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	<title>Esperança &#187; esperanca</title>
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	<description>Onde podemos encontrar #esperança quando estamos confusos, buscando sentido na vida?</description>
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		<title>vídeo: A Grande Esperança</title>
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		<pubDate>Thu, 01 Dec 2011 23:57:26 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Administrador</dc:creator>
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		<description><![CDATA[O que é esperança pra você? E sabe qual é a Grande Esperança apresentada na Bíblia? Assista e descubra!]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>Bloco 1<br />
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<p>Bloco 2<br />
<iframe src="http://blip.tv/play/AYLdnB0C.html" width="550" height="442" frameborder="0" allowfullscreen></iframe><embed type="application/x-shockwave-flash" src="http://a.blip.tv/api.swf#AYLdnB0C" style="display:none"></embed></p>
<p>Bloco 3<br />
<iframe src="http://blip.tv/play/AYLdm3kC.html" width="550" height="442" frameborder="0" allowfullscreen></iframe><embed type="application/x-shockwave-flash" src="http://a.blip.tv/api.swf#AYLdm3kC" style="display:none"></embed></p>
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		<title>Decisões, consequências e fatalidades.</title>
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		<pubDate>Thu, 08 Sep 2011 15:57:49 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Esperança</dc:creator>
				<category><![CDATA[Espiritualidade]]></category>
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		<description><![CDATA[O que fazer diante dos momentos difíceis da vida? Como encontrar forças para superar as consequências desastrosas? Neste vídeo você encontra dicas e conselhos. A partir do minuto 6 você [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p><img class="alignleft size-medium wp-image-2450" title="consequencias" src="http://www.esperanca.com.br/wp-content/uploads/2011/09/consequencias-310x231.jpg" alt="" width="310" height="231" />O que fazer diante dos momentos difíceis da vida? Como encontrar forças para superar as consequências desastrosas? Neste vídeo você encontra dicas e conselhos. A partir do minuto 6 você conhece a história da psicóloga que perdeu o filho e marido e como ela encontrou forças para superar.</p>
<p><iframe width="480" height="390" src="http://www.youtube.com/embed/2RgfYZRk6bY" frameborder="0" allowfullscreen></iframe></p>
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		<title>A vitória da esperança</title>
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		<pubDate>Fri, 24 Jun 2011 12:24:03 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Administrador</dc:creator>
				<category><![CDATA[A Grande Esperança]]></category>
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		<description><![CDATA[Todos nós acompanhamos com muita emoção o resgate dos 33 mineiros que ficaram soterrados por 69 dias em uma mina de ouro e cobre no norte do Chile.]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p><a rel="attachment wp-att-1955" href="http://www.esperanca.com.br/2011/06/a-vitoria-da-esperanca/resgate_no_chile/"><img class="size-full wp-image-1955 alignleft" title="resgate_no_chile" src="http://www.esperanca.com.br/wp-content/uploads/2011/06/resgate_no_chile.jpg" alt="" width="259" height="194" /></a><strong>Todos nós acompanhamos com muita emoção </strong>o resgate dos 33 mineiros que ficaram soterrados por 69 dias a quase 700 metros de profundidade em uma mina de ouro e cobre no norte do Chile.</p>
<p>A mina de San José, no deserto de Atacama, sofreu um desabamento no dia 5 de agosto de 2010. Nos primeiros 17 dias, não houve comunicação com o exterior. Os mineiros sobreviveram com duas colheres de atum enlatado, um gole de leite e meio biscoito, a cada 48 horas.</p>
<p>Somente no dia 22 de agosto, quando a perfuração conseguiu chegar ao local em que os trabalhadores estavam confinados, veio a mensagem de José Ojeda: “Estamos bem no refúgio, os 33.” Então a esperança de salvamento deixou de ser uma miragem para ganhar con­tornos de uma possibilidade remota.</p>
<p>A confirmação de que os mineiros estavam vivos e confiantes de que os técnicos, o governo e todos os envolvidos no resgate fariam os maiores esforços e usariam a melhor tecnologia levou novo ânimo ao Acampamento Esperança, montado pelas famílias, nas proximidades da entrada da mina, logo após o acidente.</p>
<p>A partir daí, os trabalhos foram acelerados e três diferentes planos de resgate passaram a ser executados. Havia muito que fazer, era ne­cessário correr contra o tempo, mas sem atropelar a segurança. Foram mais 33 dias de trabalho intenso e cuidadoso, até que o duto rompesse todas as camadas de rocha e os detalhes finais do resgate começas­sem a ser equacionados.</p>
<p>O Acampamento Esperança ficava cada vez mais agitado, com os familiares acompanhando os trabalhos e a chegada de jornalistas de mui­tos países para realizar a cobertura do evento. Finalmente, depois de 69 dias de espera – recorde absoluto em termos de sobrevivência –, a cápsula Phoenix 2 traz à superfície, um a um, todos os 33 mineiros, sãos e salvos.</p>
<p>Essas últimas duas palavras – que usamos de forma quase habitual, sem pensar no seu significado – resumem com precisão a condição dos mineiros ao saírem da sua sepultura rochosa: todos exibiam excelente saúde e vitalidade, além de muitas demonstrações de renovação espiritual, desde que receberam as mini Bíblias, enviadas pela Igreja Adventista do Sétimo Dia, até a decisão de usarem as camisetas que estampavam a inscrição “Graças, Senhor” e a mensagem de Salmo 95:4. E, mais recentemente, quase todos os resgatados, juntamente com familiares, cumpriram um roteiro espiritual na Palestina, que incluiu até batismo nas águas do rio Jordão.</p>
<p>Esse fato, ainda bem vivo na memória de todos nós, é mais uma demonstração da importância da fé, da esperança e do amor – as três principais virtudes cristãs. A fé é como um braço forte com o qual nos agarramos à onipotência divina. A esperança se fundamenta na fé, mas também se alimenta das evidências da história e das verdades reveladas por Deus, e focaliza o futuro. Inclui muito de expectativa e desejo, enquanto atua para mudar as realidades do presente. Nesse ponto é que entra o amor, a melhor motivação para agir, para modificar a história. Esse é o combustível de todas as boas ações.</p>
<p>O livro que você tem em mãos é parte de uma grande campanha desenvolvida nos últimos anos em favor da esperança, com o objetivo de discutir uma visão do futuro para mudar o presente. É uma seleção de apenas 11 capítulos curtos, simples, mas provocativos. Discutem algumas das questões que mais interessam a todos nós, como: o porquê do sofrimento, a verdadeira paz, a vida após a morte e a vitória final do amor de Deus.</p>
<p>Eles seguem uma ordem lógica, que começa com a origem dos problemas e termina com a solução definitiva. Mas entre esses dois extremos cada um de nós tem que viver o seu dia a dia e nesse ponto é que a esperança faz toda a diferença.</p>
<p>Temos crises por todos os lados. Quem fica apático ou apavorado está se colocando fora do alcance da solução. Por outro lado, quem aceita questionar, esperar e participar entra num círculo virtuoso que inclui outros elementos, também tratados neste livro, como: Deus, um guia seguro, a verdade.</p>
<p>A boa notícia é que há uma luz no fim. E essa luz está chegando até nós, para iluminar o nosso caminho. Reflita na mensagem deste pequeno livro que apresenta uma grande proposta. Quem tem espe­rança, tem um grande futuro.</p>
<p><em>Os editores </em></p>
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		<title>Esperança para Você</title>
		<link>http://www.esperanca.com.br/espiritualidade/livro_2011/esperanca-para-voce/</link>
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		<pubDate>Tue, 19 Apr 2011 13:12:35 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Administrador</dc:creator>
				<category><![CDATA[Ainda Existe Esperança]]></category>
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		<category><![CDATA[esperanca]]></category>
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		<description><![CDATA[A jovem disse: "Desejava ser popular entre os rapazes. Um dia, cedi à tentação no banco traseiro de um carro. Fiquei grávida e tive um bebê, mas logo perdi o filho que tanto amava e me tornei viciada em drogas. Agora sou prostituta.” Ela terminou seu relato perguntando: “Há esperança para mim?"]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p><strong><a rel="attachment wp-att-1824" href="http://www.esperanca.com.br/2011/04/esperanca-para-voce/garota_9065163/"><img class="alignleft size-medium wp-image-1824" title="garota_9065163" src="http://www.esperanca.com.br/wp-content/uploads/2011/02/garota_9065163-310x209.jpg" alt="" width="310" height="209" /></a>Ao comentar com franqueza </strong>a difícil situação de sua vida, uma jovem disse: “Desejava ser popular entre os rapazes. Um dia, cedi à tentação no banco traseiro de um carro. Fiquei grávida e tive um bebê, mas logo perdi o filho que tanto amava e me tornei viciada em drogas. Agora sou prostituta.” E ela termi­nou seu relato perguntando: “Há esperança para mim?”</p>
<p>A história inquietante dessa jovem não é única. De uma ou outra maneira, representa todos nós nos momentos de opressão ou diante das mais variadas situações problemáticas. Quantas pessoas se sentem como essa mulher! Trata­se de seres que, em meio às suas angústias, almejam paz para o coração atribu­lado. Talvez seja o jovem de vida irregular que busca com ansiedade melhorar seu mundo interior, ou o adulto que necessita preencher o vazio da alma com um padrão diferente de conduta. Enfim, podem ser seus amigos ou os meus que procuram afeto e compreensão para o pesado fardo que suportam.</p>
<p>Todos esses corações angustiados fazem a si mesmos a grande pergunta: “Existe esperança para mim?” Aqui tenho o prazer de compartilhar uma res­posta favorável: “Sim, existe esperança!” Houve esperança para a mulher que venceu sua vida de libertinagem e hoje é uma nova pessoa. Continua havendo esperança para o jovem que perdeu seu rumo e para o adulto que sonha com uma vida plena e radiante.</p>
<p>Com essa visão positiva e otimista, veremos nestas páginas o enorme va­lor da esperança, e como nosso coração pode se encher de felicidade. A verda­deira esperança é muito mais que uma simples perspectiva ou mero desejo. É a certeza de que todo mal pode ser vencido, e que tudo o que está torto pode ser endireitado. É uma atitude mental tão renovadora que a chamamos de “âncora da alma, segura e firme” (Hebreus 6:19). É a âncora que sustenta a vida; que dá paz e segurança na tormenta; que tira a desesperança do coração angustiado.</p>
<p>Dois pacientes do interior do país acabavam de ser atendidos pelo mesmo médico. Quando o profissional recebeu os resultados das análises que havia so­licitado, deu o diagnóstico de cada caso. Um dos pacientes estava gravemente doente, com pouca chance de sobreviver. O outro não tinha nada sério, e espe­rava-se que sarasse em pouco tempo.</p>
<p>Devido à distância em que viviam os doentes, foram-lhes enviados pelo correio os respectivos diagnósticos, mas, por uma infelicidade, os nomes foram trocados. A consequência foi que o doente que tinha pouca possibilidade de se recuperar con­tinuou vivendo, ao passo que o outro morreu, embora sua doença não fosse séria.</p>
<p>A esperança salvou o paciente cuja doença era grave, e a desesperança ma­tou aquele cuja enfermidade era leve. Como se vê, a genuína esperança comuni­ca valor e otimismo, assegura a fortaleza espiritual e aumenta as defesas naturais do organismo. Como, então, não cultivar essa extraordinária virtude? Precisa­mos de esperança, ainda mais sabendo que o que é sentido no estreito âmbito do coração humano influencia a sociedade e o mundo.</p>
<p><strong>O mundo de hoje </strong></p>
<p>Como está o homem, assim está o mundo: com problemas de toda espécie e sem uma saída certa à vista. O próprio planeta está sendo sacudido por vio­lentos terremotos, devastadores furacões, perigosas erupções vulcânicas, ar­rasadoras inundações e desoladoras secas, além do temível “efeito estufa”, que está modificando o clima em diversas regiões da Terra. A esse quadro soma-se a obra predadora do homem, que contribui com a alteração do equilíbrio ecoló­gico da crosta terrestre. Mas essa realidade física, preocupante como possa ser, não é o aspecto mais relevante entre os problemas que afligem a humanidade.</p>
<p>O que mais afeta o mundo não são os desastres naturais, e sim as ações con­taminadas dos seres humanos, as injustiças cometidas contra os mais indefe­sos, o espírito belicoso dos mais fortes, a moral permissiva que arruína milhões de famílias, os vícios que degradam e encurtam a vida, a insegurança que insta­la o roubo e a morte nas ruas das grandes cidades. Esses são os piores inimigos que dominam a Terra, como resultado do egoísmo e da maldade sem restrição.</p>
<p>As palavras do antigo profeta Isaías poderiam ser aplicadas ao mundo de hoje: “As vossas mãos estão contaminadas, [...] os vossos lábios falam mentiras, e a vossa língua profere maldade. [...] Pelo que o direito se retirou, e a justiça se pôs de longe; porque a verdade anda tropeçando pelas praças, e a retidão não pode entrar” (Isaías 59:3, 14). Mas, não importa qual seja a condição espiritual do mundo, uma esperança luminosa paira no horizonte.</p>
<p>O seguinte relato ilustra como pode estar próxima a esperança. Certa noite de densa escuridão, um homem caminhava por uma solitária vereda montanhosa. Numa curva do caminho, ele escorregou e caiu no precipício. Contudo, na queda, ficou enganchado num forte galho de uma árvore, com os pés pendurados no va­zio. Desesperado, o homem tentou subir pela árvore, mas isso lhe foi impossível.</p>
<p>Ali estava o pobre viajante: pendurado pelos braços, com os músculos em extrema tensão e o coração carregado de terror. Finalmente, sem forças, o infeliz se deixou cair no abismo. Mas, para sua incrível alegria, a queda foi de somente vinte centímetros! Ele estava a uma pequena distância da terra firme, e não sabia.</p>
<p>Muitas pessoas, e mesmo o mundo, podem hoje se encontrar à beira do pre­cipício, com a convicção de estar às portas da tragédia final. Mas por que não pensar também que existe uma esperança alen­tadora? Por que não considerar que a solução está à vista? Talvez tão próxima como a curta distân­cia que salvou a vida do viajante da montanha!</p>
<p><strong>Nossa maior esperança </strong></p>
<p>A verdadeira esperança não se limita a uma ati­tude mental positiva; é muito mais que o sonho de um otimista. Tampouco está baseada nas promessas encantadoras dos grandes líderes da Ter­ra. Na realidade, não existe ação ou pessoa que possa acender uma esperança estável no fundo do coração humano.</p>
<p>Então, onde está o segredo? Onde está a fonte de tão alta virtude? É uma utopia falar sobre ela, ou é algo alcançável? Ao longo da história, a humanida­de tem depositado sua confiança em sistemas políticos, para depois ficar total­mente desencantada, frustrada e sem esperança. Durante séculos, se pensou que a razão e a inteligência humana (os sistemas filosóficos) trariam esperan­ça para nosso planeta, mas, em vez disso, apenas ajudaram a aumentar a crise existencial das pessoas. Em contrapartida, milhões de pessoas nos asseguram que a maior esperança do mundo foi e continua sendo Jesus Cristo. Ele é a fon­te da esperança para o planeta e para cada um individualmente.</p>
<p>Esse humilde Menino de Belém, esse excelente Carpinteiro de Nazaré, esse ca­tivante Pregador que comoveu as multidões, esse sábio Mestre que compartilhou</p>
<p>o melhor ensino, esse ilustre Reformador que ainda continua transformando vidas, é o Filho de Deus, que veio ao mundo revelar o amor mais profundo do Universo e estabelecer a maior esperança de todos os tempos.</p>
<p>Procure onde quiser, e você não encontrará outro que se pareça com Ele. Convido você a conhecê-Lo como seu Salvador. Aproxime-se dEle, mesmo que seja apenas para saber de quem se trata. Você descobrirá o Amigo mais mara­vilhoso, como uma vez eu também descobri. Se preferir, não acredite de início nEle. Mas, com o coração sincero e com objetividade, analise a vida e a obra des­se supremo Personagem de ontem, de hoje e de sempre. Você se surpreenderá à medida que conhecê-Lo melhor.</p>
<p>Preparei esta obra de maneira coloquial, para você sentir que estou conver­sando com você sobre o assunto mais transcendente de todos. Gostaria de lhe dizer que, além de ser nossa maior esperança, Jesus é também nosso constante Ajudador.</p>
<p>Durante os dias da Primeira Guerra Mundial, realizava-se a famosa “prova de Kitchener”, por meio da qual eram testados os regimentos ingleses para ver se estavam preparados para ir à frente da batalha. A prova consistia em caminhar um longo trajeto pelas piores estradas, e, por fim, cada soldado deveria se encontrar em seu respectivo lugar, em correta formação.</p>
<p>Certo regimento de infantaria, que foi submetido a essa dura prova, tinha entre seus soldados um rapaz inexperiente e de pouca força física. A prova era realizada no norte da Índia, sobre um caminho desértico de areia, num dia de muito vento e calor. Durante os primeiros quinze quilômetros, tudo transcorreu bem, mas logo o jovem soldado começou a fraquejar.</p>
<p>Felizmente, seu companheiro era um soldado experiente e robusto, a quem o jovem disse: “Estou ficando cansado.” “Ânimo, pois falta pouco!”, respondeu o companheiro. Se você falhar, todos nós seremos reprovados. Dê-me seu fuzil!” Mais tarde, disse-lhe: “Dê-me sua mochila!” E assim, pouco a pouco, o esgotado jovem foi aliviando sua carga. Por fim, quando haviam passado pela difícil pro­va, entre os soldados estava um com as costas vazias. Seu corajoso companheiro havia levado a carga no lugar dele.</p>
<p>Quando, no caminho da vida, o fardo é pesado e temos dificuldade para continuar, convém recordar que também temos ao nosso lado um companheiro forte e vencedor: Jesus, o Filho de Deus. Ele pode tirar de nosso coração toda carga, toda dor, toda frustração, todo fracasso&#8230; Ele nos alivia o peso da vida e nos enche de renovadas esperanças. Ninguém pode nos ajudar tanto como esse Amigo!</p>
<p>Este foi o começo do livro. A história continua. Agora vem o melhor&#8230;</p>
<p><strong>Para recordar:</strong></p>
<p><strong> </strong></p>
<p><strong>1. </strong>Não importa qual seja a nossa situação, sempre existe esperança. Porém, a esperança deve ser colocada em Deus.</p>
<p><em>“Bendito o homem que confia no Senhor e cuja esperança é o Senhor” (Jeremias 17:7). </em></p>
<p><strong>2. </strong>A esperança é mais do que uma atitude mental positiva. É o olhar con­fiante que possibilita ver além da realidade visível.</p>
<p><em>“Porque, na esperança, fomos salvos. Ora, esperança que se vê não é esperança; pois o que alguém vê, como o espera?” (Romanos 8:24). </em></p>
<p><strong>3. </strong>A fonte da verdadeira esperança é Jesus Cristo, que nos une a Deus.</p>
<p><em>“Estáveis sem Cristo, separados da comunidade de Israel e estranhos às alianças da pro­messa, não tendo esperança e sem Deus no mundo. Mas, agora, em Cristo Jesus, vós, que antes estáveis longe, fostes aproximados pelo sangue de Cristo” (Efésios 2:12, 13).</em></p>
<p><em><br />
</em></p>
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		<title>Existe esperança para o sofrimento?</title>
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		<pubDate>Mon, 11 Apr 2011 10:11:22 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Esperança</dc:creator>
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		<category><![CDATA[sofrimento]]></category>

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		<description><![CDATA[Como lidar com o sofrimento. Como enfrentar a doença e a morte. Se Deus existe e Ele é Amor porque sofremos? Existe Esperança para o sofrimento? Se você perdeu alguém [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p><a target="_blank" href="mms://strm04.novotempo.org.br/ntmc_pt-br_v/estaescrito/sermoes/impacto/ee-impacto-02.wmv"><img class="alignleft size-full wp-image-234" title="videoesperanca" src="http://www.esperanca.com.br/wp-content/uploads/2009/07/videoesperanca.jpg" alt="videoesperanca" width="232" height="272" /></a></p>
<p>Como lidar com o sofrimento. Como enfrentar a doença e a morte. Se Deus existe e Ele é Amor porque sofremos? Existe Esperança para o sofrimento?</p>
<p>Se você perdeu alguém que amava. Se está sentindo a falta de um querido que faleceu, então conheça o consolo que Deus quer dar para você. Assista este vídeo.</p>
<p><object classid="clsid:6bf52a52-394a-11d3-b153-00c04f79faa6" width="320" height="240" codebase="http://activex.microsoft.com/activex/controls/mplayer/en/nsmp2inf.cab#Version=5,1,52,701"><param name="url" value="mms://strm04.novotempo.org.br/ntmc_pt-br_v/estaescrito/sermoes/impacto/ee-impacto-02.wmv" /><param name="src" value="mms://strm04.novotempo.org.br/ntmc_pt-br_v/estaescrito/sermoes/impacto/ee-impacto-02.wmv" /><embed type="application/x-mplayer2" width="320" height="240" src="mms://strm04.novotempo.org.br/ntmc_pt-br_v/estaescrito/sermoes/impacto/ee-impacto-02.wmv" url="mms://strm04.novotempo.org.br/ntmc_pt-br_v/estaescrito/sermoes/impacto/ee-impacto-02.wmv"></embed></object></p>
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		<title>A Esperança dos Séculos</title>
		<link>http://www.esperanca.com.br/espiritualidade/livro_2011/a-esperanca-dos-seculos/</link>
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		<pubDate>Thu, 17 Feb 2011 14:10:37 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Administrador</dc:creator>
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		<description><![CDATA[Jesus não veio ao mundo por acaso, tampouco num momento qualquer da história. Veio “quando chegou o tempo certo”. Conheça a profecia que se cumpriu integralmente em sua vida.]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p><strong><a rel="attachment wp-att-1843" href="http://www.esperanca.com.br/2011/02/a-esperanca-dos-seculos/jose_e_marial_art/"><img class="alignleft size-medium wp-image-1843" title="Jose_e_marial_Art" src="http://www.esperanca.com.br/wp-content/uploads/2011/02/Jose_e_marial_Art-310x232.jpg" alt="" width="310" height="232" /></a>Durante longos séculos</strong>, o povo esperou a chegada do Messias e Reden­tor prometido. Todas as famílias hebréias acalentavam a esperança de que em seu meio nascesse o Filho da promessa. Finalmente, ele nasceu na humilde al­deia de Belém, numa estrebaria rústica e malcheirosa, tendo apenas a compa­nhia dos animais.</p>
<p>Não havia ninguém ali para Lhe dar as boas-vindas, ou para acompanhar os solitários pais. Nenhum amigo, nenhum parente, nenhuma pessoa solidária, ne­nhum comunicador para espalhar a notícia! E, e se alguém ficou sabendo do nas­cimento, deve ter pensado que se tratava de mais um menino na face da Terra. Mas, pior ainda, quando o rei Herodes percebeu que podia se tratar do Messias prometido, fez o que pôde para destruí-Lo. “Mandou matar todos os meninos de Belém e de todos os seus arredores” (Mateus 2:16).</p>
<p>Jesus não veio ao mundo por acaso, tampouco num momento qualquer da história. Veio <em>“</em>quando chegou o tempo certo<em>”</em> (Gálatas 4:4, NTLH), quando o re­lógio divino marcou a hora precisa, segundo os sábios e eternos planos do Altís­simo. Alguém pode achar que Jesus demorou muito para chegar. Porém, Deus estava (e está) no controle do tempo e dos acontecimentos. A escritora Ellen White comenta: “Como as estrelas no vasto circuito de sua indicada órbita, os desígnios de Deus não conhecem adiantamento nem tardança.”<a target="_blank" href="file:///C:/Documents%20and%20Settings/jobson.santos/Meus%20documentos/11/Livro%20-%20Ainda/Ainda_cap_2.docx#_ftn1">[1]</a></p>
<p>Jesus nasceu no momento em que o mundo estava preparado para a chegada do Salvador. As nações estavam unidas num mesmo governo e se falava vasta­mente o grego em quase toda a extensão do império. Os romanos haviam esta­belecido um complexo sistema de caminhos que permitia viajar com muito mais facilidade, e o sistema de correios estabelecido por eles acelerava as comunicações.</p>
<p>Havia uma espécie de globalização, processo que teve início quando Alexandre Magno procurou “unir toda a humanidade sob uma mesma civilização de tona­lidade notadamente grega”,<a target="_blank" href="file:///C:/Documents%20and%20Settings/jobson.santos/Meus%20documentos/11/Livro%20-%20Ainda/Ainda_cap_2.docx#_ftn2">[2]</a> resultando no helenismo.</p>
<p>Por sua vez, as religiões de mistério haviam perdido grande parte de seu es­plendor, e os homens se encontravam cansados de cerimônias e fábulas. Depois de tantos séculos de trevas, o desejo pela luz era evidente. As pessoas anelavam algo novo e estavam preparadas para receber o Salvador. O mal tinha atingido o clímax no planeta, e era hora de Deus fazer uma intervenção espiritual, mos­trando um novo horizonte para a humanidade.</p>
<p>Como os judeus estivessem espalhados, a expectativa da vinda do Mes­sias era, até certo ponto, conhecida e partilhada por pessoas de várias nações. Afinal, a própria Bíblia hebraica estava traduzida para o grego (Septuaginta). Isso era importante porque o plano de Deus era alcançar o mundo com as boas- novas da chegada do Salvador. Finalmente, as condições para a divulgação do evangelho haviam se tornado mais favoráveis, e Deus achou que esse era o mo­mento ideal para o nascimento de Jesus.</p>
<p>O historiador Justo Gonzalez comenta: “A ‘plenitude do tempo’ não quer di­zer que o mundo estivesse pronto a se tornar cristão, como uma fruta madura pronta para cair da árvore, mas que, nos desígnios inescrutáveis de Deus, havia chegado o momento de enviar Seu Filho ao mundo para sofrer morte de cruz, e de espalhar os discípulos pelo mundo, a fim de que eles também dessem tes­temunho custoso de sua fé no Crucificado.”<a target="_blank" href="file:///C:/Documents%20and%20Settings/jobson.santos/Meus%20documentos/11/Livro%20-%20Ainda/Ainda_cap_2.docx#_ftn3">[3]</a><sup> </sup></p>
<p><strong>O dia mais importante </strong></p>
<p>Quando os astronautas da Apolo XI pisaram o solo lunar em 20 de julho de 1969, Richard Nixon, então presidente dos Estados Unidos, declarou: “Este é o dia mais importante da história, a maior façanha dos homens.” Mas o dia mais importante da história não teria sido quando Jesus pisou a Terra, naquela estre­baria em Belém?</p>
<p>Contudo, enquanto a chegada do homem à Lua era anunciada com júbilo em todo o mundo, a chegada de Cristo ao nosso planeta foi anunciada de noite a um grupo de pastores de ovelhas, perto de uma modesta aldeia da Palestina.</p>
<p>Assim nasceu o Prometido de Deus, do modo mais inesperado, no lugar menos pensado, e diante da indiferença menos merecida. O poderoso Dono do Universo, nascendo no lugar mais humilde, identificando-Se com as necessida­des humanas de todos os tempos, e mostrando a excelência incomparável da humildade, como a virtude que torna os homens realmente grandes, deixa-nos uma memorável lição: a verdadeira grandeza há de ser acompanhada sempre pela humildade! Do contrário, a grandeza deixa de existir para converter-se em orgulho, sede de fama ou ambição de poder.</p>
<p>Boa parte das realizações mais importantes do mundo teve um começo muito humilde. A vida e a obra transcendente de Jesus assim o demonstram, a partir de Seu humilde e secreto nascimento. O pequeno de hoje, amanhã pode ser grande em sua vida; e sua modéstia atual pode preceder suas melhores con­quistas de amanhã!</p>
<p>O povo sabia de verdade quem havia nascido em Belém? As opiniões estavam muito divididas, como estão até hoje. Mesmo entre os chamados “cristãos”, mui­tos veem em Jesus apenas um profeta iluminado, ou um mártir incompreendi­do. E não faltam as ideologias sociais e políticas que disputam o grande Mestre como seu real precursor. Quanto de correto têm essas pretensões?</p>
<p><strong>Homem incomum </strong></p>
<p>Napoleão Bonaparte se encontrava cativo na ilha de Santa Helena, onde mor­reu em 1821. Certo dia, ele comentou com seu fiel colaborador, o general Ber­trand: “Escute, Jesus Cristo não é um homem. Seu nascimento, a história de Sua vida, a profundidade de Sua doutrina, Seu evangelho, Seu império, Sua marcha ao longo dos séculos, tudo isso é para mim uma maravilha, um mistério inexpli­cável. Alexandre, César, Carlos Magno e eu fundamos impérios, mas em que se fundamentam as criações de nosso gênio? Na força. Somente Jesus Cristo fun­dou um império com base no amor, e neste exato momento milhões de pessoas morreriam por Ele.”</p>
<p>Enquanto os grandes guerreiros e conquistadores se moveram pelo amor ao poder, Jesus Cristo agiu com o poder do amor. E, em resposta à Sua entrega re­dentora, quantos milhões de homens e mulheres entregam a vida a Ele!</p>
<p>Por isso, Napoleão continuou dizendo: “Só Cristo conseguiu conquistar de tal maneira a mente e o coração dos homens que para Ele não há barreiras de tempo nem de espaço. Pede o que o filósofo em vão busca de seus adeptos, o pai de seus filhos, a esposa do esposo; pede o coração&#8230; O maravilhoso é que Seu pedido é atendido! Todos os que sinceramente creem em Cristo experi­mentam esse amor sobrenatural para com Ele, fenômeno inexplicável, supe­rior a possibilidades humanas&#8230; Isto é o que mais me surpreende; o que me faz meditar com frequência; o que me demonstra, sem dúvida alguma, a divindade de Jesus Cristo.”</p>
<p>Napoleão teve que chegar ao cativeiro e ao exílio para pronunciar essas palavras e reconhecer a realidade do poder de Jesus. A trajetória de sua vida te­ria sido muito diferente se ele houvesse pensado em Jesus enquanto conquistava espaços e destruía vidas arbitrariamente em busca de uma glória vã e passageira.</p>
<p>Ao testemunho de Napoleão poderíamos acrescentar muitos outros do mes­mo teor. Durante sua vida, essas pessoas ignoraram Cristo e até se opuseram a Ele tenazmente, mas, no fim do caminho, voltaram atrás. Podemos mencionar, por exemplo, a atitude de Voltaire (1694-1778), o célebre escritor francês que se gloriou de seu agnosticismo. Ele se esforçou para desprestigiar o cristianismo e seu Fundador, e até animou-se a predizer que a fé cristã iria desaparecer. Mas, na hora de sua morte, Voltaire abandonou sua postura anterior, pediu perdão a Deus e exclamou: “Cristo! Cristo!” De quantas bênçãos se privou esse grande incrédulo ao longo de muitos anos por se haver levantado contra a pessoa de Jesus! Podia ter tido paz, mas não a teve; alegria, mas tampouco a teve; esperan­ça, mas achava que não necessitava dela! Podia ter se sentido um filho de Deus, mas foi apenas filho de suas próprias ideias anticristãs!</p>
<p>Terminemos esta seção recordando as palavras do oficial romano que esteve diante de Jesus durante a crucifixão. Impressionado pela dignidade de Cristo e pelas palavras que pronunciou da cruz, o soldado ex­clamou quando Jesus expirou: <em>“</em>Verdadeiramente, este homem era o Filho de Deus!<em>”</em> (Marcos 15:39).</p>
<p>Não é uma contradição negá-Lo tanto e até crucificá-Lo para, no fim, re­conhecer que o Crucificado “era o Filho de Deus”? A obstinação pode fazer com que a pessoa insista em rejeitar as evidências da divindade de Jesus Cristo. Porém, isso não resolve o problema do ser humano. Aceitar Jesus como o Mes­sias divino nos assegura a rica bênção que somente Ele pode dar. Saliente no co­ração esta linda verdade!</p>
<p><strong>A imagem do Deus invisível </strong></p>
<p>O apóstolo Paulo declara que Cristo “é a imagem do Deus invisível, o primo­gênito de toda a criação, pois nEle foram criadas todas as coisas nos céus e sobre a terra. [...] Ele é antes de todas as coisas. NEle, tudo subsiste” (Colossenses 1:15-17).</p>
<p>Se Jesus criou “todas as coisas” e existia “antes de todas as coisas”, pode-se tirar disso uma grande verdade: que Ele é Deus<em>, </em>integrante da Divindade, eterno e sem começo no tempo. “No princípio”, como declara João, “era o Verbo [Jesus], e o Verbo estava com Deus, e o Verbo era Deus. Todas as coisas foram feitas por intermédio dEle, e, sem Ele, nada do que foi feito se fez” (João 1:1-3). E Jesus Se encarnou, assu­miu nossa natureza “e habitou entre nós, cheio de graça e de verdade” (v. 14).</p>
<p>Mais tarde, novamente o discípulo João fala do mesmo assunto, e diz que estamos “em Seu Filho, Jesus Cristo. Este é o verdadeiro Deus, e a vida eterna” (1 João 5:20).</p>
<p>Também é João quem registra as palavras do discípulo Tomé, que inicialmen­te não creu na ressurreição do Mestre, mas, quando viu por si mesmo o Senhor ressuscitado, exclamou: “Senhor meu e Deus meu!” (João 20:28). Tomé chamou Jesus de <em>Deus</em>, e não estava errado. Se houvesse cometido um erro ao chamá-Lo assim, Jesus o teria corrigido, não acha?</p>
<p>Voltando a Paulo, ele diz que Cristo “é sobre todos, Deus bendito para todo o sempre” (Romanos 9:5). O mesmo que, por amor a nós, assumiu a natureza hu­mana e Se fez totalmente homem para Se colocar em nosso lugar foi também e continua sendo nosso Deus onipotente, o Autor de nossa redenção.</p>
<p>Se Jesus não fosse Deus, que valor ou que significado teria Sua morte na cruz? Não seria a oferta do Deus-homem que morreu em nosso lugar, mas apenas a morte de um mártir inocente. “Deus prova o Seu próprio amor para conosco pelo fato de ter Cristo morrido por nós, sendo nós ainda pecadores” (Romanos 5:8). “Ninguém tem maior amor do que este: de dar alguém a própria vida em favor dos seus amigos” (João 15:13).</p>
<p><strong>Predições cumpridas </strong></p>
<p>Nas páginas do Antigo Testamento existem numerosas profecias sobre o es­perado Messias formuladas com muitos séculos de antecedência, algumas das quais não foram entendidas claramente. Mas, quando se cumpriram com admi­rável precisão, então se observou nelas seu conteúdo messiânico. Citemos ape­nas algumas dessas profecias:</p>
<ol>
<li><em>O Messias nasceria em Belém</em> (Miqueias 5:2). Mateus diz de maneira explí­cita que Jesus nasceu em “Belém da Judeia, em dias do rei Herodes” (Mateus 2:1; ver também Lucas 2:4-6). Justino, nascido na Palestina por volta do ano 100 d.C., menciona, cerca de 50 anos mais tarde, que Jesus nasceu em uma caverna pró­xima a Belém (<em>Diálogo </em>78).</li>
<li><em>Nasceria de uma virgem e Se chamaria Emanuel</em> (Isaías 7:14). Isso se cum­priu, segundo Mateus 1: 22, 23 e 25. Emanuel significa “Deus conosco”, e a encar­nação de Jesus é a prova do desejo de Deus de morar com Seus filhos.</li>
<li><em>3. </em><em>Seria levado ao Egito </em>(Oseias 11:1). Quando o rei Herodes, monarca da Judeia, soube que havia nascido um menino a quem alguns identificavam como futuro “rei dos judeus”, decidiu matar todos os meninos menores de dois anos que havia em Belém (Mateus 2:14, 15). Mas os pais de Jesus conseguiram fugir para o Egito, para salvar a vida do recém-nascido.<em> </em></li>
<li><em>João Batista seria Seu precursor </em>(Isaías 40:3; Malaquias 3:1). João Batista foi um profeta que gerou um reavivamento espiritual entre o povo judeu, preparan­do assim o caminho para a chegada do Messias (Mateus 3:1-3; 11:10).</li>
<li><em>Realizaria uma vasta obra espiritual mediante a unção do Espírito Santo </em>(Isaías 61:1, 2). Segundo essa profecia, Jesus traria alívio aos quebrantados de co­ração e daria visão aos cegos. No início de Seu ministério, Cristo afirmou ser o cumprimento dessa promessa (Lucas 4:18-21). A partir de então, não deixou de consolar os tristes e curar os doentes.</li>
<li><em>Falaria por parábolas </em>(Salmo 78:2). Mateus 13:34 e 35 diz: “Todas estas coisas disse Jesus às multidões por parábolas e sem parábolas nada lhes dizia”. De fato, nos evangelhos aparecem mais de 50 parábolas proferidas por Jesus.</li>
<li><em>Seria nosso pastor </em>(Isaías 40:11). O próprio Jesus assumiu esse título. Ele afir­mou: “Eu sou o bom pastor. O bom pastor dá a vida pelas ovelhas” (João 10:11).</li>
<li><em>Seria traído por um amigo próximo</em> (Salmo 41:9). Os evangelhos narram que Judas, um de Seus discípulos, entregou Jesus para ser julgado, traindo-O (João 18:2, 3).</li>
<li><em>Seria vendido por trinta moedas de prata </em>(Zacarias 11:12). Trinta moedas de prata era o preço que se pagava por um escravo (Êxodo 21:32), e equivaliam a 120 dias de salário de um trabalhador. Mateus 26:14 e 15 afirma que Judas re­cebeu trinta moedas de prata por trair Jesus.</li>
<li><em>Suas mãos e Seus pés seriam perfurados na crucifixão </em>(Salmo 22:16). Segundo o historiador Josefo, a crucifixão era uma prática comum na Palestina. Essa era uma das piores formas de tortura e um dos métodos de execução mais cruéis que tinham sido inventados. Com respeito às feridas que deixaram os pre­gos em Suas extremidades, Jesus afirmou: “Vede as Minhas mãos e os Meus pés, que sou Eu mesmo; apalpai-Me e verificai” (Lucas 24:39).</li>
<li><em>Zombariam do Messias </em>(Salmo 22:7, 8). Os evangelhos nos contam que os judeus “zombavam dEle” e os que estavam crucificados com Ele “O insulta­vam” (Marcos 15:29-32).</li>
<li><em>Dariam vinagre e fel para Ele beber </em>(Salmo 69:21). Um soldado romano ofereceu vinagre com fel a Jesus na cruz (Mateus 27:34, 48). A mistura de vina­gre com fel produzia no crucificado certo adormecimento. Porém, Jesus o rejei­tou, já que não queria nada que Lhe tirasse a lucidez num momento como aquele.</li>
<li><em>Dividiriam Suas roupas entre si e lançariam sortes sobre Suas vestes</em> (Salmo 22:18). A túnica de Cristo (João 19:23) era sem costura; por isso, no mo­mento da crucifixão, os soldados romanos decidiram lançar sortes sobre ela em vez de dividi-la em partes (Mateus 27:35).</li>
<li><em>O Messias sofreria para consumar nossa salvação </em>(Isaías 53:4-9)<em>.</em> Seria me­nosprezado, açoitado, ferido, abatido; levado como ovelha ao matador, sem abrir Sua boca. Isso se cumpriu de forma dramática quando Cristo ofereceu a vida, segundo a narração detalhada nos quatro evangelhos.</li>
<li><em>O Messias nasceria no tempo determinado por Deus e predito pela profe­cia </em>(Daniel 9:24-27). Em síntese, essa profecia diz que o Messias (isto é, Cristo, o Ungido) apareceria 483 anos após o decreto emitido em 457 a.C. para res­taurar Jerusalém, o que equivale ao ano em que Jesus foi batizado e iniciou Seu ministério público, em 27 d.C. Ao começar Seu trabalho, Jesus proclamou: “O tempo está cumprido, e o reino de Deus está próximo” (Marcos 1:15). Essa referência ao tempo indica que Ele tinha consciência das profecias messiâni­cas do Antigo Testamento e em especial dessa profecia de Daniel. Sem dúvida, a missão do Salvador transcorreu em harmonia cronológica e teológica com o cuidadoso planejamento profético (veja o diagrama).</li>
</ol>
<p>Essa profecia de Daniel tem uma precisão matemática tão grande que o pró­prio Sir Isaac Newton (1643-1727), o gênio inglês da matemática, ficou fascina­do por ela. Dono de uma extensa biblioteca de filosofia e teologia, o formulador da lei da gravitação universal tinha grande interesse não apenas pelas experiên­cias da ciência, mas também pelo estudo sério da Bíblia, e chegou a escrever um comentário sobre as profecias de Daniel e do Apocalipse.</p>
<p>Na obra <em>As Profecias do Apocalipse e o Livro de Daniel</em>, o cientista expres­sa sua confiança nas profecias, com destaque para Daniel. “A autoridade dos imperadores, reis e príncipes é humana; a autoridade dos concílios, sínodos, bispos e presbíteros é humana. Mas a autoridade dos profetas é divina e com­preende toda a religião”, ele escreveu. “A predição de coisas futuras refere-se à situação da igreja em todas as épocas: entre os antigos profetas, Daniel é o mais específico na questão de datas e o mais fácil de ser entendido. Por isso, no que diz respeito aos últimos tempos, deve ser tomado como a chave para os demais.” Para Newton, rejeitar as profecias de Daniel “é rejeitar a religião cristã, pois que essa religião está fundada nas profecias a respeito do Messias”.<a target="_blank" href="file:///C:/Documents%20and%20Settings/jobson.santos/Meus%20documentos/11/Livro%20-%20Ainda/Ainda_cap_2.docx#_ftn4">[4]</a><sup> </sup></p>
<p>Como diz o teólogo Gleason Archer em referência à profecia de Daniel 9:24-27, “somente Deus poderia predizer a vinda de Seu Filho com tão admirável precisão; ela desafia toda e qualquer explanação racionalista”.<a target="_blank" href="file:///C:/Documents%20and%20Settings/jobson.santos/Meus%20documentos/11/Livro%20-%20Ainda/Ainda_cap_2.docx#_ftn5">[5]</a><sup> </sup>Mais de cinco séculos antes, Deus anunciou o tempo exato do início do minis­tério de Cristo e a ocasião de Sua morte. Como foi isso? Vamos entender melhor a predição.</p>
<p>Próximo ao fim dos 70 anos do cativeiro israelita em Babilônia, que teve início em 586 a.C., Deus explicou a Daniel que o Messias apareceria “sete semanas e sessenta e duas semanas” – ou seja, um total de 69 semanas – “desde a saída da ordem para restaurar e para edificar Jerusalém” (Daniel 9:25).</p>
<p>Esse decreto, que concedia autonomia plena aos judeus, foi emitido no sétimo ano de Artaxerxes, o rei persa, e tornou-se efetivo no outono do ano 457 a.C. (Esdras 7:8, 12-26; 9:9). Depois da 69ª semana, o Messias seria “morto” (Daniel 9:26), o que representa uma referência à morte vicária de Jesus. Ele deveria morrer no meio da 70ª semana, fazendo “cessar o sacrifício e a oferta de manjares” (Daniel 9:27).</p>
<p>A chave para a compreensão do tempo profético reside no princípio bíblico de que, em profecia, um dia equivale a um ano solar literal (Números 14:34; Ezequiel 4:7). De acordo com o princípio do dia-ano, as 70 semanas (ou 490 dias proféticos) representam, portanto, 490 anos literais. Sendo que esse período deveria iniciar com a “ordem para restaurar e para edificar Jerusalém”, em 457 a.C., os 483 anos (69 semanas proféticas) nos levam ao outono de 27 d.C., ano em que Jesus foi batizado e iniciou Seu ministério público.</p>
<p>Por ocasião de Seu batismo no rio Jordão, Jesus foi ungido pelo Espírito Santo e recebeu de Deus o reconhecimento como o “Messias” (hebraico) ou como “Cristo” (grego), ambos os títulos tendo o mesmo significado: o “Ungido” (Lucas 3:21, 22; Atos 10:38). Na metade da 70ª semana, ou seja, na primavera do ano 31 d.C., exatamente 3,5 anos após Seu batismo, o Messias fez cessar o sistema de sacrif ícios ao oferecer Sua própria vida como sacrif ício pela humanidade. No tempo exato indicado pela profecia, durante o festival da Páscoa, Ele morreu. Essa profecia de caráter cronológico, cumprida com extraordinária precisão, representa uma das mais fortes evidências da verdade histórica fundamental de que Jesus Cristo é o longamente prometido Salvador do mundo.<a target="_blank" href="file:///C:/Documents%20and%20Settings/jobson.santos/Meus%20documentos/11/Livro%20-%20Ainda/Ainda_cap_2.docx#_ftn6">[6]</a></p>
<p>Você percebe como essas predições relativas ao Messias se cumpriram fiel­mente na pessoa e obra de Jesus Cristo? Bem disse o discípulo André sobre Jesus: “Achamos o Messias” (João 1:41). Sim, Jesus foi o Messias que o povo espe­rava ansiosamente. Mas, quando Ele veio, os líderes O rejeitaram (João 1:10, 11).</p>
<p>Amigo ou amiga descendente de Abraão, Isaque e Jacó, quero dizer-lhe com todo respeito e afeto: não continue esperando a chegada do Messias, porque o Messias já veio. Examine detidamente o assunto, e verá que tudo o que o Antigo Testamento diz sobre Ele se cumpriu na pessoa de Cristo, como narram as pá­ginas do Novo Testamento. Aceite seu compatriota Jesus como o Messias pro­metido e o Salvador do mundo. “Não há salvação em nenhum outro” (Atos 4:12), disse Pedro, outro bom conterrâneo seu.</p>
<p><strong>Superior a todos </strong></p>
<p>Conta a lenda que um homem se encontrava preso na areia movediça. Quan­to mais lutava para sair dela, mais afundava. Então, um líder religioso que passa­va pelo lugar disse filosoficamente: “Isto é prova de que os homens devem evitar lugares como este.” Pouco depois, passou por ali outro religioso. Ao ver o ho­mem em desgraça, limitou-se a dizer: “Que esta seja uma lição para os demais!”, e continuou seu caminho.</p>
<p>Enquanto o homem se afundava cada vez mais na areia, outro religioso dis-se ao passar: “Pobre homem! É a vontade de Deus.” Logo, outro pensador reli­gioso gritou ao desafortunado: “Anime-se! Você voltará à vida em outro estado!” Finalmente, passou por ali Jesus. Ao ver que o homem não tinha saída, inclinou-Se e lhe estendeu a mão, dizendo: “Dê-Me sua mão, irmão, que o tirarei daqui!”</p>
<p>A lenda ilustra o caráter notável de Jesus. Assim foi o poderoso Messias de ontem e assim continua sendo o amável Mestre e Salvador Jesus Cristo. Todas as Suas ações são obras de amor. Não passa por uma pessoa desvalida sem oferecer-lhe ajuda. Não há quem possa igualar-se a Ele. Jesus nos levanta quando estamos caídos, nos indica o que fazer quando nos sentimos extravia­dos e nos dá um coração radiante quando as nuvens eclipsam o sol da alegria.</p>
<p>Jesus foi certamente o enviado de Deus e o Messias tão esperado. Recebê-Lo como tal em nosso coração traz paz, gozo e salvação. Sua vida incomparável é mais ampla que a vastidão dos mares, mais sublime que os altos céus e mais profunda que o insondável oceano. Com razão, ao concluir seu evangelho, o discípulo João disse sobre as obras de Jesus: “Se todas elas fossem relatadas uma por uma, creio eu que nem no mundo inteiro caberiam os livros que seriam escritos” (João 21:25).</p>
<p>Mas isso não é tudo. Há muito mais. A história continua&#8230;</p>
<p><strong>Para recordar:</strong></p>
<p><strong>1. </strong>Jesus, a esperança dos séculos, nasceu no tempo certo.</p>
<p><em>“Vindo, porém, a plenitude do tempo, Deus enviou Seu Filho, nascido de mulher, nascido sob a lei, para resgatar os que estavam sob a lei, a fim de que recebês­semos a adoção de filhos” (Gálatas 4:4, 5). </em></p>
<p><strong>2. </strong>O cumprimento preciso das profecias confirma que Jesus é o Messias pro­metido. Quando Jesus nasceu, um mensageiro celestial anunciou aos pas­tores da região de Belém que o menino era o Salvador.</p>
<p><em>“O anjo, porém, lhes disse: Não temais; eis aqui vos trago boa-nova de grande alegria, que o será para todo o povo: é que hoje vos nasceu, na cidade de Davi, </em></p>
<p><em>o Salvador, que é Cristo, o Senhor” (Lucas 2:10, 11). </em></p>
<p><strong>3. </strong>Jesus não era apenas um profeta iluminado. Como Filho de Deus, Ele foi ungido com o Espírito Santo para realizar um poderoso trabalho de liber­tação dos sofredores.</p>
<p><em>“Deus ungiu a Jesus de Nazaré com o Espírito Santo e com poder, o qual andou por toda parte, fazendo o bem e curando a todos os oprimidos do diabo, porque Deus era com Ele” (Atos 10:38). </em></p>
<hr size="1" />
<p><a target="_blank" href="file:///C:/Documents%20and%20Settings/jobson.santos/Meus%20documentos/11/Livro%20-%20Ainda/Ainda_cap_2.docx#_ftnref1">[1]</a> Ellen G. White, <em>O Desejado de Todas as Nações</em> (Tatuí: Casa Publicadora Brasileira, 2001 [CD-Rom]), p. 32.</p>
<p> </p>
<p><a target="_blank" href="file:///C:/Documents%20and%20Settings/jobson.santos/Meus%20documentos/11/Livro%20-%20Ainda/Ainda_cap_2.docx#_ftnref2">[2]</a> Justo L. Gonzalez, <em>Uma História Ilustrada do Cristianismo: A Era dos Mártires </em>(São Paulo: Vida Nova, 1980), v. 1, p. 16.</p>
<p><a target="_blank" href="file:///C:/Documents%20and%20Settings/jobson.santos/Meus%20documentos/11/Livro%20-%20Ainda/Ainda_cap_2.docx#_ftnref3">[3]</a> Ibid., p. 30.</p>
<p><a target="_blank" href="file:///C:/Documents%20and%20Settings/jobson.santos/Meus%20documentos/11/Livro%20-%20Ainda/Ainda_cap_2.docx#_ftnref4">[4]</a> Sir Isaac Newton, <em>As Profecias do Apocalipse e o Livro de Daniel </em>(São Paulo: Pensamento, 2008), p. 26, 33. A edição original do livro foi lançada em 1733 com o título <em>Observations upon the Prophecies of Daniel, and the Apocalypse of St. John</em>.</p>
<p><a target="_blank" href="file:///C:/Documents%20and%20Settings/jobson.santos/Meus%20documentos/11/Livro%20-%20Ainda/Ainda_cap_2.docx#_ftnref5">[5]</a> Gleason L. Archer, <em>Encyclopedia of Bible Difficulties</em> (Grand Rapids: Zondervan, 1982), p. 291.</p>
<p><a target="_blank" href="file:///C:/Documents%20and%20Settings/jobson.santos/Meus%20documentos/11/Livro%20-%20Ainda/Ainda_cap_2.docx#_ftnref6">[6]</a> Adaptado de <em>Nisto Cremos</em>, 8ª ed. (Tatuí: Casa Publicadora Brasileira, 2008), p. 54, 55.</p>
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		<title>O Autor da Esperança</title>
		<link>http://www.esperanca.com.br/espiritualidade/livro_2011/o-autor-da-esperanca/</link>
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		<pubDate>Fri, 11 Feb 2011 12:59:24 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Administrador</dc:creator>
				<category><![CDATA[Ainda Existe Esperança]]></category>
		<category><![CDATA[esperanca]]></category>
		<category><![CDATA[Jesus]]></category>
		<category><![CDATA[Salvador]]></category>

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		<description><![CDATA[Apesar das boas intenções, a desnutrição ou subnutrição maltrata 1 bilhão de pessoas no mundo! Ainda existe esperança para os pobres?
]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p><strong><a target="_blank" rel="attachment wp-att-1819" href="http://www.esperanca.com.br/2011/02/o-autor-da-esperanca/easter-baby/"><img class="alignleft size-medium wp-image-1819" title="Easter Baby" src="http://www.esperanca.com.br/wp-content/uploads/2011/02/bebe_604178-310x206.jpg" alt="" width="310" height="206" /></a>Em 12 de janeiro de 2010</strong>, o mundo foi abalado por um terremoto que devastou o Haiti, o país mais pobre das Américas, e deixou cerca de 230 mil mortos, sem contar mais de 1 milhão de desabrigados. Como o país já havia sido castigado por furacões e tempestades, o jornalista Leonard Pitts Jr., do <em>Miami Herald</em>, foi levado a perguntar se o planeta não estaria “conspirando contra essa pequena e humilde nação”.<a href="file:///C:/Documents%20and%20Settings/jobson.santos/Meus%20documentos/11/23409_AindaExisteEsperanca_web.docx#_ftn1">[1]</a></p>
<p>Sim, às vezes, a Terra é cruel, Leonard. Mas não há conspiração contra o Haiti. Afinal, logo depois, em 27 de fevereiro, foi a vez do Chile sofrer um sismo de mag­nitude 8,8, que matou mais de 700 pessoas e danificou 1,5 milhão de casas. O tre­mor foi tão forte que os sismologistas estimam que ele pode ter encurtado a du­ração do dia em 1,26 microssegundo e alterado o eixo da Terra em 8 cm! Então, em abril, vieram as chuvas do Rio de Janeiro, matando mais de 230 pessoas. E as tragédias pelo mundo afora continuaram&#8230; Ainda existe esperança para o planeta?</p>
<p>Em 1948, a Declaração Universal dos Direitos Humanos proclamou que a alimentação é um direito básico do ser humano. Em 1969, a Declaração sobre o Progresso e o Desenvolvimento no Campo Social afirmou que é necessário “eli­minar a fome e a subnutrição e garantir o direito a uma nutrição adequada”. Em 1974, foi a vez da Declaração Universal para a Eliminação Definitiva da Fome e da Subnutrição dizer que cada indivíduo “tem o direito inalienável de ser liberta­do da fome e da subnutrição”. Se isso não bastasse, em 1992, a Declaração Mun­dial sobre a Nutrição reafirmou que “o acesso a alimentos seguros e nutritivos” constitui um direito universal. Documentos&#8230; Apesar das boas intenções, a des­nutrição ou subnutrição maltrata 1 bilhão de pessoas no mundo! Ainda existe esperança para os pobres?</p>
<p>No 1º século da era cristã, a população do mundo oscilava entre 200 e 300 milhões. No século 17, chegou a 500 milhões. Em 1804, com o rápido crescimen­to demográfico, deu um salto para 1 bilhão. Em 1927, cravou 2 bilhões; em 1960, 3 bilhões; em 1974, 4 bilhões; em 1987, 5 bilhões; em 1999, 6 bilhões. Hoje, a po­pulação está beirando a casa de 7 bilhões. A estimativa é de que chegue a 8 bi­lhões em 2025, 9 bilhões em 2040 e 10 bilhões em 2060. Se o mundo levou 123 anos para ir de 1 bilhão a 2 bilhões, gastou somente 12 para ir de 5 a 6 bilhões, o mesmo tempo necessário para ir de 6 para 7 bilhões.<a target="_blank" href="file:///C:/Documents%20and%20Settings/jobson.santos/Meus%20documentos/11/23409_AindaExisteEsperanca_web.docx#_ftn2">[2]</a><sup> </sup>Ainda existe esperança para o mundo?</p>
<p>Poderíamos continuar enumerando tragédias e estatísticas em várias áreas por centenas de páginas. Mas você já captou a ideia. A grande pergunta é: exis­te esperança para o mundo, com todos os seus problemas, e para cada um de nós, com nossas crises? Se há esperança, onde ela se encontra? A esperança es­taria na política, na religião, na educação, na ciência, na tecnologia, na criativida­de?&#8230; Acreditamos que existe esperança, mas ela não está nessas coisas. Só exis­te uma verdadeira fonte de esperança para o mundo, e este livro foi escrito para ajudar você a conhecê-la melhor.</p>
<p>Não sei como este livro foi parar em suas mãos. Talvez alguém lhe tenha pre­senteado ou você o tenha adquirido em algum lugar. Isso não é o importante. O que realmente importa é que o conteúdo do livro lhe seja atrativo e proveitoso. Para isso, leia-o com calma até o fim, e você descobrirá um alimento saudável para o coração e uma mensagem que poderá mudar sua vida.</p>
<p>Em geral, estamos tão ocupados com nossas obrigações e tão envolvidos na rotina da vida que achamos difícil encontrar um momento adequado para a reflexão espiritual, não é mesmo? E, sem que nos demos conta, pode ocorrer conosco o mesmo que aconteceu com um conhecido político europeu a quem perguntaram se havia visto o eclipse do Sol no dia anterior. Sua resposta foi: “Estou tão ocupado com os problemas da Terra que não tenho tempo de olhar para o céu!” Que resposta!</p>
<p>Poderíamos estar levando uma vida tão horizontal a ponto de não termos tempo para levantar o olhar da alma? Poderia uma filosofia terrena e secular de vida estar nos roubando a capacidade de cultivar os valores espirituais? Como resultado, quanta paz e alegria podemos perder!</p>
<p>Este pequeno livro nos introduz ao terreno da fé, da esperança e do amor, as três virtudes máximas que dão plenitude e felicidade ao coração. Mas, de modo especial, nos coloca em contato com a esperança, a grande força criativa e sustentadora da vida.</p>
<p>O que é uma pessoa sem esperança? É alguém sem sonhos, sem ideais, sem futuro&#8230; É alguém sem otimismo, que não sente vontade de lutar. Quando não há esperança, o desespero ocupa seu lugar. O pensamento derrotista se apode­ra da pessoa e sobrevém o fracasso.</p>
<p>O que é uma pessoa com esperança? É alguém com mente positiva e otimista, que crê no triunfo do bem sobre o mal, que não desfalece na luta, que se levanta quando cai, que confia na direção divina e que conserva o entusiasmo de viver.</p>
<p>A esperança é o assunto dominante destas páginas. Num mundo mergu­lhado em desespero, ainda existe esperança? Ao longo deste livro, apresentare­mos respostas que farão bem ao seu coração. Ao lê-lo, você desfrutará de uma viagem espiritual na companhia do Autor da verdadeira e suprema esperança. Descobrirá a única solução real para os problemas da vida.</p>
<hr size="1" />
<p><a target="_blank" href="file:///C:/Documents%20and%20Settings/jobson.santos/Meus%20documentos/11/23409_AindaExisteEsperanca_web.docx#_ftnref1">[1]</a> Leonard Pitts Jr., “Cruel as it is, we somehow go on”, <em>Miami Herald</em>, disponível em http://www.miamiherald.com/2010/01/14/1424766/cruel-as-it-is-we-somehow-go-on.html.</p>
<p><a target="_blank" href="file:///C:/Documents%20and%20Settings/jobson.santos/Meus%20documentos/11/23409_AindaExisteEsperanca_web.docx#_ftnref2">[2]</a> “World Population”, Wikipedia, disponível em http://en.wikipedia.org/wiki/World_population.</p>
<p>- &#8211; - &#8211; - &#8211; - &#8211; - -</p>
<p><strong>Obs.</strong> Nas próximas postagens você encontrará capítulo a capítulo o texto do livro: &#8220;Ainda existe esperança : a solução para os problemas da vida&#8221;.</p>
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		<title>Final espetacular</title>
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		<pubDate>Mon, 31 Jan 2011 14:27:10 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Administrador</dc:creator>
				<category><![CDATA[Espiritualidade]]></category>
		<category><![CDATA[alegria]]></category>
		<category><![CDATA[esperanca]]></category>
		<category><![CDATA[futuro]]></category>
		<category><![CDATA[Jesus]]></category>
		<category><![CDATA[volta de jesus beleza]]></category>

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		<description><![CDATA[O mundo possui belezas sem igual. Mas algumas coisas ao nosso redor nos remetem ao espetacular. Veja como assegurar um final espetacular para a sua existência, na apresentação abaixo. Clique [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p><a rel="attachment wp-att-1778" href="http://www.esperanca.com.br/espiritualidade/final-espetacular/attachment/sol_dourado/"><img class="alignleft size-medium wp-image-1778" title="sol_dourado" src="http://www.esperanca.com.br/wp-content/uploads/2011/01/sol_dourado-310x216.jpg" alt="" width="310" height="216" /></a>O mundo possui belezas sem igual.</p>
<p>Mas algumas coisas ao nosso redor nos remetem ao espetacular.</p>
<p>Veja como assegurar um final espetacular para a sua existência, na apresentação abaixo.</p>
<p><em><a target="_blank" href="http://www.slideshare.net/novotempo/final-espetacular/download" target="_blank">Clique para download</a></em></p>
<p><em>Dica 1: Para ouvir com o som, baixe para seu computador e reproduza. </em></p>
<p><em>Dica 2: Para visualizar em tela cheia, dê um duplo clique na seguinte linha de comando e depois na palavra FULL.</em></p>
<div id="__ss_6762242" style="width: 425px; margin-bottom: 20px;"><strong><a target="_blank" title="Final espetacular" href="http://www.slideshare.net/novotempo/final-espetacular">Final espetacular</a></strong></div>
<div style="width: 425px;"><object id="__sse6762242" classid="clsid:d27cdb6e-ae6d-11cf-96b8-444553540000" width="425" height="355" codebase="http://download.macromedia.com/pub/shockwave/cabs/flash/swflash.cab#version=6,0,40,0"><param name="allowFullScreen" value="true" /><param name="allowScriptAccess" value="always" /><param name="src" value="http://static.slidesharecdn.com/swf/ssplayer2.swf?doc=7finalespetacularsueli-110131080550-phpapp02&amp;stripped_title=final-espetacular&amp;userName=novotempo" /><param name="name" value="__sse6762242" /><param name="allowfullscreen" value="true" /><embed id="__sse6762242" type="application/x-shockwave-flash" width="425" height="355" src="http://static.slidesharecdn.com/swf/ssplayer2.swf?doc=7finalespetacularsueli-110131080550-phpapp02&amp;stripped_title=final-espetacular&amp;userName=novotempo" name="__sse6762242" allowscriptaccess="always" allowfullscreen="true"></embed></object>&nbsp;</p>
<div style="padding: 5px 0 12px;">Veja mais <a target="_blank" href="http://www.slideshare.net/novotempo">Apresentações da Novo Tempo</a>.</div>
</div>
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		<title>Nasce a Esperança</title>
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		<pubDate>Fri, 17 Sep 2010 14:00:03 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Esperança</dc:creator>
				<category><![CDATA[Destaques]]></category>
		<category><![CDATA[Mensagem de Esperança]]></category>
		<category><![CDATA[chile]]></category>
		<category><![CDATA[esperanca]]></category>
		<category><![CDATA[mineiros]]></category>

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		<description><![CDATA[Esperanza foi o nome escolhido para o bebê que nasceu nesta terça-feira enquanto seu pai, Ariel Ticona, está preso dentro da mina San José, no Chile, junto com outros 32 [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<div id="Article">
<p><a href="http://www.esperanca.com.br/wp-content/uploads/2010/09/esperanza-filha-mineiro-afp-size-598.jpg"><img class="alignleft size-medium wp-image-1351" title="esperanza-filha-mineiro-afp-size-598" src="http://www.esperanca.com.br/wp-content/uploads/2010/09/esperanza-filha-mineiro-afp-size-598-300x168.jpg" alt="" width="300" height="168" /></a>Esperanza foi o nome escolhido para o bebê que nasceu nesta terça-feira  enquanto seu pai, Ariel Ticona, está preso dentro da mina San José, no  Chile, junto com outros 32 operários. “Ela se chamaria Carolina  Elizabeth, mas agora se chamará Esperanza Elizabeth&#8221;, afirmou a mãe da  menina, Elizabeth Segovia.</p>
<p>O pedido veio de dentro da mina, cerca de 700 metros abaixo da  superfície. Em uma videoconferência, Ticona pediu a um parente que  lembrasse a mulher para mudar o nome da criança. Seus companheiros  teriam gritado: &#8220;Batizem-na de Esperanza!”. &#8221; Acampamento Esperanza&#8221; já é  o nome informal do lugar onde os familiares dos mineiros se concentram  desde que os trabalhadores ficaram presos na mina, em 5 de agosto.</p>
<p>A mãe do mineiro, María Yañez, disse estar um pouco triste porque seu  filho não presenciou o nascimento. &#8220;Mas depois ele vai ver o vídeo e  ficar mais contente&#8221;, contou, referindo-se às fotos e imagens feitas do  parto, para serem enviadas ao pai. A mãe de Esperanza mostrou-se  tranquila e espera ter paciência para aguardar o retorno de Ticona.  &#8220;Estou bem para enfrentar isso sozinha, e ele me dá tranquilidade por  meio das cartas&#8221;, disse.</p>
<p><strong>Resgate</strong> &#8211; Técnicos estão escavando simultaneamente  três galerias para tentar tirar os trabalhadores da mina. A primeira  delas já está com 268 metros de profundidade. Enquanto isso, as  autoridades continuam vigiando a saúde dos mineiros e preparando-os  fisicamente para o resgate, que pode levar até quatro meses.</p>
<p><em>(Com Reuters)</em></p>
<div>
<p>Uma equipe de peritos da NASA está no local a manter os  homens mental e fisicamente aptos durante o processo de recuperação  prolongado.</p>
<p>Outras informações sobre os mineiros do chile: <a target="_blank" href="www.esperanca.com.br/2010/09/corrente-de-esperanca/">www.esperanca.com.br/2010/09/corrente-de-esperanca/</a></p>
</div>
</div>
<div id="_mcePaste" style="position: absolute; left: -10000px; top: 366px; width: 1px; height: 1px; overflow: hidden;">
<p>Esperanza foi o nome escolhido para o bebê que nasceu nesta terça-feira  enquanto seu pai, Ariel Ticona, está preso dentro da mina San José, no  Chile, junto com outros 32 operários. “Ela se chamaria Carolina  Elizabeth, mas agora se chamará Esperanza Elizabeth&#8221;, afirmou a mãe da  menina, Elizabeth Segovia.</p>
<p>O pedido veio de dentro da mina, cerca de 700 metros abaixo da  superfície. Em uma videoconferência, Ticona pediu a um parente que  lembrasse a mulher para mudar o nome da criança. Seus companheiros  teriam gritado: &#8220;Batizem-na de Esperanza!”. &#8221; Acampamento Esperanza&#8221; já é  o nome informal do lugar onde os familiares dos mineiros se concentram  desde que os trabalhadores ficaram presos na mina, em 5 de agosto.</p>
<p>A mãe do mineiro, María Yañez, disse estar um pouco triste porque seu  filho não presenciou o nascimento. &#8220;Mas depois ele vai ver o vídeo e  ficar mais contente&#8221;, contou, referindo-se às fotos e imagens feitas do  parto, para serem enviadas ao pai. A mãe de Esperanza mostrou-se  tranquila e espera ter paciência para aguardar o retorno de Ticona.  &#8220;Estou bem para enfrentar isso sozinha, e ele me dá tranquilidade por  meio das cartas&#8221;, disse.</p>
<p><strong>Resgate</strong> &#8211; Técnicos estão escavando simultaneamente  três galerias para tentar tirar os trabalhadores da mina. A primeira  delas já está com 268 metros de profundidade. Enquanto isso, as  autoridades continuam vigiando a saúde dos mineiros e preparando-os  fisicamente para o resgate, que pode levar até quatro meses.</p>
<p><em>(Com Reuters)</em></p>
</div>
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		<title>Coerência</title>
		<link>http://www.esperanca.com.br/espiritualidade/coerencia/</link>
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		<pubDate>Tue, 10 Aug 2010 20:48:14 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Administrador</dc:creator>
				<category><![CDATA[Destaques]]></category>
		<category><![CDATA[Espiritualidade]]></category>
		<category><![CDATA[Reflexões]]></category>
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		<description><![CDATA[Às vezes, uma verdade virtual pode ser uma mentira real.]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p><a rel="attachment wp-att-1143" href="http://www.esperanca.com.br/2010/08/coerencia/attachment/86531395/"><img class="alignleft size-medium wp-image-1143" title="86531395" src="http://www.esperanca.com.br/wp-content/uploads/2010/08/frustrada-300x199.jpg" alt="" width="300" height="199" /></a>&#8220;Estou feliz da vida.&#8221; Era exatamente isso que estava escrito ao lado da foto sorridente de Cátia, no Orkut. No Facebook, a mesma foto com seu sorriso e cabelos negros lisos, a verdadeira imagem da perfeição e felicidade plena. Sua alegria também era retratada nas frases do Twitter, tais como &#8220;Dia mais feliz do mundo&#8221;, &#8220;Eu sou feliz&#8221;, &#8220;Amo meu namorado&#8221;, e por ai vai uma relação interminável.</p>
<p>Melancólica, Cátia se sentou diante do computador. A tela exibia seu Orkut, que listava várias imagens também sorridentes. &#8220;Meus amigos&#8221;, ela pensou, mas a melancolia se abateu ainda mais forte. Não eram exatamente amigos, daqueles na casa de quem a gente vai, sai com eles para uma lanchonete ou bate um papo ao vivo. Eram pessoas que haviam saído de algum chat ou comunidade virtual. Enfim, eram amigos virtuais, vivendo suas vidas virtualmente felizes na tela de um computador. Ah, o namorado também era virtual.</p>
<p>Cátia sentiu falta de um colo de verdade. Lembrou-se do pai, o delegado Augusto, que um dia chegou em casa e falou que um bandido homiziou-se na favela. &#8220;Homiziou-se?&#8221;, ela perguntou naquele dia. &#8220;O que é isso, pai?&#8221; O Dr. Augusto riu, e disse: &#8220;Homiziar-se é esconder-se.&#8221; Era exatamente isso que Cátia acabava de sentir a respeito de si mesma: havia se homiziado num mundo virtual, navegando em páginas de relacionamentos também virtuais, fingindo-se feliz com suas melhores fotos e frases perfeitas.</p>
<p>Ela não era a mulher forte e decidida retratada em suas frases de descrição de perfil ou na lista de comunidades. Aliás, participava de várias comunidades com ênfase no poder feminino, inclusive no de sedução, mas, na verdade, nem tinha muito jeito com os rapazes e passava horas para se decidir a respeito da maioria dos assuntos. Não era nada parecida com a líder nata retratada naquelas páginas.</p>
<p>Cátia mergulhou o rosto choroso na palma das mãos abertas. Aquilo tudo eram apenas verdades virtuais. Refletia o que ela queria ser e não o que ela realmente era. Pensou na diferença óbvia entre as palavras envolvendo esses conceitos: &#8220;virtual&#8221; e &#8220;real&#8221;. Sentiu falta dos amigos da igreja e dos passeios juntos. Sentiu saudades até daqueles acampamentos desastrosos com os Desbravadores, quando chovia e estragava tudo. &#8220;Mas era tão intenso&#8221;, ela lembrou, &#8220;tão verdadeiro.&#8221; Fez uma pausa em seus pensamentos e chorou ao se lembrar da chuva caindo sobre a lona da barraca mal estacada. &#8220;Era tudo tão REAL!&#8221;</p>
<p>A jovem enxugou o rosto e olhou para a tela reluzente do computador. Não era exatamente ela que estava retratada naquelas páginas. Iria reformulá-las em breve. Apesar dos bons amigos que encontrou nesse universo de dados e imagens sorridentes, queria sair mais de seu refúgio e se relacionar com pessoas que se materializassem de verdade diante dela.</p>
<p>Cátia pegou o telefone e ligou para uma amiga da Igreja:</p>
<p>- Oi, Pri. Saudades de você. Não estou muito bem hoje e queria conversar com uma amiga.</p>
<p>- Sério! Mas vi seu Orkut hoje. Você me pareceu tão feliz.</p>
<p>- Pois é. Mas, às vezes, uma verdade virtual pode ser uma mentira real.</p>
<p><em>Denis Cruz</em></p>
<p><em>Fonte: </em><em><a target="_blank" href="http://www.outraleitura.com.br" target="_blank">www.outraleitura.com.br</a></em></p>
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