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	<title>Esperança &#187; insônia</title>
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	<description>Onde podemos encontrar #esperança quando estamos confusos, buscando sentido na vida?</description>
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		<title>O ritmo da vida</title>
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		<pubDate>Thu, 06 May 2010 17:14:27 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Esperança</dc:creator>
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			<content:encoded><![CDATA[<p><a href="http://www.esperanca.com.br/wp-content/uploads/2010/04/undiadeesperanza-3.jpg"><img class="alignleft size-full wp-image-852" title="undiadeesperanza-3" src="http://www.esperanca.com.br/wp-content/uploads/2010/04/undiadeesperanza-3.jpg" alt="" width="318" height="241" /></a>Vivemos numa época complicada. As exigências pessoais e do trabalho nos empurram de um lado para outro, procurando sincronizar horários, satisfazer agendas abarrotadas e cumprir compromissos familiares.</p>
<p> Mas, além das consequências óbvias relacionadas ao estresse e às mudanças de humor, o corpo é que termina pagando a conta. Os médicos informam um crescente número de casos de esgotamento físico e insônia, que desencadeiam outras enfermidades mais sérias, como afecções cardíacas, diabetes ou até mesmo câncer. “Queimar a vela pelas duas pontas” é uma boa metáfora para a vida louca que levamos. Como evitar que o tempo e a saúde escorram como areia por entre nossos dedos?</p>
<p>A chave consiste em não permitir que as circunstâncias externas determinem nosso ritmo. Precisamos começar a respeitar o ritmo do nosso corpo. Uma das características mais notáveis dos seres vivos é que eles estão sujeitos a biorritmos, que são oscilações periódicas das funções vitais. Diariamente, há oscilações rítmicas, como a que rege nossos períodos de sono ou a secreção de hormônios. É o caso dos corticoides, que alcançam seu clímax às dez da manhã.</p>
<p>Além desses biorritmos de um dia, há outro mais extenso. O Dr. Franz Halberg, da Universidade de Minnesota, criou o conceito de biorritmo de sete dias.</p>
<p> <strong>O biorritmo de sete dias revela que o organismo precisa de uma pausa</strong></p>
<p> As pesquisas descobriram diferentes condições em que os seres humanos têm períodos de altos e baixos durante o ciclo de sete dias. Esses períodos influenciam o ritmo cardíaco, a pressão arterial, temperatura do corpo, temperatura das mamas, composição e volume da urina, a regulação dos neurotransmissores e o fluxo de diversas substâncias químicas, como o hormônio cortisol, responsável pelo controle do estresse. Um simples resfriado envolve um biorritmo de sete dias.</p>
<p>Alguns estudiosos consideram que o biorritmo de sete dias pode revelar que o organismo precisa de uma pausa como estímulo para continuar vivendo.</p>
<p><strong> </strong><strong>Ciclo –</strong> Mas por que um período de sete dias? O ritmo de 24 horas é mais lógico, porque é guiado pelos fenômenos astronômicos. Para conhecer as razões desse ciclo de sete dias, devemos nos reportar às origens do homem. A Bíblia diz que, “havendo Deus terminado no dia sétimo a Sua obra, que fizera, descansou nesse dia de toda a Sua obra que tinha feito” (Gênesis 2:2).</p>
<p>Deus não apenas estabeleceu esse período, mas também deixou instruções para que o ser humano respeitasse esse ciclo de seis dias de trabalho, descansando no sétimo dia, o sábado: “Seis dias trabalharás e farás toda a tua obra. Mas o sétimo dia é o sábado do Senhor, teu Deus” (Êxodo 20:9, 10).</p>
<p>Pensando em nossa felicidade, Deus criou esse ciclo de atividade e repouso, porque “o sábado foi estabelecido por causa do homem, e não o homem por causa do sábado” (Marcos 2:27). Respeitar o ciclo de descanso diário e o semanal contribui para que você renove suas forças físicas, porque Deus lhe deseja “prosperidade e saúde, assim como é próspera a tua alma” (3 João 2).</p>
<p>Deus tem nosso corpo em alta conta, considerando-o como “santuário do Espírito Santo” (1 Coríntios 6:19). Por outro lado, Ele nos deu a bênção do descanso sabático, para renovar nossas forças físicas, mentais e espirituais.</p>
<p>Se cumprirmos a ordem divina e observarmos o descanso sabático, poderemos esperar o cumprimento da seguinte promessa: “Faz forte o cansado e multiplica as forças ao que não tem nenhum vigor” (Isaías 40:29).</p>
<p><em>por Marcos G. Blanco</em></p>
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