por incrível que pareça, 31% dos desastres de carro foram relacionados a noites sem dormir. Os efeitos da perda de sono são muitos e variados. A falta de dormir adequadamente: aumenta a irritabilidade, a angústia e o nervosismo. Provoca comportamento anti-social. Tira a espontaneidade. Causa desorientação e depressão. Produz inabilidade para manter fixos os objetivos na realização de uma tarefa. Diminui a percepção e as habilidades racionais cognitivas. Afeta a capacidade física. Aumenta o tempo de reação. Diminui a habilidade para movimentos delicados das mãos. Dificulta manter boa postura. Aumenta a sensibilidade à dor. Reduz o tono muscular e a força. Descontrola o apetite (Recursos Para Uma Vida Natural, págs. 51-53).</p>
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