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	<title>Esperança &#187; carinho</title>
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	<description>Onde podemos encontrar #esperança quando estamos confusos, buscando sentido na vida?</description>
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		<title>Há alguém ideal para mim?</title>
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		<pubDate>Mon, 13 Dec 2010 18:06:22 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Administrador</dc:creator>
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		<description><![CDATA[Todo ser humano, após a queda espiritual, sofre. Sofre porque houve um afastamento da relação direta, permanente e exclusiva com o Criador. Ficou um “buraco” espiritual em nossa alma, em [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p><a rel="attachment wp-att-1716" href="http://www.esperanca.com.br/2010/12/ha-alguem-ideal-para-mim/casal_alegre/"><img class="alignleft size-medium wp-image-1716" title="casal_alegre" src="http://www.esperanca.com.br/wp-content/uploads/2010/12/casal_alegre-310x207.jpg" alt="" width="310" height="207" /></a>Todo ser humano, após a queda espiritual, sofre. Sofre porque houve um afastamento da relação direta, permanente e exclusiva com o Criador. Ficou um “buraco” espiritual em nossa alma, em nossa pessoa. Isso promoveu muitas outras desgraças e, em especial, a perturbação do relacionamento afetivo ideal na educação de filhos. Resultado: nunca mais houve infância normal, nunca mais houve crianças cem por cento normais. Todos, pretos, brancos, ricos, pobres, religiosos, não religiosos, temos carências afetivas. Uns mais, outros menos. Uns com consciência dela, outros com inconsciência.</p>
<p> </p>
<p>Trazemos essa carência para a vida adulta e tentamos resolvê-la, na maioria das vezes, inconscientemente, seja no trabalho, no casamento, no cuidado com os filhos (superproteção, dependência, etc.), no namoro, nas amizades, etc.</p>
<p> </p>
<p>Alguns, não suportando a dor dessa carência, se drogam. É importante dizer, a “droga” pode ser muita coisa, além do álcool, cocaína, heroína, tranqüilizantes, anfetaminas, etc. Ela pode ser o trabalho, o sexo, a comida, a estética corporal, o dinheiro e mesmo o “amor” (dependência afetiva).</p>
<p> </p>
<p>Numa relação conjugal é muito comum haver desavenças, desencontros, justamente porque cada um, marido e mulher, ao longo dos anos de convívio, pode não suportar o vazio interior que trouxe para dentro do casamento, acrescido de dificuldades que o cônjuge realmente possua (e que pode melhorar, ou não) e que produz frustração. Estes dois fatores (carências trazidas da infância e problemas afetivos próprios do relacionamento atual) produzem a dor. Se você colocar junto disto aquela dor originada do “buraco” espiritual, pode ficar algo bem doloroso, quase ou mesmo insuportável.</p>
<p> </p>
<p>Com isso, uma pessoa pode pensar em separação, em traição, pode ficar brigando o tempo todo no relacionamento conjugal sempre achando que é o outro o culpado de todo o sofrimento. Não consegue separar o que é sua dor, algo seu que o outro não tem nada a ver com isso, com o que é realmente fruto de problemas do casamento, solucionáveis ou não. Em verdade, esta separação não é fácil de ser percebida e identificada.</p>
<p> </p>
<p>Quando um casal, diante de sofrimentos conjugais (desânimo, perda do interesse sexual, perda do romance, da sensação de amor, etc.) não enxerga que há uma diferença entre problemas pessoais e os próprios do casal, a tendência é sempre culpar o outro como o único responsável pela sua dor e atacar, se isolar, trair, separar-se precipitadamente sem buscar uma solução.</p>
<p> </p>
<p>Quando há o que costumo chamar de “honestidade emocional” (sem ela não pode haver saúde mental para ninguém!), ou seja, a pessoa admitir que parte de sua dor pode ser mesmo algo muito pessoal e não culpa do cônjuge, existe possibilidade de melhora, de ajustamento, de felicidade, tanto internamente (ela com ela mesma), quanto externamente, ou seja, entre ela e o cônjuge.</p>
<p> </p>
<p>Mas e se a pessoa racionaliza (usa argumentos consigo mesma, muito parciais e injustos, às vezes, para justificar atitudes que toma na vida sem ser honesta emocionalmente, sem admitir toda a verdade) culpando somente o outro como causador da sua dor emocional, ela terá um longo caminho para conseguir ser feliz e ter paz interior. A racionalização que “justifica” determinada conduta pode até produzir temporária e superficialmente uma sensação de que o que ela faz está certo. Mas se trata de algo superficial porque na raiz a verdade é outra ou envolve outras questões que a pessoa, para acomodar-se na sua conduta, não quer considerar. Ela pode dizer (racionalizar) assim: “<em>Já que essa pessoa me fez sofrer assim e assim, então eu parto para essa atitude ‘x’ </em>”.  Só que essa atitude “x” é realizada sem a resolução adequada do problema que causava ou causa a dor emocional. Por isso, ela será de “solução” também temporária, porque a dor emocional não resolvida com honestidade emocional voltará, mais cedo ou mais tarde, e poderá ser mais dolorosa ainda, caso a pessoa não fuja de novo da verdade interior com novas racionalizações. Se ela faz isso, torna-se cada vez mais alienada. Um joguete nas mãos da sua própria mente confusa.</p>
<p> </p>
<p>Lidar com nossa dor emocional de frente, usando a verdade, sendo honesta, emocionalmente falando não é fácil. É muito mais fácil se “drogar” com os vários tipos de droga citados acima. Parece que dói menos. Mas, dói menos?</p>
<p> </p>
<p>Há alguém ideal para mim? Há alguém que possa preencher toda a minha necessidade afetiva nessa vida? Você pode se casar com uma pessoa que é ativa para trabalhar, que produz conforto material, segurança financeira, mas faltar manifestações afetivas diretas (não via “coisas”). Ou pode ter alguém que é muito afetivo, sensual, ótimo parceiro sexual, mas não consegue prover segurança material. Pode ter alguém que por um tempo parece preencher tudo o que você queria e desejava de um ser humano como cônjuge, mas em algum momento do relacionamento cada um vai precisar ser honesto afetivamente e deixar aparecer suas limitações como ser humano, que pode ser um gênio explosivo, um caráter controlador, manipulador, feliz e carinhoso quando há sexo, mas frio e irritado quando você quer carinho sem sexo, dependente de carinho tornando-se sufocante e controlador, etc.</p>
<p> </p>
<p>Em algum momento da vida, para ser feliz, cada ser humano precisa aprender a lidar com suas próprias limitações afetivas e comportamentais. Precisa entender que é parcial, não é deus, não pode ser tudo para o outro o tempo todo, não pode ter do outro tudo o que quer o tempo todo. Para algumas pessoas isso é muito insuportável, daí ela se droga, com droga mesmo, lícita ou ilícita, ou com o que escrevi acima. Se drogar neste sentido é como dizer para si mesmo: “<em>Não aceito essa realidade. Não aceito que não posso ter tudo o que queria. Deve existir alguém que pode me dar tudo o que quero. Alguém perfeito. Ou algo perfeito que me faça sentir sempre para cima.</em>”</p>
<p> </p>
<p>Parece que o caminho para a paz e a felicidade vai pela honestidade emocional, comportamental, espiritual. Ou seja, reconhecer que parte de meu “buraco” é algo meu mesmo e não culpa do cônjuge. Reconhecer também, que parte dessa dor pode ser realmente vinculada com uma frustração no relacionamento com meu cônjuge, mas que para solucioná-la preciso procurar caminhos <span style="text-decoration: underline;">construtivos</span> de melhora. Se procuro um caminho destrutivo, como poderá melhorar minha dor? Não piorará até?!</p>
<p> </p>
<p>Por isso, estando casado com uma pessoa que não completa você, é importante perguntar-se: “<em>Não completa em quê?</em>” “<em>Já falei sobre isso com ele (a)?</em>” “<em>Procurei soluções construtivas?</em>” “<em>Tive honestidade emocional dizendo a verdade da minha dor emocional, ou somente ataquei a outra pessoa por causa dessa minha dor me ‘esquecendo’ (ou nem considerando!) que ela não deveria ser toda jogada em cima do outro?</em>”</p>
<p> </p>
<p>Enfim, há um bom caminho a ser percorrido na busca das verdades emocionais pessoais, individuais, para se ser feliz no casamento e, primeiro de tudo, ser feliz consigo mesmo. Se você se desvia desse caminho e procura – vou repetir – caminhos alternativos destrutivos, acumula dor, piora a dor, adia o ter de lidar com a dor que, inevitavelmente, temos um dia de encará-la. Que dor? A dor das perdas afetivas do passado anterior ao casamento e, algo mais profundo, a dor espiritual fruto do rompimento da relação ideal que havia com o Criador.</p>
<p> </p>
<p>Precisamos ter a coragem e a decisão de tomar o caminho construtivo. Nele há dor evidentemente, porque nossas fantasias de uma relação ideal desabam. O sexo acaba “enjoando” porque ele nunca substitui o afeto maduro e ético (seja numa relação conjugal ou extraconjugal). Sexo é a parte mais fácil de um relacionamento! A droga não mais produz aquele “barato” (ocorre a tolerância, ou seja, necessidade de maiores dosagens para produzir os mesmos efeitos, o que produz a destruição do organismo). O trabalho, usado como droga, cansa e esgota. E assim por diante.</p>
<p> </p>
<p>Mas a falência da relação ideal não é o mesmo que falência de uma possibilidade de um relacionamento marido-mulher agradável! Parece que é justamente o contrário! Ou seja, quando se pode lidar construtivamente com a perda do ideal é que o real pode se tornar bom, agradável e até feliz. O amor surge, apesar do não ideal. Ou será que o amor maduro entre um homem e uma mulher somente pode existir no Paraíso?</p>
<p> </p>
<p>Não creio nisso. Creio que um casal, vivendo um relacionamento ético, com honestidade afetiva, consciente de suas carências pessoais, pode aprender a ser feliz, a proporcionar um clima de paz e satisfação emocional entre ambos. Para se conseguir isso cada um precisará fazer todo o possível para manter a afetividade entre o casal. O amor precisa dominar. Não o sexo, não o dinheiro, não outros bens materiais, não a posse do outro, não a dependência doentia. Mas sim o amor, que significa respeito pelos limites do outro, manutenção de carinho verbalizado e físico (toques, sem necessariamente pender para o sexo), diálogo aberto e freqüente, respeito pelos sentimentos um do outro, saber ouvir, saber se calar quando o outro quer ficar quieto, saber participar com alegria de algo de que o outro gosta, e tantas outras coisas. Mas, acima de tudo, é preciso manter o afeto. Podemos manter o afeto gostoso quando desabamos da idealização. Porque o amor não está na idealização. Ficar na idealização impede você de fazer o que pode, porque você pode ficar tentando ser ou fazer o que não pode (pelo menos o tempo todo), o que o esgotará em algum momento (daí você vai mostrar seu lado não-ideal para o outro!) e produzirá raiva porque ocorrerá o mesmo com o outro! Ou seja, chegará o momento de aparecer no outro a realidade da limitação dele ser perfeito.</p>
<p> </p>
<p>A idealização é um sonho. E a pessoa que está com você, ao seu lado, é uma realidade. Tem virtudes e defeitos. Somos assim! Todos! Claro que alguns defeitos podem e precisam ser melhorados. Na busca dessa melhora pessoal, da auto-superação de nossos defeitos há que se percorrer o caminho construtivo aonde o amor pode brotar, passo a passo, momento após momento, e, assim, a afetividade pode ser mantida entre o casal. É essa afetividade que dá colorido à vida, ao casamento, e condições de se lidar com o não ideal, tanto seu, quanto do outro. Qualquer outro caminho é enganador, frustrante, e causa mais dor.</p>
<p> </p>
<p>Há alguém que é ideal para mim? Há sim! É aquela pessoa com quem você pode construir um relacionamento ético, fiel, honesto, com o compromisso de honestidade emocional como explicada anteriormente, relacionamento este no qual você prioriza a busca do crescimento espiritual e a manutenção da afetividade, apesar do fato de que nenhum vai ser ideal para o outro.</p>
<p><span style="font-size: 11.6667px;"> </span></p>
<p><em>Cesar Vasconcellos de Souza</em></p>
<p><em>médico psiquiatra</em></p>
<p><span style="font-size: 11.6667px;"><a target="_blank" href="http://www.portalnatural.com.br/" target="_blank"><em>www.portalnatural.com.br</em></a></span></p>
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		<title>Expressão de amor</title>
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		<pubDate>Wed, 01 Sep 2010 12:18:36 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Administrador</dc:creator>
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		<description><![CDATA[Por ocasião do século XVI, na Espanha, falava-se muito que existia, numa determinada região do mundo, uma fonte maravilhosa cuja água era capaz de realizar o milagre da eterna juventude. [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p><a rel="attachment wp-att-1277" href="http://www.esperanca.com.br/2010/09/expressao-de-amor/ima48013/"><img class="alignleft size-medium wp-image-1277" title="IMA48013" src="http://www.esperanca.com.br/wp-content/uploads/2010/09/express-300x199.jpg" alt="" width="300" height="199" /></a>Por ocasião do século XVI, na Espanha, falava-se muito que existia, numa determinada região do mundo, uma fonte maravilhosa cuja água era capaz de realizar o milagre da eterna juventude. Por causa disso, o rico governador de Porto Rico, Ponce de Léon, deixou tudo &#8211; sua família, seu governo, sua terra &#8211; e partiu com três caravelas em busca dessa poderosa fonte. Ele investiu suas riquezas, enfrentou a bravura do mar, descobriu uma nova região a qual chamou de Flórida, lutou contra tribos hostis e finalmente morreu em 1521.</p>
<p>À semelhança de Ponce de Léon, os casais do século XXI também estão em busca da uma fonte, a do amor correspondido, com o objetivo de sempre rejuvenescer a vida a dois. Esta busca é natural, pois uma das necessidades básicas do ser humano é amar e ser amado sempre. “Por isso, homens e mulheres procuram cada vez mais alguém que atenda às suas necessidades emocionais, que ficaram ignoradas por tanto tempo” – John Gray, Os Caminhos do Coração, p. 8.</p>
<p>No passado, o que geralmente se buscava no casamento, era a segurança financeira e social. Hoje, homem e mulher estão cada vez mais independentes social e financeiramente. Portanto, a base cultural do casamento de nossos avós e pais mudou.</p>
<p>As mulheres estão conquistando cada vez mais seu espaço no mercado de trabalho. De forma que “28% dos cargos de chefia do mundo estão nas mãos de mulheres” – Men’s Health, Setembro /2007, p. 138. À semelhança dos homens, elas estão trabalhando fora e conquistando assim, não só sua independência financeira como também status social e liderança.</p>
<p>Então, o que homens e mulheres estão buscando no casamento hoje não é mais segurança financeira ou status social, é aquilo que eles não têm sozinhos &#8211; o prazer da vida a dois. Esse prazer se obtém numa relação onde se prioriza e se investe no amor, na cumplicidade, na verdade, na fidelidade, na comunicação, no romantismo e na valorização um do outro. Há muita gente, que à semelhança de Ponce de Léon, deixaria tudo e sairia em busca de uma fonte assim.</p>
<p>Shakespeare declarou: <strong>“Viver é amar”</strong>. Por isso, priorize o amor no seu relacionamento e invista o máximo em tudo aquilo que o expressa. Essa visão e investimento darão sentido e poder ao seu casamento. Não tenha medo de expressar intensamente o amor que você sente pela pessoa com quem se casou, pois “todos os bons sentimentos do mundo valem menos do que um simples gesto de amor” – James Russel Lowell.</p>
<p>Lembre-se que tão importante quanto amar é ser uma pessoa que expressa seu amor com romantismo, constância e criatividade. A expressão gerada pelo verdadeiro amor é fundamental no casamento, porque, sem romantismo, a vida a dois fica insípida. Talvez por isso, Frances Paget tenha dito: “O amor é a vida; a falta de amabilidade é a morte”.</p>
<p>Onde procuramos e encontramos a expressão do amor no casamento? Nos olhos, nas palavras, nas atitudes do outro. Isso acontece quando tornamos o outro o centro de nossas atenções e afeições. Quando fazemos com que o outro se sinta “a única água mineral geladinha do deserto”.</p>
<p>Quando a necessidade de amar e ser amado (amor correspondido) é gratificada na vida a dois, passamos a ser as pessoas mais felizes do mundo, porque passamos a desfrutar das alegrias que somente o amor traz ao coração.</p>
<p><strong>Medite: “Tudo quanto, pois, quereis que os homens vos façam, assim fazei-o vós também a eles; porque esta é a Lei e os Profetas” – Mateus 7:12.</strong></p>
<p>Fonte: <a target="_blank" href="http://www.vidaadois.net">www.vidaadois.net</a></p>
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		<title>Veja o quanto eu amo você!</title>
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		<pubDate>Mon, 30 Aug 2010 17:34:08 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Administrador</dc:creator>
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		<description><![CDATA[Kahlil Gibran conta que uma velha canção árabe começa assim: “Só Deus e eu mesmo podemos saber o que se passa em meu coração.” – Cartas de Amor do Profeta, [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p><a rel="attachment wp-att-1237" href="http://www.esperanca.com.br/2010/08/veja-o-quanto-eu-amo-voce/cafe_na_cama/"><img class="alignleft size-medium wp-image-1237" title="cafe_na_cama" src="http://www.esperanca.com.br/wp-content/uploads/2010/08/cafe_na_cama-300x199.jpg" alt="" width="300" height="199" /></a>Kahlil Gibran conta que uma velha canção árabe começa assim: “Só Deus e eu mesmo podemos saber o que se passa em meu coração.” – Cartas de Amor do Profeta, p. 25. Ele mesmo reconhece que, tão importante como Deus e ele saberem do que se passava em seu coração, era a pessoa amada também saber. Mas, como a pessoa amada saberá se ele não expressar? Por isso, é fundamental que, além de sentir, a pessoa que ama também aprenda a transmitir seu amor.</p>
<p>Li recentemente uma linda história de amor num devocional para casais (James e Shirley Dobson, Momentos com Deus, p. 16-18) narrada por Laura Jeanne Allen, sobre como seus avós, que foram casados por mais de meio século, expressavam diariamente o que sentiam um pelo outro. “Eles escreviam a palavra ‘SHMILY’ pela casa inteira, nos lugares mais estranhos. Assim que um deles descobria a palavra, tinha de escrevê-la em outro local.”<br />
Ela afirma que não havia limites para os lugares em que a expressão aparecia. Eles escreviam “SHMILY” em pedaços de papel e os colocava nas latas de mantimentos que se encontravam na cozinha e na dispensa. Até mesmo dentro de bolos e pudins para que o outro os encontrasse enquanto se deliciava com essas saborosas sobremesas. Eles colocavam esses pedaços de papel no painel ou no banco do carro e, às vezes, pregados com fita adesiva no volante. Também colocavam dentro dos sapatos ou embaixo dos travesseiros. Escreviam com sua própria mão nas janelas da casa que se encontravam embaçada ou no espelho do banheiro, depois que alguém tomava banho e o mesmo ficava cheio de vapor. Isso se tornou um estilo de vida no casamento deles. Havia dedicação e constância. Eles aprenderam a falar do profundo amor que sentiam um pelo outro por meio de uma linda e significativa forma de expressão diária &#8211; SHMILY.<br />
Laura conta que eles ficavam de mãos dadas sempre que podiam. Beijavam-se quando se esbarravam na cozinha apertada. Gostavam de estar e de fazer várias coisas juntos, até mesmo palavras cruzadas. Eram gratos a Deus por terem a companhia um do outro. Várias vezes sua avó falou baixinho no seu ouvido sobre como admirava e achava seu avô um velho atraente, que parecia estar mais bonito a cada dia que passava. Então, ela concluía dizendo “que tinha sabido escolher bem.”<br />
Apesar de toda a luz desse amor, havia uma nuvem de tristeza que insistia em pairar sobre a vida deles. Há dez anos, sua avó soube que tinha câncer no seio. Quando ele também soube, pegou em sua mão e nunca mais a soltou. Eles percorreram juntos todo esse íngreme caminho de sofrimentos físico, emocional e psicológico. Ele, por sua vez, procurava encher sua vida de amor, cuidando dela com muito carinho e afeição. Ficava ao seu lado durante horas intermináveis. Muitas vezes orava a Deus pedindo que os ajudassem. Ele chegou a pintar o quarto de um amarelo que transmitia a vida, a luz e o brilho do sol. Somente para dizer o quanto era intenso seu amor por ela. Assim, ela chegava a sentir-se a doente mais feliz do mundo.<br />
Um dia, porém, o que todos temiam aconteceu: sua avó morreu. Então, seu avô pediu que colocassem a misteriosa palavra escrita em cor amarela nas fitas, nas coroas de flores, no caixão, em todo o funeral&#8230; E ali, pela última vez, todos os familiares se uniram em torno da amada vovó, a fim de prestarem sua última homenagem de amor e gratidão pela sua existência. Nesse momento, ele se aproximou trêmulo e abatido. Sabia que havia chegado a hora de prosseguir sozinho, respirou profundamente e com a voz embargada pelas lágrimas cantou para a mulher da sua vida, a linda canção SHMILY.<br />
De fato eles se amaram com toda a intensidade dos seus corações, de uma forma profunda e verdadeira. E assim, ao longo de toda sua vida, juntos eles viveram S-H-M-I-L-Y, que significa: See how much I love you (Veja o quanto eu amo você).</p>
<p>Fonte: <a target="_blank" href="http://www.vidaadois.net" target="_blank">www.vidaadois.net</a></p>
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		<title>Dicas para demonstrar amor</title>
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		<pubDate>Wed, 05 May 2010 18:49:31 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Administrador</dc:creator>
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		<description><![CDATA[Sempre existe uma maneira alegre, divertida e carinhosa de expressar amor. Veja a seguir algumas possibilidades e deixe sua imaginação criar outras. Coloque um bilhetinho romântico no bolso do casaco [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p><a rel="attachment wp-att-999" href="http://www.esperanca.com.br/2010/05/dicas-para-demonstrar-amor/handinhands_2-2/"><img class="alignleft size-medium wp-image-999" title="handinhands_2" src="http://www.esperanca.com.br/wp-content/uploads/2010/05/handinhands_21-300x172.jpg" alt="" width="300" height="172" /></a>Sempre existe uma maneira alegre, divertida e carinhosa de expressar amor. Veja a seguir algumas possibilidades e deixe sua imaginação criar outras.</p>
<p>Coloque um bilhetinho romântico no bolso do casaco dele.</p>
<p>Segure a mão dela sempre que andarem juntos.</p>
<p>Sem nenhuma razão especial, compre uma gravata elegante e bonita para ele.</p>
<p>Escreva um bilhete ou uma carta para ela (ele) numa folha de papel. Cole num pedaço de papelão fino. Corte tudo em pedaços imitando quebra-cabeça. Envie pelo correio todas as peças num envelope. Ou envie uma peça de cada vez ao longo de uma semana.</p>
<p>Envie um telegrama.</p>
<p>Se você não consegue fazer uma melodia ou colocar letra numa música já existente contando seu caso de amor, procure um compositor ou escreva para estes programas populares que costumam fazer a ponte entre o desejo do telespectador e quem pode ajudá-lo.</p>
<p>Escreva um poema, bilhete de amor, carta de amor, lista, citações, certificados para serem emolduradas ou o que sua criatividade sugerir e mande um calígrafo transcrever seu texto e ofereça-lhe como presente.</p>
<p>Mude seu modo de agir com ela. Ser romântico apenas quando é conveniente é como mandar flores no Dia dos Namorados &#8211; é algo que se espera e não é nada demais!</p>
<p><strong><br />
1. Doces presentes:</strong><br />
- dê a ela um pote cheio de M&amp;M.<br />
- qual o tipo favorito de bolo de aniversário dele?<br />
- bala de hortelã recheada com chocolate.<br />
- torta de chocolate.<br />
- torta de queijo ou outras delícias&#8230;</p>
<p><strong></strong><br />
<strong>2. Coisas de criança:</strong><br />
- bichinhos de pelúcia.<br />
- surpreenda-a com uma aliança escondida numa caixa de BigMac.<br />
- um “brinquedo” eletrônico.<br />
- peças de Lego são ótimas para escrever mensagens.<br />
- surpreenda-o escondendo seu bichinho de pelúcia preferido dentro da bolsa que ele leva para a academia.<br />
- e outras idéias criativas.</p>
<p>Cartazes gigantes estão à venda nas papelarias. É saber procurar com calma para achar o que você deseja.</p>
<p>Quebra-cabeça é um passatempo para qualquer dia sem um programa determinado. Aqueles tipos maiores, com mil pecinhas pequenas, são os mais divertidos. E pode pintar um clima romântico! Deixe a emoção à solta. Vale fazer aposta do tipo quem montar mais peças ganha um beijo e assim por diante.</p>
<p>Você pode dizer eu te amo com a linguagem dos sinais. Escolha o livro certo, que pode ser encontrado nas grandes livrarias, treine e comece um novo sistema de comunicação.</p>
<p><strong><br />
3. Recorde a arte esquecida de escrever cartas de amor! </strong></p>
<p>Não dê dinheiro como presente &#8211; a menos que isso seja feito de modo criativo. Por exemplo:<br />
- Cole uma porção de notas de um real, criando uma grande faixa e enrole-a em torno da árvore de natal, ou desenrole esta faixa de notas por toda a casa.<br />
- Se a cor favorita dele (dela) for verde, amarre um bolo de notas de um real com uma fita verde.<br />
- Prenda uma nota de cem reais num catálogo das Páginas Amarelas com um bilhete: Você escolhe.<br />
Não dê cheques como presente.</p>
<p><strong><br />
4. Guarde suas datas. Todas&#8230;</strong><br />
- Seu casamento.<br />
- Dia em que se conheceram.<br />
- Dia do primeiro encontro.<br />
- O primeiro beijo.<br />
- A primeira briga para valer.<br />
- O dia em que compraram a casa.<br />
- A primeira vez em que disseram Eu te amo.</p>
<p>Pegue um exemplar das boas revistas femininas e leia-as. (Como você espera conhecer o que as mulheres estão pensando e sobre o que estão falando se de vez em quando não der uma olhada nas revistas que elas lêem?).</p>
<p>Um conselho: não iguale romance ao sexo. É uma das maneiras mais rápidas de gerar o ressentimento e a má comunicação. Igualar os dois tende a transformar o romance em barganha. Às vezes o romance &#8211; mas nem sempre &#8211; leva ao sexo. O romance é sempre ligado a amor, mas somente às vezes tem a ver com sexo. Entendeu?!</p>
<p><strong><br />
5. Faça uma das tarefas domésticas que geralmente é um dos trabalhos dela:</strong><br />
- prepare o jantar.<br />
- limpe o banheiro.<br />
- faça as compras de supermercado.<br />
- leve as crianças ao treino esportivo, etc</p>
<p><em>Adaptado</em></p>
<p><em>fonte: www.cadadia.net </em></p>
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