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	<title>Esperança &#187; morte</title>
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	<description>Onde podemos encontrar #esperança quando estamos confusos, buscando sentido na vida?</description>
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		<title>Vida para sempre</title>
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		<pubDate>Mon, 29 Aug 2011 17:28:41 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Administrador</dc:creator>
				<category><![CDATA[A Grande Esperança]]></category>
		<category><![CDATA[imortalidade]]></category>
		<category><![CDATA[morte]]></category>
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		<description><![CDATA[Aquele que provocou a rebelião no Céu desejava levar os habitantes da Terra a se unirem a ele na guerra contra Deus. Adão e Eva haviam sido per­feitamente felizes enquanto [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p><strong><a href="http://www.esperanca.com.br/livro-a-grande-esperanca/vida-para-sempre/attachment/apple-in-hand/" rel="attachment wp-att-2264"><img class="alignleft size-medium wp-image-2264" title="Apple In Hand" src="http://www.esperanca.com.br/wp-content/uploads/2011/08/oferta_da_maca-310x206.jpg" alt="" width="310" height="206" /></a>Aquele que provocou a rebelião no Céu desejava</strong> levar os habitantes da Terra a se unirem a ele na guerra contra Deus. Adão e Eva haviam sido per­feitamente felizes enquanto obedeciam à lei divina. Isso era um cons­tante testemunho contra a alegação em que Satanás insistiu no Céu, de que a lei de Deus era opressora. Satanás estava decidido a provo­car a queda de nossos primeiros pais, com o objetivo de tomar pos­se da Terra e aqui estabelecer o seu reino em oposição ao Senhor.</p>
<p>Adão e Eva tinham sido advertidos contra esse perigoso adver­sário, mas ele agiu nas trevas, ocultando suas intenções. Utilizan­do como seu intermediário a serpente, na época uma criatura de fascinante aparência, dirigiu-se a Eva: “Foi isto mesmo que Deus disse: Não comam de nenhum fruto das árvores do jardim?” Eva arriscou-se a argumentar com ele, e caiu vítima de seu engano. “Respondeu a mulher à serpente: ‘Podemos comer do fruto das ár­vores do jardim, mas Deus disse: Não comam do fruto da árvore que está no meio do jardim, nem toquem nele; do contrário vo­cês morrerão’” (Gênesis 3:1-3). “Então, a serpente disse à mulher: Certamente não morrereis. Porque Deus sabe que, no dia em que dele comerdes, se abrirão os vossos olhos, e sereis como Deus, sa­bendo o bem e o mal” (Gênesis 3:4, 5, ARC).</p>
<p>Eva cedeu e, através de sua influência, Adão foi levado a pecar. Aceitaram as palavras da serpente; desconfiaram de seu Criador, e imaginaram que Ele estava restringindo a liberdade deles.</p>
<p>Deus disse: “No dia em que dela comer, certamente você mor­rerá” (Gênesis 2:17). Mas como Adão compreendeu o sentido dessas palavras? Deveria ele ser promovido a uma condição mais elevada de existência? Adão não achou que esse era o sentido da sentença di­vina. Deus declarou que, como penalidade de seu pecado, o ser hu­mano voltaria à terra de onde fora tirado: “Você é pó, e ao pó voltará” (Gênesis 3:19). As palavras de Satanás: “Seus olhos se abrirão”, mos­traram-se verdadeiras em apenas um sentido: os olhos deles se abri­ram para perceber sua própria tolice. Conheceram de fato o mal e provaram o amargo resultado da transgressão.</p>
<p>A árvore da vida possuía o poder de perpetuar a vida. Adão po­deria ter continuado a desfrutar de livre acesso àquela árvore, e as­sim teria vivido para sempre. Quando pecou, entretanto, foi afastado da árvore da vida e tornou-se sujeito à morte. A imortalidade havia sido perdida pela transgressão. Não teria havido esperança para a raça pecadora se, pelo sacrifício de Seu Filho, Deus não tivesse tra­zido novamente a imortalidade ao seu alcance. É verdade que “a mor­te veio a todos os homens, porque todos pecaram” (Romanos 5:12), mas Cristo “trouxe à luz a vida e a imortalidade por meio do evan­gelho” (2 Timóteo 1:10). A imortalidade só pode ser obtida através de Cristo. “Quem crê no Filho tem a vida eterna; já quem rejeita o Filho não verá a vida” (João 3:36).</p>
<p><strong>A primeira mentira –</strong> O único que prometeu vida na desobediên­cia foi o grande enganador. A declaração da serpente no Éden: “Certa­mente não morrerão”, foi o primeiro discurso a respeito da imortalidade da alma. Apesar disso, essa afirmação, que está baseada apenas na autoridade de Satanás, é recebida pela maior parte da humanidade tão facilmente como o foi pelos nossos primeiros pais. Afirma-se que a sen­tença divina: “A alma que pecar, essa morrerá” (Ezequiel 18:20, ARA), em realidade significa: A alma que pecar <em>não</em> morrerá, mas viverá eter­namente. Se o livre acesso à árvore da vida tivesse sido permitido ao ser humano após a queda, o pecado teria sido imortalizado. Mas não foi permitido a nenhum membro da família de Adão participar do fruto que concede vida eterna. Não há, portanto, nenhum pecador imortal.</p>
<p>Depois da queda, Satanás ordenou a seus anjos que difundis­sem a crença na imortalidade natural do ser humano. Ao induzirem o povo a receber esse erro, deveriam levá-lo a concluir que o peca­dor viveria em eterna desgraça. Hoje o príncipe das trevas representa Deus como um tirano vingativo, declarando que Ele mergulha num inferno todos aqueles que não Lhe agradam e que, enquanto se con­torcem em chamas eternas, o Criador olha para eles com satisfação. Assim o chefe dos demônios reveste com seus próprios atributos o Benfeitor da humanidade. A crueldade é satânica. Deus é amor. Sa­tanás é o inimigo que leva o ser humano a pecar, e então o destrói, se o pode fazer. Quão repugnante ao amor, misericórdia e justiça é a ideia de que os perdidos são atormentados num inferno eternamen­te a arder, e que pelos pecados de uma vida tão breve serão tortura­dos enquanto Deus existir!</p>
<p>Onde, na Palavra de Deus, é encontrado tal ensino? Deverão os sentimentos da humanidade ser trocados pela crueldade selvagem? Não, esse não é o ensino da Palavra de Deus. “Juro pela Minha vida, palavra do Soberano, o Senhor, que não tenho prazer na morte dos ím­pios, antes tenho prazer em que eles se desviem dos seus caminhos e vivam. Voltem! Voltem-se dos seus maus caminhos!” (Ezequiel 33:11).</p>
<p>Porventura Deus Se agrada em contemplar incessantes tortu­ras? Alegra-Se com os gemidos e gritos de sofredoras criaturas, por Ele mantidas em chamas? Poderão esses terríveis sons ser música aos ouvidos do Amor infinito? Que terrível blasfêmia! A glória de Deus não é exaltada ao ser perpetuado o pecado ao longo de eras sem fim.</p>
<p><strong>O erro do tormento eterno –</strong> O mal tem sido promovido atra­vés da heresia do tormento eterno. A religião da Bíblia, repleta de amor e bondade, é obscurecida pela superstição e revestida de ter­ror. Satanás tem apresentado o caráter de Deus de maneira distor­cida. Nosso misericordioso Criador é temido e até mesmo odiado. As opiniões aterrorizadoras sobre Deus têm produzido milhões de céticos e ateus.</p>
<p>O tormento eterno é uma das falsas doutrinas, o vinho das abomi­nações que “Babilônia” faz todas as nações beberem (veja Apocalipse 14:8; 17:2). Se nos desviamos dos ensinos da Palavra de Deus, aceitando falsas doutrinas porque foram ensinadas por nossos pais, recebemos a condenação pronunciada sobre “Babilônia”. Estamos bebendo do vinho de suas abominações.</p>
<p>&nbsp;</p>
<p><strong>A imortalidade só pode ser obtida através de Cristo</strong></p>
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<p>Muitas pessoas são levadas ao erro oposto: percebem que a Bíblia represen­ta Deus como um Ser de amor e compai­xão, e não conseguem crer que Ele envie Suas criaturas às labaredas de um infer­no a arder eternamente. Mas, ao crerem que a alma é imortal, concluem que toda a humanidade será salva. Dessa maneira, o pecador pode viver em prazeres egoístas, não se importando com os mandamentos de Deus, e ainda assim receber a aprovação divina. Tal doutrina, que reconhece a misericórdia de Deus, mas ignora Sua justiça, agrada ao coração não transformado.</p>
<p><strong>Todos serão salvos? –</strong> Aqueles que creem na salvação universal dis­torcem a Bíblia. Muitos repetem a falsidade apresentada pela serpen­te no Éden: “Certamente não morrereis. Porque Deus sabe que, no dia em que dele comerdes, se abrirão os vossos olhos, e sereis como Deus, sabendo o bem e o mal.” Essas pessoas declaram que os piores pecadores – assassinos, ladrões, adúlteros – depois da morte estarão preparados para entrar na bem-aventurança eterna. Agradável fábu­la, muito apropriada para satisfazer o coração pecaminoso!</p>
<p>Se fosse verdade que a alma vai diretamente para o Céu no mo­mento da morte, seria correto desejar mais a morte do que a vida. Por essa crença, muitos têm sido levados a acabar com a própria existência. Dominados por dificuldades e frustrações, parece fácil romper o fio da vida e voar para as bênçãos do mundo eterno.</p>
<p>Deus deu em Sua Palavra prova conclusiva de que punirá os transgressores de Sua lei. Será Ele demasiado misericordioso para exercer justiça sobre o pecador? Basta contemplar a cruz do Calvá­rio. A morte do Filho de Deus mostra que “o salário do pecado é a morte” (Romanos 6:23) e que toda violação da lei de Deus precisa ser punida. Cristo, que não tinha pecado, tornou-Se pecado pelo ser hu­mano. Suportou a culpa da transgressão e o ocultamento da face do Pai, até que Seu coração fosse partido e Sua vida se desfizesse. Todo esse sacrifício foi feito para que os pecadores pudessem ser salvos. E todos aqueles que se recusam a receber o perdão providenciado a tal custo devem carregar sua própria culpa e castigo da transgressão.</p>
<p><strong>As condições são apresentadas –</strong> “A quem tiver sede, darei de be­ber gratuitamente da fonte da água da vida” (Apocalipse 21:6). Essa promessa é apenas para aqueles que têm sede. “O vencedor herdará tudo isto, e Eu serei seu Deus e ele será Meu filho” (Apocalipse 21:7). As condições são especificadas. Para receber a recompensa, teremos de alcançar a vitória.</p>
<p>“Para os ímpios, no entanto, nada irá bem” (Eclesiastes 8:13). O pecador está “acumulando ira contra si mesmo, para o dia da ira de Deus, quando se revelará o Seu justo julgamento. Deus ‘retribuirá a cada um conforme o seu procedimento’. [...] Haverá tribulação e an­gústia para todo ser humano que pratica o mal” (Romanos 2:5, 6, 9).</p>
<p>“Nenhum imoral, ou impuro, ou ganancioso, que é idólatra, tem herança no Reino de Cristo e de Deus” (Efésios 5:5). “Felizes os que lavam as suas vestes, e assim têm direito à árvore da vida e podem entrar na cidade pelas portas. Fora ficam os cães, os que praticam fei­tiçaria, os que cometem imoralidades sexuais, os assassinos, os idóla­tras e todos os que amam e praticam a mentira” (Apocalipse 22:14, 15).  </p>
<p>Deus declarou aos seres humanos qual é o Seu método de tratar com o pecado. “Todos os rebeldes serão destruídos” (Salmo 37:38). A autoridade do governo divino será utilizada para eliminar a rebelião, mas as manifestações da justiça que retribui serão correspondentes ao caráter de Deus, que é misericordioso e bondoso.</p>
<p>Deus não força a vontade. Ele não tem prazer na obediência es­crava. Deseja que aqueles criados por Suas mãos O amem porque Ele é digno de amor. Deseja que Lhe obedeçam porque reconhecem de maneira inteligente Sua sabedoria, justiça e benevolência.</p>
<p>Os princípios do governo divino estão em harmonia com o man­damento do Salvador: “Amem os seus inimigos” (Mateus 5:44). Deus executa justiça sobre os ímpios para o bem do Universo, e até mes­mo para o bem daqueles sobre quem Seus juízos são executados. Ele os faria felizes, caso fosse possível. Deus os cerca de manifestações de Seu amor e lhes oferece Sua misericórdia. Porém, eles despre­zam Seu amor, anulam Sua lei e rejeitam Sua misericórdia. Cons­tantemente recebem as dádivas de Deus, e ainda assim desonram</p>
<p>o Doador. O Senhor tolera por muito tempo a perversidade deles; mas jamais acorrentará esses rebeldes a Seu lado, forçando-os a fa­zer Sua vontade.</p>
<p><strong>Despreparados para entrar no Céu –</strong> Aqueles que escolheram o mal não estão preparados para comparecer à presença de Deus. Orgu­lho, engano, devassidão e crueldade fixaram-se em seu caráter. Como eles poderiam entrar no Céu, para morar eternamente com aqueles a quem odiaram na Terra? A verdade nunca será agradável ao menti­roso; a humildade não satisfará o orgulhoso; a pureza não é aceitável ao corrupto; o amor abnegado não parece atraente ao egoísta. Que fonte de alegria poderia o Céu oferecer para aqueles que se acham absorvidos em interesses egoístas?</p>
<p>Poderiam aqueles que têm o coração cheio de ódio a Deus, à ver­dade e à santidade, unir-se à multidão celestial e aos seus cânticos de louvor? Muito tempo lhes foi concedido, porém jamais exercita­ram a mente no amor à pureza. Jamais aprenderam a linguagem do Céu. Então, será tarde demais.</p>
<p>Uma vida de rebeldia contra Deus os desqualificou para o Céu. A pureza e santidade desse lugar seriam uma tortura para eles; a glória de Deus seria um fogo consumidor. Desejariam fugir daquele santo lu­gar e dariam boas-vindas à destruição, para que pudessem esconder-se da face de quem morreu para salvá-los. O destino dos perdidos é de­terminado por sua própria escolha. Sua exclusão do Céu é espontâ­nea, da parte deles, e justa e misericordiosa da parte de Deus. Como as águas do Dilúvio de Noé, o julgamento do grande dia confirma o veredicto divino, de que os ímpios são incorrigíveis. A vontade deles foi exercitada na rebelião. Ao terminar a vida, é tarde demais para alterarem seus pensamentos da transgressão para a obediência, do ódio para o amor.</p>
<p><strong>Dois destinos –</strong> “O salário do pecado é a morte, mas o dom gratuito de Deus é a vida eterna em Cristo Jesus, nosso Senhor” (Romanos 6:23). Enquanto que a vida é a herança dos justos, a mor­te é o destino dos ímpios. A “segunda morte” é contrastada com a vida eterna (veja Apocalipse 20:14).</p>
<p>Em consequência do pecado de Adão, a morte passou a toda a raça humana. Todos igualmente descem à sepultura. E através do plano da salvação, todos ressuscitarão. “Haverá ressurreição tanto de justos como de injustos” (Atos 24:15). “Da mesma forma como em Adão todos morrem, em Cristo todos serão vivificados” (1 Coríntios 15:22). Porém, existe uma distinção entre os dois gru­pos de pessoas que ressuscitam. “Todos os que estiverem nos túmu­los ouvirão a Sua voz e sairão; os que fizeram o bem ressuscitarão para a vida, e os que fizeram o mal ressuscitarão para serem conde­nados” (João 5:28, 29).</p>
<p><strong>Fim do sofrimento –</strong> Aqueles que foram “considerados dignos” da ressurreição da vida (Lucas 20:35), são “felizes e santos”. “A segunda morte não tem poder sobre eles” (Apocalipse 20:6). Mas aqueles que não receberam o perdão, através de arrependimento e fé, receberão o “salário do pecado”, ou seja, a punição “conforme o seu procedimen­to” (Romanos 2:6), que finaliza com a “segunda morte”.</p>
<p>Visto ser impossível para Deus salvar os pecadores em seu peca­do, Ele os priva da existência, que perderam por suas transgressões, e da qual mostraram ser indignos. “Um pouco de tempo, e os ímpios não mais existirão; por mais que você os procure, não serão encon­trados” (Salmo 37:10).</p>
<p>&nbsp;</p>
<p><strong>Deus não força a vontade. Ele não tem prazer na obediência escrava.</strong></p>
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<p>Assim será o fim do pecado. João, no Apocalipse, ouve uma antífona univer­sal de louvor, não perturbada por qual­quer nota de desarmonia (veja Apoca­lipse 7:9-12). Não haverá almas perdidas para blasfemarem de Deus, contorcendo­se em tormento interminável. Não exis­tirão seres infelizes no inferno, unindo seus gritos aos cânticos dos salvos.</p>
<p>A doutrina de que o ser humano está consciente na morte baseia-se no erro de que ele possui imortalidade inata. Assim como o tormento eterno, essa doutrina contradiz os ensinos da Bíblia, a razão e nossos senti­mentos de humanidade.</p>
<p>Segundo a crença popular, os salvos no Céu conhecem tudo o que ocorre na Terra. Mas como poderiam os mortos ser felizes sa­bendo das dificuldades dos vivos, vendo-os suportar todas as tris­tezas, desapontamentos e angústias da vida? Quão revoltante é a crença de que, logo que o fôlego deixa o corpo, a alma do perdido é entregue às chamas!</p>
<p>O que diz a Bíblia? O ser humano não está consciente na mor­te. “Sai-lhes o espírito, e eles tornam para a terra; naquele mesmo dia perecem os seus pensamentos” (Salmo 146:4, ARC). “Os vivos sabem que morrerão, mas os mortos nada sabem [...]. Para eles o amor, o ódio e a inveja há muito desapareceram; nunca mais terão parte em nada do que acontece debaixo do Sol” (Eclesiastes 9:5, 6). “A sepultura não pode louvar-Te, a morte não pode cantar o Teu louvor. Aqueles que descem à cova não podem esperar pela Tua fidelidade. Os vivos, somente os vivos, Te louvam, como hoje estou fazendo” (Isaías 38:18, 19). “Quem morreu não se lembra de Ti. Entre os mortos, quem Te louvará?” (Salmo 6:5).</p>
<p>Paulo escreve: “Se os mortos não ressuscitam, nem mesmo Cristo ressuscitou. E, se Cristo não ressuscitou, inútil é a fé que vocês têm, e ainda estão em seus pecados. Neste caso, também os que dormiram em Cristo estão perdidos” (1 Coríntios 15:16-18). Se durante quatro mil anos, os justos, ao morrer, tivessem ido diretamente para o Céu, como poderia Paulo haver dito que, se não há ressurreição, “os que dormiram em Cristo estão perdidos”?</p>
<p><strong>Finalmente imortais –</strong> Quando estava para deixar Seus discípulos, Jesus lhes disse que um dia estariam com Ele: “Vou preparar-lhes lu­gar. E se Eu for e lhes preparar lugar, voltarei e os levarei para Mim, para que vocês estejam onde Eu estiver” (João 14:2, 3). Paulo também afirma que “dada a ordem, com a voz do arcanjo e o ressoar da trombe­ta de Deus, o próprio Senhor descerá dos Céus, e os mortos em Cristo ressuscitarão primeiro. Depois nós, os que estivermos vivos seremos arrebatados com eles nas nuvens, para o encontro com o Senhor nos ares. E assim estaremos com o Senhor para sempre”. E acrescenta: “Consolem-se uns aos outros com essas palavras” (1 Tessalonicenses 4:16-18). Na vinda do Senhor, as algemas do túmulo serão quebradas e os “mortos em Cristo” ressuscitarão para a vida eterna.</p>
<p>Todos serão julgados de acordo com as coisas escritas nos livros e recompensados segundo suas ações. Esse juízo não ocorre por oca­sião da morte. Deus “estabeleceu um dia em que há de julgar o mundo com justiça” (Atos 17:31). “O Senhor vem com milhares de milhares de Seus santos, para julgar a todos” (Judas 14, 15).</p>
<p>Se, porém, os mortos já estão desfrutando da bem-aventurança celestial ou contorcendo-se nas chamas do inferno, que necessidade há de um juízo futuro? A Palavra de Deus pode ser entendida por to­dos. Que mente imparcial, contudo, é capaz de ver sabedoria ou jus­tiça nessa falsa teoria? Ao entrarem no Céu, Jesus dirá: “Muito bem, servo bom e fiel! [...] Venha e participe da alegria do seu Senhor!” (Mateus 25:21). Porém, como os justos poderão receber esse elogio se estiveram morando em Sua presença durante longos séculos? E se­rão os ímpios convocados do lugar do tormento eterno a fim de rece­ber novamente a sentença do Juiz?</p>
<p>A teoria da imortalidade da alma foi uma das falsidades que os cristãos tomaram emprestadas do paganismo. Lutero classificou-a entre as “monstruosas fábulas que fazem parte do lixo romano das decretais” (E. Petavel, <em>The Problem of Immortality</em>, p. 255). A Bíblia, entretanto, ensina que os mortos dormem até a ressurreição.</p>
<p>Bendito descanso para o justo exausto! Seja longo ou breve o tem­po em que permanece na sepultura, parece-lhe apenas um breve mo­mento. “A trombeta soará, os mortos ressuscitarão incorruptíveis e nós seremos transformados. [...] Quando, porém, o que é corruptível se revestir de incorruptibilidade, e o que é mortal, de imortalidade, então se cumprirá a palavra que está escrita: ‘A morte foi destruída pela vitória’” (1 Coríntios 15:52, 54).</p>
<p>Quando os salvos são chamados de seu profundo sono, o pensamen­to deles começa exatamente onde havia parado. A última sensação foi a agonia da morte; o último pensamento, o de que estavam sendo domina­dos pela sepultura. Ao se levantarem da tumba, seu primeiro alegre pen­samento será expressado na triunfante aclamação: “Onde está, ó morte, a sua vitória? Onde está, ó morte, o seu aguilhão?” (1 Coríntios 15:55). </p>
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		<title>Onde Deus Está Quando as Tragédias Acontecem?</title>
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		<pubDate>Mon, 11 Apr 2011 15:00:08 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Esperança</dc:creator>
				<category><![CDATA[Destaques]]></category>
		<category><![CDATA[Verdades para o tempo do fim]]></category>
		<category><![CDATA[dor]]></category>
		<category><![CDATA[morte]]></category>
		<category><![CDATA[sofrimento]]></category>

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		<description><![CDATA[Tragédias! Elas são indescritíveis. Não têm hora para chegar, não pedem licença e interrompem os sonhos, no início ou na melhor parte deles. Elas não têm a cortesia de esperá-los [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p><img class="alignleft size-full wp-image-524" title="1069765_sadness" src="http://www.esperanca.com.br/wp-content/uploads/2009/10/1069765_sadness.jpg" alt="1069765_sadness" width="300" height="200" />Tragédias! Elas são indescritíveis. Não têm hora para chegar, não pedem licença e interrompem os sonhos, no início ou na melhor parte deles. Elas não têm a cortesia de esperá-los terminarem.</p>
<p>A tragédia, em geral, parece acontecer só com as outras pessoas. Mas quando ocorre conosco, uma pergunta insistente paira no ar: por quê? Onde Deus está quando a tragédia ataca? Ele sabe onde estamos e o que está acontecendo conosco? Ele vê quando estamos sofrendo? Realmente se importa? Se sim, por que não vem nos socorrer?</p>
<p>Jamais entenderemos os problemas; jamais compreenderemos todas as desgraças, enquanto não buscarmos desvendar o que se passa por trás de tudo isso. Não há meio de entendermos o sofrimento, enquanto não entendermos a Deus.</p>
<p>Precisamos, realmente, compreender o dilema divino. Deus não queria brinquedos para manipular e controlar. Ele não criou robôs. O Criador não tencionou formar pessoas movidas a bateria. Ele queria gente de verdade a quem pudesse amar e por quem pudesse ser amado. Deus queria que os homens fossem livres para escolher. “Se, porém, não lhes agrada servir ao Senhor, escolham hoje a quem irão servir, se aos deuses que os seus antepassados serviram além do Eufrates, ou aos deuses dos amorreus, em cuja terra vocês estão vivendo. Mas, eu e a minha família serviremos ao Senhor.” Josué 24:15. Essa foi a liberdade de escolha que Deus deu aos anjos e a todos os seres criados. Quando fez isso, Ele correu um tremendo risco: alguém, em algum lugar, poderia escolher se rebelar. E foi exatamente isso o que aconteceu.</p>
<p>O profeta Isaías escreveu a esse respeito: “Como você caiu dos céus, ó estrela da manhã, filho da alvorada! Como foi atirado à terra, você, que derrubava as nações! Você, que dizia no seu coração: Subirei aos céus; erguerei o meu trono acima das estrelas de Deus; eu me assentarei no monte da assembléia, no ponto mais elevado do monte santo. Subirei mais alto que as mais altas nuvens; serei como o Altíssimo.” Isaías 14:12 a 14. Lúcifer era o filho da alva! Era o anjo mais elevado do Céu, aquele que ficava junto ao trono! Mas ele ficou orgulhoso e quis ocupar o lugar de Deus!</p>
<p><img class="alignright size-medium wp-image-525" title="Incendio" src="http://www.esperanca.com.br/wp-content/uploads/2009/10/incendinho-300x201.jpg" alt="Incendio" width="300" height="201" />Aprendemos mais sobre esse assunto no livro do profeta Ezequiel: “Você foi ungido como um querubim guardião, pois para isso eu o designei. Você estava no monte santo de Deus e caminhava entre as pedras fulgurantes. Você era inculpável em seus caminhos desde o dia em que foi criado até que se achou maldade em você. Seu coração tornou-se orgulhoso por causa da sua beleza, e você corrompeu a sua sabedoria por causa do seu esplendor. Por isso eu o atirei à terra; fiz de você um espetáculo para os reis.” Ezequiel 28:14, 15 e 17. Que lindo anjo Lúcifer deve ter sido! Mas o coração dele se exaltou por causa da sua beleza. Ele corrompeu sua sabedoria por causa de seu resplendor.</p>
<p>Há pessoas que dizem que Deus é o responsável pelo mal, por ter criado Lúcifer. Afirmam que Deus criou o diabo. Mas isso não é realmente verdade. O que a Bíblia nos revela é que “o anjo de luz” era perfeito nos seus caminhos desde o dia em que foi criado. E o Criador deu-lhe o poder e a liberdade de escolha da mesma maneira como faz conosco.</p>
<p>Ao exercer sua liberdade de escolha, Lúcifer transformou-se em alguém mau. Diante disso, o que Deus faria? Observe o dilema divino: Deus poderia impedir a rebelião do anjo caído, deixando de criar pessoas. Ele poderia preencher o Universo com sóis, galáxias e planetas, deixando-os desabitados. No entanto, Deus preferiu criar as pessoas porque só elas podem amar.</p>
<p><strong>Não há meio de entendermos o sofrimento, enquanto não entendermos a Deus. </strong></p>
<p>Depois da rebelião de Lúcifer, a harmonia do Universo acabou, mas ainda restaram várias opções. Deus poderia ter optado forçar Seus súditos ou poderia descartá-los, jogando-os fora, como se faz com brinquedos quebrados. Caso Ele tivesse agido dessa maneira, não seria compreendido. O Pai provaria apenas que, de fato, queria robôs e não pessoas que pudessem exercer a liberdade de escolha. Deus poderia explicar as razões pelas quais expulsou os anjos rebeldes do Céu; mas explicar a natureza do pecado estaria além da compreensão de seres que nunca tinham presenciado o pecado.</p>
<p>Talvez, Deus pudesse simplesmente ignorar a rebelião, mas se tivesse agido assim, o resultado seria o caos, já que ela poderia se alastrar e o Universo inteiro cairia. Só havia uma maneira segura de lidar com a rebelião: permitir que o pecado demonstrasse seu verdadeiro caráter. E isso levaria muito tempo. Implicaria em milhares de anos de sofrimento, guerras, catástrofes, inveja, ódio e violência, tudo isso causado pelo anjo rebelde. Seria necessário tempo suficiente para que seres humanos, anjos e habitantes de outros mundos vissem a verdadeira face do pecado. Deus, então, poderia finalmente destruir o pecado sem nenhuma voz de reprovação.</p>
<p>A segurança do Universo exige que o pecado seja destruído, um dia. Mas Deus não tomará essa decisão extrema se não tiver a aprovação de todos os seres inteligentes. No entanto, a rebelião demandou uma ação imediata da parte de Deus. E o resultado foi uma guerra no Céu. “Houve então uma guerra nos céus. Miguel e seus anjos lutaram contra o dragão, e o dragão e os seus anjos revidaram. Mas estes não foram suficientemente fortes, e assim perderam o seu lugar nos céus. O grande dragão foi lançado fora. Ele é a antiga serpente chamada Diabo ou Satanás, que engana o mundo todo. Ele e os seus anjos foram lançados à terra.” Apocalipse 12:7 a 9.</p>
<p><strong>O pecado será destruído, um dia. A segurança do Universo exige isso.</strong></p>
<p><strong> </strong></p>
<p>A rebelião de Lúcifer havia trazido uma assustadora nota de discórdia à harmonia celeste.  Uma decisão deveria ser tomada, pois a ameaça dessa desarmonia se espalhar pelo Universo era real. Por isso, Miguel e Seus anjos lutaram contra o dragão (antes Lúcifer, agora Satanás) e seus anjos. O diabo e seus adeptos foram derrotados e, finalmente, expulsos do Céu.</p>
<p>A despeito de saber o risco que o nosso planeta correria, o plano da Criação seria mantido. Os seres humanos também seriam criados com liberdade de escolha. E quando o plano da criação deste mundo foi executado, Deus estava tranqüilo porque sabia exatamente o que fazer caso Adão e Eva participassem da rebelião proposta por Satanás. Deus enfrentaria seu inimigo não com força nem com armas, mas com uma cruz. A Trindade havia concordado que se os seres humanos se juntassem à conspiração, Deus, o Filho (a segunda pessoa da Trindade) viria à Terra para morrer em lugar do homem. Deus já possuía o Calvário em Seu coração porque Ele salvaria toda a humanidade com o “Cordeiro que foi morto desde a criação do mundo.” Apocalipse 13:8.</p>
<p>Que declaração! Ela nos conta uma tremenda história. O Cordeiro (Jesus) estava pronto para morrer desde a fundação do mundo. Essa seria a arma com a qual Deus combateria o pecado: o Cordeiro morto numa cruz. E, com essa arma, Ele seria vencedor. E agora, Satanás abandonaria sua guerra contra Deus? Não!</p>
<p>Ainda assim, é impossível entender as tragédias se não atentarmos para esse conflito cósmico que está em andamento. O sofrimento será sempre um mistério até que compreendamos o que está acontecendo nos bastidores. Temos a tendência de creditarmos a nós mesmos todos os sucessos e as coisas boas da vida e de culparmos a Deus por todas as desgraças e tragédias.</p>
<p>A Bíblia nos relata a interessante experiência de Jó. Ao lê-la, conhecemos os participantes que estão por trás das cenas da vida. Somos informados que ocorreu uma conversa entre Deus e Satanás. O Senhor conhecia a lealdade de Seu servo, mas Satanás, por sua vez, declarou que Jó servia a Deus somente porque era favorecido. Sendo assim, permitiu que Satanás fizesse o que bem entendesse, desde que não tocasse na saúde dele. “Mas estende a tua mão e fere tudo o que ele tem, e com certeza ele te amaldiçoará na tua face. O Senhor disse a Satanás: Pois bem, tudo o que ele possui está nas suas mãos; apenas não toque nele. Então Satanás saiu da presença do Senhor.” Jó 1:11 e 12.</p>
<p><img class="alignleft size-full wp-image-526" title="1189370_cemetery" src="http://www.esperanca.com.br/wp-content/uploads/2009/10/1189370_cemetery.jpg" alt="1189370_cemetery" width="300" height="224" />Apesar de tudo o que lhe sobreveio, Jó manteve sua total confiança em Deus. Então, Satanás disse que se pudesse atingir a saúde dele, sua lealdade vacilaria. Deus permitiu que o diabo prosseguisse, desde que poupasse a vida do seu servo. “Estende a tua mão e fere a sua carne e os seus ossos, e com certeza ele te amaldiçoará na tua face. O Senhor disse a Satanás: Pois bem, ele está nas suas mãos; apenas poupe a vida dele. Saiu, pois, Satanás da presença do Senhor e afligiu Jó com feridas terríveis, da sola dos pés ao alto da cabeça.” Jó 2:5-7. As chagas vieram&#8230; E como doíam! Os que se diziam amigos de Jó, sentaram-se e olharam para ele durante sete dias sem dizer uma só palavra.  Quando abriram a boca, disseram que ele deveria ser um terrível pecador para merecer tamanho castigo. Que tortura! Aqueles homens pensaram que Deus estava provocando tudo aquilo, afinal de contas, para eles, Deus era  o responsável. Muitas pessoas ficam confusas nesse ponto, mas é Satanás quem se delicia em sair e levar sofrimento e desgraça aos seres humanos.</p>
<p><strong>É impossível entender as tragédias se não atentarmos para esse conflito cósmico que está em andamento.</strong></p>
<p>A exemplo do que fez no passado, Jesus gostaria de andar pelos caminhos e vilas, pelos hospitais e clínicas e não deixar nenhum doente. Ele gostaria de mandar para casa cada paciente perfeitamente curado, impedir que os carros colidissem, evitar que os aviões caíssem, que os acidentes ocorressem e que os terremotos, as inundações e os incêndios não acontecessem. Mas se Deus realmente gostaria que todas essas coisas não acontecessem, por que não o faz? Por que Ele não se apresenta e acaba com o sofrimento? Seu poder estaria faltando? Deus não pode fazer alguma coisa pelos nossos problemas além de expressar Sua simpatia?</p>
<p>Não seria justo mencionar falta de poder para Aquele que falou e tudo se fez. Seria, então, ausência de amor? Mas, se fosse falta de amor, Deus não entregaria Seu Filho para morrer em nosso lugar. Então, qual é o problema? Se Ele é poderoso o suficiente e ama o bastante, por que deixa todas as tragédias acontecerem?</p>
<p><strong>É Satanás quem se delicia em sair e levar sofrimento e desgraça aos seres humanos.</strong></p>
<p>Deus age assim porque é sábio. Se fosse enfrentar a rebelião da maneira como queremos, isso faria somente com que ela se alastrasse ainda mais. Se Ele fizesse o que gostaria, se curasse toda doença e impedisse todas as armas de dispararem e todos os acidentes de acontecerem, se fizesse o possível para tornar a vida mais suave para nós, jamais entenderíamos o quanto o pecado é cruel, impiedoso e mortífero. No entanto, o maior de todos os mistérios é a razão pela qual o inocente deve sofrer com o culpado.</p>
<p>Se o Senhor protegesse e curasse Seus filhos e respondesse a todas as orações como gostaria de fazer, deixando a tragédia cair somente sobre aqueles que rejeitam Sua graça, Satanás O acusaria de ser injusto. E mais: ele afirmaria que servimos a Deus por causa de Seus favores especiais.A discussão entre Deus e Satanás não terminou. E até que termine, muitas coisas ruins acontecerão a todos.</p>
<p>É impossível compreender as lágrimas e o sofrimento a não ser que entendamos o conflito que está caminhando rumo à solução final. É um conflito a ser decidido entre Deus e Satanás, entre o bem e o mal. Você e eu estamos envolvidos nessa questão. Anjos do bem e do mal estão disputando por nossa lealdade. Se nossos olhos se abrissem para o mundo invisível, veríamos como essas batalhas são ferozes.</p>
<p>Um dia, muito breve, Deus explicará os estranhos mistérios da vida. E nós entenderemos e aprovaremos o modo como Ele conduziu as coisas.</p>
<p><strong>É impossível compreender as lágrimas e o sofrimento a não ser que entendamos o conflito que está caminhando rumo à solução final.</strong></p>
<p><strong> </strong></p>
<p><strong>VERIFIQUE SEU APRENDIZADO</strong></p>
<p>1. Deus seria justo se protegesse e cuidasse somente daqueles que O servem.</p>
<p>(   ) Certo          (   ) Errado</p>
<p>2. Antes de Adão e Eva pecarem, Deus já havia decidido que Jesus viria a este mundo para morrer no lugar do ser humano.</p>
<p>(   ) Certo          (   ) Errado</p>
<p>3. O principal responsável pelo sofrimento é:</p>
<p>a (   ) Satanás</p>
<p>b (   ) Deus</p>
<p>c (   ) o pecado</p>
<p>4. Marque V ou F, quando a afirmação for verdadeira ou falsa:</p>
<p>a (   ) Não há meio de entendermos o sofrimento, enquanto não entendermos a Deus e Seu plano de salvação.</p>
<p>b (   ) O pecado acaba quando morremos.</p>
<p>c (   ) Jesus estava pronto para morrer desde a criação do mundo.</p>
<p>d (   ) Ao criar o homem, Deus pensou em gente de verdade a quem pudesse amar e por quem pudesse ser amado.</p>
<p><strong>Meu compromisso:</strong></p>
<p>Decido confiar em Deus, a despeito de todo o sofrimento, pela certeza de que Ele conduz as coisas pensando em me salvar.</p>
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		<title>Existe esperança para o sofrimento?</title>
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		<pubDate>Mon, 11 Apr 2011 10:11:22 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Esperança</dc:creator>
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		<category><![CDATA[doença]]></category>
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		<category><![CDATA[morte]]></category>
		<category><![CDATA[sofrimento]]></category>

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		<description><![CDATA[Como lidar com o sofrimento. Como enfrentar a doença e a morte. Se Deus existe e Ele é Amor porque sofremos? Existe Esperança para o sofrimento? Se você perdeu alguém [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p><a target="_blank" href="mms://strm04.novotempo.org.br/ntmc_pt-br_v/estaescrito/sermoes/impacto/ee-impacto-02.wmv"><img class="alignleft size-full wp-image-234" title="videoesperanca" src="http://www.esperanca.com.br/wp-content/uploads/2009/07/videoesperanca.jpg" alt="videoesperanca" width="232" height="272" /></a></p>
<p>Como lidar com o sofrimento. Como enfrentar a doença e a morte. Se Deus existe e Ele é Amor porque sofremos? Existe Esperança para o sofrimento?</p>
<p>Se você perdeu alguém que amava. Se está sentindo a falta de um querido que faleceu, então conheça o consolo que Deus quer dar para você. Assista este vídeo.</p>
<p><object classid="clsid:6bf52a52-394a-11d3-b153-00c04f79faa6" width="320" height="240" codebase="http://activex.microsoft.com/activex/controls/mplayer/en/nsmp2inf.cab#Version=5,1,52,701"><param name="url" value="mms://strm04.novotempo.org.br/ntmc_pt-br_v/estaescrito/sermoes/impacto/ee-impacto-02.wmv" /><param name="src" value="mms://strm04.novotempo.org.br/ntmc_pt-br_v/estaescrito/sermoes/impacto/ee-impacto-02.wmv" /><embed type="application/x-mplayer2" width="320" height="240" src="mms://strm04.novotempo.org.br/ntmc_pt-br_v/estaescrito/sermoes/impacto/ee-impacto-02.wmv" url="mms://strm04.novotempo.org.br/ntmc_pt-br_v/estaescrito/sermoes/impacto/ee-impacto-02.wmv"></embed></object></p>
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		<title>A verdade sobre a morte</title>
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		<pubDate>Tue, 24 Aug 2010 13:43:01 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Esperança</dc:creator>
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		<description><![CDATA[O que acontece a uma pessoa, depois da morte? As tentativas feitas para se responder a essa pergunta são muitas. E a maioria delas só consegue aprofundar a angústia e [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>O que acontece a uma pessoa, depois da morte? As tentativas feitas para se responder a essa pergunta são muitas. E a maioria delas só consegue aprofundar a angústia e a tristeza que envolvem o assunto, e aumentar as dúvidas. Para uns, ao morrer, o indivíduo vai direto para o Céu ou para o inferno. Para outros, ele será um espírito que encarnará sucessivamente em outros seres. Em meio a idéias conflitantes, necessitamos obter uma resposta produtora de segurança, que só pode ser encontrada na Palavra de Deus.</p>
<p><embed src="http://blip.tv/play/hossgfu_IgA" type="application/x-shockwave-flash" width="520" height="400" allowscriptaccess="always" allowfullscreen="true"></embed></p>
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		<title>A Alma é imortal?</title>
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		<pubDate>Wed, 17 Feb 2010 17:57:36 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Esperança</dc:creator>
				<category><![CDATA[Destaques]]></category>
		<category><![CDATA[Morte]]></category>
		<category><![CDATA[A Alma é imortal?]]></category>
		<category><![CDATA[morte]]></category>

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		<description><![CDATA[De acordo com a Bíblia, a “alma” só existe enquanto o ser humano está vivo. Isso mesmo: “alma” não é uma entidade consciente que pode ser separada do corpo, mas [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p><img class="alignleft size-full wp-image-781" title="morte-esperanca2" src="http://www.esperanca.com.br/wp-content/uploads/2010/02/morte-esperanca2.jpg" alt="" width="238" height="320" />De acordo com a Bíblia, a “alma” só existe enquanto o ser humano está vivo. Isso mesmo: “alma” não é uma entidade consciente que pode ser separada do corpo, mas <strong>o próprio corpo vivo</strong>. Para entendermos o conceito de “alma”, não deveríamos recorrer à filosofia grega<a href="http://www.esperanca.com.br/wp-includes/js/tinymce/plugins/paste/pasteword.htm?ver=327-1235#_ftn1">[1]</a>, mas à origem de vida como foi descrita por Deus em Gênesis 2:7: <strong><em>&#8220;Então formou o Senhor Deus ao homem do pó da terra, e lhe soprou nas narinas o fôlego de vida, e o homem passou a ser alma vivente.&#8221;</em></strong></p>
<p>Perceba que Deus reuniu duas coisas: <span style="text-decoration: underline;">pó da terra</span> e <span style="text-decoration: underline;">fôlego de vida</span> (que vem de Deus). Com Seu poder cria­dor, ordenou que da mistura dessas duas coisas aparecesse <strong>o homem vivo, uma alma vivente</strong>. Gênesis 2:7 não diz que o ser humano <strong>tem</strong>, mas que ele <strong>é</strong> uma alma. <span style="text-decoration: underline;">Homem vivo e alma vivente é a mesma coisa</span>.</p>
<p>Quando o <span style="text-decoration: underline;">pó da terra</span> e o <span style="text-decoration: underline;">fôlego de vida</span> se separam, desaparece a “alma” – a pessoa que era viva passa a se decompor.</p>
<p>Em Eclesiastes 3:19 e 20 lemos que, na morte, tanto os seres humanos quanto os animais vão  para o mesmo lugar, indicando que ninguém, na atualidade, antes do juízo final (Apocalipse 20) vai para “um lugar intermediário”, “Céu” ou inferno: <strong><em>&#8220;Porque o que sucede aos filhos dos homens, sucede aos animais; o mesmo lhes sucede. Como morre um, assim morre o outro, todos têm o mesmo fôlego de vida, e nenhuma vantagem tem o homem sobre os animais; todos vão para o mesmo lugar; todos procedem do pó, e ao pó tornarão.&#8221;</em></strong></p>
<p>No Novo Testamento, Jesus Cristo comparou a morte ao sono, indicando assim que os queridos que estão na sepultura estão dormindo: <strong><em>&#8220;Isto dizia, e depois lhes acrescentou: Nosso amigo Lázaro adormeceu, mas vou para despertá-lo. Disseram-lhe, pois, os discípulos: Senhor, se dorme, estará salvo. Jesus, porém, falara com respeito à morte de Lázaro; mas eles supunham que tivesse falado do repouso do sono. Então Jesus lhes disse claramente: Lázaro morreu.&#8221;</em></strong> João 11:11-14.</p>
<p>No sono, a pessoa perde a noção do tempo e da existência e não sabe nada do que acontece ao seu redor. O mesmo ocorre na morte, segundo a Bíblia: <strong><em>&#8220;Porque os vivos sabem que hão de morrer, mas os mortos não sabem de coisa nenhuma&#8230; Amor, ódio e inveja para eles já pereceram; para sempre não têm eles parte em coisa alguma do que se faz debaixo do sol&#8230; no além para onde tu vais, não há obra, em projetos, nem conhecimento, nem sabedoria alguma.”</em></strong><em> </em>Eclesiastes 9:5, 6 e 10.</p>
<p><strong>Há esperança!</strong></p>
<p>            Mesmo não havendo consciência depois da morte, ela não é o fim de tudo! A Bíblia ensina que na volta gloriosa de Jesus (1 Coríntios 15:23; Apocalipse 1:7) Ele irá ressuscitar os mortos (1 Tessalonicenses 4:13-18) e trazê-los à vida novamente. Essa é a doutrina da <strong>ressurreição</strong>, a solução <strong><span style="text-decoration: underline;">de Deus</span></strong> para a morte: <strong><em>“Os vossos mortos e também o meu cadáver viverão e ressuscitarão; despertai e exultai, os que habitais no pó, porque o teu orvalho, ó Deus, será como o orvalho de vida, e a terra dará à luz os seus mortos.”</em> </strong>Isaías 26:19.</p>
<p><strong><em>“Eu, porém, na justiça contemplarei a tua face; quando acordar, eu me satisfarei com a tua semelhança.”</em></strong><em> </em>Salmo 17:15.</p>
<p><em> <strong>Eis que vos digo um mistério: nem todos dormiremos, mas transformados seremos todos, num momento, num abrir e fechar de olhos, ao ressoar da última trombeta. A trombeta soará, os mortos ressuscitarão incorruptíveis, e nós seremos transformados. Porque é necessário que este corpo corruptível se revista da incorruptibilidade, e que o corpo mortal se revista da imortalidade. E, quando este corpo corruptível se revestir de incorruptibilidade, e o que é mortal se revestir de imortalidade, então, se cumprirá a palavra que está escrita: Tragada foi a morte pela vitória. Onde está, ó morte, a tua vitória? Onde está, ó morte, o teu aguilhão?</strong> </em>1 Coríntios 15:51-55.</p>
<p>Apegue-se a essa promessa e, se um dia perdeu um ente querido, conforte-se com a doutrina da volta de Jesus e da ressurreição dos mortos, como orienta 1 Tessalonicenses 4:18: <strong><em>“Consolai-vos, pois, uns aos outros com estas palavras.”</em> </strong></p>
<p><strong>Considerações finais</strong></p>
<p>A morte é um sono, um estado de inconsciência total até a volta de Jesus. Quando o homem morre, diz Jó 14:21: <strong><em>&#8220;Os seus filhos recebem honras, e ele o não sabe; são humilhados, e ele o não percebe.” </em></strong>Não existem “almas” vagando por aí<a href="http://www.esperanca.com.br/wp-includes/js/tinymce/plugins/paste/pasteword.htm?ver=327-1235#_ftn2">[2]</a>, em algum lugar do espaço. Quando o homem morre, a alma morre, pois o homem e alma são a mesma coisa. O corpo vai para a sepultura e aí fica aguardando, em inconsciência total, a ressurreição, quando for chamado por Deus.</p>
<p>É bom que seja assim, pois quando o homem ressuscitar, ao chamado de Deus, não saberá quanto tempo ficou na sepultura e terá a impressão de que acabou de morrer e já está vendo o Senhor Jesus Cristo. E, no entanto, pode ter ficado na sepultura um dia, um ano, um século ou milênios.</p>
<p>A idéia de que a alma não morre é ensino de Satanás e foi a primeira mentira pregada pelo diabo: <strong><em>&#8220;Então a serpente disse à mulher: É certo que não morrereis.&#8221;</em></strong> Gênesis 3:4. A verdade é aquela que Deus disse, em Gênesis 2:17: <strong><em>&#8220;No dia em que dela comeres, certamente morrerás.”</em></strong> Jesus disse que o diabo é mentiro­so e Pai da mentira (João 8:44). A mentira do diabo é a base do espiritismo e de todo ensino que diz que a alma é imortal sem primeiro a pessoa ser ressuscitada!</p>
<p>Se um dia perdeu um ente querido, apegue-se à promessa de Deus e conforte-se com a doutrina da volta de Jesus e da ressurreição dos mortos, como orienta 1 Tessalonicenses 4:18: <strong><em>“Consolai-vos, pois, uns aos outros com estas palavras.”</em> </strong></p>
<hr size="1" /><a href="http://www.esperanca.com.br/wp-includes/js/tinymce/plugins/paste/pasteword.htm?ver=327-1235#_ftnref1">[1]</a> A crença popular de que a “alma” sai do corpo quando o homem morre e vai para o céu, purgatório ou inferno não tem o apoio da Bíblia. É uma idéia pagã, trazida do Egito e da Babilônia, e introduzida no Ocidente por Platão, o grande filósofo grego. Foi comprada pela Igreja Católica e é ensinada até hoje por quase todas as igrejas cristãs.</p>
<p><a href="http://www.esperanca.com.br/wp-includes/js/tinymce/plugins/paste/pasteword.htm?ver=327-1235#_ftnref2">[2]</a> As que “parecem ser” são demônios personificados, que imitam as pessoas que morreram para iludir os queridos vivos e que estão sensíveis com a perda. Deus condena qualquer prática espírita por isso. Ver Deuteronômio 18:10-14.</p>
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		<title>Alma e espírito</title>
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		<pubDate>Wed, 17 Feb 2010 17:47:23 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Esperança</dc:creator>
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		<category><![CDATA[Morte]]></category>
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		<category><![CDATA[espírito]]></category>
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		<description><![CDATA[  Os significados das palavras “alma” e “espírito” na Bíblia     Algumas informações etimológicas[1]                As palavras “alma” e “espírito” nas Escrituras provêm de palavras hebraicas e gregas, línguas em [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p> </p>
<h2><span style="text-decoration: underline;"><img class="alignleft size-medium wp-image-777" title="cemetery-esperanca" src="http://www.esperanca.com.br/wp-content/uploads/2010/02/cemetery-esperanca-300x219.jpg" alt="" width="300" height="219" />Os significados das palavras “alma” e “espírito” na Bíblia</span></h2>
<p>   </p>
<p><strong>Algumas informações etimológicas</strong><a href="http://www.esperanca.com.br/wp-includes/js/tinymce/plugins/paste/pasteword.htm?ver=327-1235#_ftn1">[1]</a><strong> </strong>  </p>
<p>            As palavras “alma” e “espírito” nas Escrituras provêm de palavras hebraicas e gregas, línguas em que a Bíblia foi escrita. Vejamos:  </p>
<p><span style="text-decoration: underline;">Alma</span> &#8211; No Antigo Testamento, vem do hebraico vpn (<em>nephesh</em>). Ocorre aproximadamente 755 vezes, sendo traduzida de diferentes formas, dependendo do contexto. No Novo Testamento, a palavra grega é quch (<em>psychê</em>) e ocorre aproximadamente 105 vezes.  </p>
<p><span style="text-decoration: underline;">Espírito</span> &#8211; No Velho Testamento são usadas as palavras Mwr (<em>ruach</em>) e hmvn (<em>neshamah</em>). Aparece 377 vezes. No Novo Testamento, a palavra grega para espírito é pneuma (<em>pneuma</em>) e aparece 220 vezes<a href="http://www.esperanca.com.br/wp-includes/js/tinymce/plugins/paste/pasteword.htm?ver=327-1235#_ftn2">[2]</a>.  </p>
<p><strong>Como essas palavras são traduzidas</strong>  </p>
<p>            São explanadas de diversas formas nas Escrituras. Eis alguns exemplos:  </p>
<ul>
<li>Alma é traduzida como: <em><span style="text-decoration: underline;">vida</span> </em>(Gênesis 9:4,5; 35:18; Salmo 31:13), <em><span style="text-decoration: underline;">pessoa</span></em> (Gênesis 14:21; Deuteronômio 10:22; Atos 27:37), <em><span style="text-decoration: underline;">cadáver</span> </em>(Números 9:6); <em><span style="text-decoration: underline;">apetite</span></em> (Ec 6:7) <em><span style="text-decoration: underline;">coração</span></em> (Êxodo 23:9) <em><span style="text-decoration: underline;">ser vivente</span></em> (Apocalipse 16:3) <em>pronomes pessoais</em> (Salmo 3:2; Mateus 26:38)</li>
</ul>
<p><strong>A palavra “alma” aparece na Bíblia aproximadamente 1600 vezes e em nenhum caso refere-se a uma entidade imaterial com imortalidade e que sobreviva fora do corpo.</strong>  </p>
<ul>
<li>Espírito pode ser traduzido como: <em><span style="text-decoration: underline;">vento</span></em> (respiração &#8211; Gênesis 8:1), <em><span style="text-decoration: underline;">espírito</span></em> (no sentido de alento, ânimo &#8211; Juízes 15:19), <em><span style="text-decoration: underline;">atitude</span> ou <span style="text-decoration: underline;">estado de espírito</span> </em>(Romanos 8:15; 1 Coríntios 4:21), <em><span style="text-decoration: underline;">sopro</span></em> ou <em><span style="text-decoration: underline;">hálito de Deus</span> </em>(2 Tessalonicenses 2:8) <em><span style="text-decoration: underline;">consciência</span></em> individual (1 Coríntios 2:11, primeira parte).</li>
</ul>
<p>O termo também é usado para se referir a <strong>seres pessoais</strong>: <em><span style="text-decoration: underline;">anjos e demônios</span> </em>(Hebreus 1:14; 1 Timóteo 4:1; a <em><span style="text-decoration: underline;">Cristo</span> </em>(1 Coríntios 3:17<a href="http://www.esperanca.com.br/wp-includes/js/tinymce/plugins/paste/pasteword.htm?ver=327-1235#_ftn3">[3]</a>) <em><span style="text-decoration: underline;">a Divina natureza de Cristo</span> </em>(Romanos 1:4), à <em><span style="text-decoration: underline;">Terceira Pessoa da Trindade</span></em> (Romanos 8:9-11; 1 Coríntios 2:8-12<a href="http://www.esperanca.com.br/wp-includes/js/tinymce/plugins/paste/pasteword.htm?ver=327-1235#_ftn4">[4]</a>); a <em><span style="text-decoration: underline;">Deus Pai</span></em> (João 4:24) e a <em><span style="text-decoration: underline;">pessoas <strong>vivas</strong></span></em> (Hebreus 12:22, 23).  </p>
<p>Por que existem tantos sentidos para as palavras “alma e espírito”? As línguas bíblicas não possuem um considerável número de verbetes. O hebraico, por exemplo, <span style="text-decoration: underline;">não possui vogais</span>, preposições, ou conjunções. Esta <span style="text-decoration: underline;">escassez </span>de palavras faz com que um termo seja traduzido de diferentes formas.  </p>
<p>            Como comparação, vejamos a língua portuguesa. Mesmo sendo rica em letras e verbetes, enfrenta certas dificuldades. A palavra “manga” tem mais de 1 sentido: refere-se à manga de um casaco e a uma fruta. Se a nossa língua, com seus muitos verbetes, tem palavras com vários sentidos, imagine o alfabeto hebraico!    </p>
<p>            Apesar das diversas traduções, é importantíssimo sabermos que <span style="text-decoration: underline;">o conceito básico de “espírito” e “alma” encontrados no texto de Gênesis 2:7</span>, onde é mencionado o processo utilizado por Deus na criação do homem:  </p>
<p><em>“Então, formou o SENHOR Deus ao homem do pó da terra e lhe soprou nas narinas o fôlego de vida (neshamah), e o homem passou a ser alma (nephesh) vivente”. </em>  </p>
<p>Deus formou ao homem de dois elementos: <span style="text-decoration: underline;">pó da terra</span> e <span style="text-decoration: underline;">fôlego de vida</span>. De acordo com o original, este texto seria da seguinte forma: “Então, formou o Senhor Deus ao homem do pó da terra e lhe soprou nas narinas <span style="text-decoration: underline;">o espírito de vida </span>(fôlego de vida), e o homem passou a ser uma <span style="text-decoration: underline;">pessoa</span> vivente”. Isso significa que no conceito Bíblico:  </p>
<ul>
<li><strong>O principal significado de “espírito” (mesmo podendo ser traduzido de várias maneiras) é <span style="text-decoration: underline;">fôlego de vida</span></strong>;<strong> </strong></li>
<li><strong>“Alma” é a união do corpo com o fôlego de vida, ou seja, a pessoa como um todo. Uma pessoa viva. </strong>Veja Deuteronômio 10:22: <em>“Com setenta almas [pessoas], teus pais desceram ao Egito; e, agora, o SENHOR, teu Deus, te pôs como as estrelas dos céus em multidão.”</em></li>
</ul>
<p><strong> </strong>  </p>
<p><strong>Uma breve ilustração</strong>  </p>
<p>Digamos que você tenha uma lâmpada e não tenha a eletricidade. Teria a luz? Certamente não. Agora, suponhamos que você tenha a eletricidade, mas não tenha a lâmpada. Haveria luz? Também não.  </p>
<p>Para haver a luz, é necessário haver <strong>a lâmpada <em><span style="text-decoration: underline;">e</span></em> a eletricidade</strong>. Apenas um desses itens não basta.  </p>
<p>O mesmo se dá em relação à vida! Para existirmos temos de ter o corpo <strong>e</strong> o espírito (fôlego de Deus). Do contrário não temos vida; deixamos de existir e dormimos o sono da morte. O próprio Cristo, o “Autor da Vida” (Atos 3:15) <strong><span style="text-decoration: underline;">comparou a morte a um sono</span></strong>:  </p>
<p><em>“Isto dizia e depois lhes acrescentou: Nosso amigo <span style="text-decoration: underline;">Lázaro adormeceu</span>, mas vou para despertá-lo. Disseram-lhe, pois, os discípulos: Senhor, se dorme, estará salvo.  <span style="text-decoration: underline;">Jesus, porém, falara com respeito à morte de Lázaro</span>; mas eles supunham que tivesse falado do repouso do sono.  Então, Jesus lhes disse claramente: Lázaro morreu”. </em>João 11:11-14.  </p>
<p>Com essa comparação, Cristo confirmou o que disse Salomão a respeito do estado do ser humano na morte:  </p>
<p><em>“Porque os vivos sabem que hão de morrer, <span style="text-decoration: underline;">mas os mortos não sabem coisa nenhuma</span>, nem tampouco terão eles recompensa, porque a sua memória jaz no esquecimento.  Amor, ódio e inveja para eles já pereceram; para sempre não têm eles parte em coisa alguma do que se faz debaixo do sol”.</em> Eclesiastes 9:5-6.  </p>
<p><strong>O estado do ser humano na morte</strong>  </p>
<p>Na Bíblia, a morte é comparada a um <strong>sono</strong> (sem sonhos) aproximadamente <strong>53 vezes</strong>, indicando assim o estado de <strong>inconsciência</strong> dos mortos <strong>até a volta de Jesus</strong> (ler Salmo 6:5; 13:3; 88:10-12; 115:17; Isaías 38:18-19; Eclesiastes 9:5-6 e 10; 1 Tessalonicenses 4:13-16).  </p>
<p><em>“A Bíblia não apóia em absoluto a doutrina popular de que os mortos permanecem conscientes até a ressurreição. Pelo contrário, enfaticamente refuta tal ensinamento (Sl 115:17; Ec 9:5). Emprega-se comumente o verbo dormir como símbolo da morte (Dt 31:16; 2 Sm 7:12; I Rs 11:43; Jó 14:12 ; Dn 12:2; Jo 11:11,12; I Co 15:51; I Ts 4:13-17; etc). A declaração de Jesus, que consolava a seus discípulos com a idéia de que eles voltariam a estar com ele na ocasião de sua segunda vinda e não na morte, ensina claramente que o “sono” não é uma comunicação consciente dos justos com o Senhor (João 14:1-3). Do mesmo modo, Paulo explicou que ao produzir-se o segundo advento, todos os justos que então estão vivos e os mortos que ressuscitarão neste momento se unirão simultaneamente com Cristo, sem que os vivos precedam os mortos (1 Ts 4:16,17)”</em><a href="http://www.esperanca.com.br/wp-includes/js/tinymce/plugins/paste/pasteword.htm?ver=327-1235#_ftn5">[5]</a> <em>.   </em>  </p>
<p>Se a morte fosse um começo de uma nova existência, não poderia ser chamada pelas Escrituras de nossa “inimiga” (1 Coríntios 15:26); teria de ser chamada de <em>amiga</em>, pois estaria nos ajudando a ir para o paraíso&#8230;  </p>
<p><strong>Só Deus é imortal em Sua essência</strong>  </p>
<p>De acordo com as Escrituras, o único que possui a imortalidade é Deus: <em>“a qual, em suas épocas determinadas, há de ser revelada pelo bendito e único Soberano, o Rei dos reis e Senhor dos senhores;  <span style="text-decoration: underline;">o único que possui imortalidade</span>, que habita em luz inacessível, a quem homem algum jamais viu, nem é capaz de ver. A ele honra e poder eterno. Amém!” </em>1 Timóteo 6:15-16.  </p>
<p>Para que o homem fosse eterno, teria de obedecer a Deus e assim teria livre acesso à árvore da vida, que perpetua a existência. Como o ser humano pecou e Deus o expulsou do Éden para que não fosse um pecador imortal, Adão e Eva não comeram mais da árvore da vida, tornando-se assim mortais. (Leia Gênesis 3:22-24; Isaías 51:12). E essa mortalidade herdamos deles (Romanos 5:12 e 6:23).  </p>
<p>Se já fôssemos imortais não haveria necessidade de Adão ter comido da árvore da vida, e, nós, de a comermos no Céu. (ler Gênesis 2:16, 17; 3:23, 24 e Apocalipse 22:2). Como seríamos imortais sendo que Deus privou o homem de comer da árvore da vida? (Gênesis 3:22 e 24). O ser humano foi criado com a imortalidade, mas ela era “condicional” à obediência a Deus.  </p>
<p>Quando Jesus voltar e nos levar com Ele comeremos da árvore da vida para sermos imortais:  </p>
<p><em>“No meio da sua praça, de uma e outra margem do rio, está a árvore da vida, que produz doze frutos, dando o seu fruto de mês em mês, e as folhas da árvore são para a cura dos povos”. </em>Apocalipse 22:2.  </p>
<p><em>“Bem-aventurados aqueles que lavam as suas vestiduras no sangue do Cordeiro, para que lhes assista o direito à árvore da vida, e entrem na cidade pelas portas”.</em> Apocalipse 22:14.  </p>
<p><em>“e, se alguém tirar qualquer coisa das palavras do livro desta profecia, Deus tirará a sua parte da árvore da vida, da cidade santa e das coisas que se acham escritas neste livro”.</em> Apocalipse 22:19.  </p>
<p><strong>Para pensar</strong>  </p>
<ul>
<li>Se já tivéssemos uma alma ou espírito imortal, não haveria necessidade de comermos da árvore da vida;</li>
<li>Se o espírito ou alma já estivessem no Céu ou em algum lugar intermediário (vivendo de um modo imaterial), por que Jesus iria vir nos buscar? Não haveria necessidade se já estivéssemos lá em cima.</li>
</ul>
<p><strong><span style="text-decoration: underline;">A doutrina da ressurreição</span></strong> é uma prova de que a pessoa ainda não recebeu a recompensa eterna, pois, se Jesus vem nos ressuscitar a pessoa para <strong>levar </strong>ao Céu, é sinal de que ela ainda não está lá. Foi por isso que Paulo sempre acreditou que a recompensa dela era no <strong>futuro</strong>, na volta de Jesus: <em>“Já agora a coroa da justiça me está guardada, a qual o Senhor, reto juiz, me dará naquele Dia; e não somente a mim, mas também a todos quantos amam a sua vinda.”</em> 2 Timóteo 4:8.  </p>
<p>E não devemos esquecer que as pessoas que já foram arrebatadas ao Paraíso (Enoque, Moisés e Elias) foram <strong>com o corpo, em vida e não por ocasião da morte </strong>(Moisés foi ressuscitado antes de ir ao céu – ver Judas 1:9). Isto é uma prova <strong>indiscutível</strong> de que o ser humano, ao ir para o Céu, irá <span style="text-decoration: underline;">também com o corpo </span>e não “em espírito”, como ensina a doutrina espírita.  </p>
<h3>A origem da doutrina da imortalidade da alma – breve resumo</h3>
<p>Em Gênesis 3:4 encontramos o primeiro “médium” que existiu no mundo: uma serpente que serviu de “canal” para que o diabo falasse por meio dela e enganasse Eva. Foi satanás quem disse que, mesmo sendo uma pecadora, Eva não morreria: <em>“Então, a serpente disse à mulher: É certo que não morrereis.” </em>Algo totalmente oposto ao que Deus havia dito em Gênesis 2:16, 17.  </p>
<p>Portanto, o criador da doutrina da imortalidade natural da alma foi o diabo. Depois, ele usou recursos humanos para difundir essa teoria até os nossos dias, como disse um influente pastor Presbiteriano:  </p>
<p><em>“A doutrina da imortalidade da alma não é bíblica, mas pagã. Nasceu na Grécia e propagou-se na Igreja, através de Platão, do século V em diante, graças à influência de Agostinho&#8230;”<a href="http://www.esperanca.com.br/wp-includes/js/tinymce/plugins/paste/pasteword.htm?ver=327-1235#_ftn6"><strong>[6]</strong></a></em>  </p>
<p>            Na seqüência histórica surgiu Allan Kardec que, por meio de sua “mediunidade” e escritos incentivou muitos a estudarem o espiritismo, que se tornou bem aceito. Hoje, conta com milhares de adeptos ao redor do mundo, especialmente no Brasil.  </p>
<p><strong>Questões Bíblicas para análise:</strong>  </p>
<p>1) Se a pessoa ao morrer fosse para o céu, o inferno ou um lugar intermediário entre os dois, que necessidade haveria de Jesus voltar e ressuscitar, se nosso ente querido já estivesse num desses lugares? (lembre-se: os filhos de Cristo, ressuscitarão na volta dEle! Ler 1 Coríntios 15:23). É ilógico Jesus enviar-nos do céu “em espírito” à sepultura para depois ter de nos ressuscitar. Como harmonizar a doutrina da ressurreição com a doutrina imortalista?        </p>
<p>2) Como crer que ao morrermos vamos para o Céu se em Hebreus 11:39 e 40 os heróis da fé <span style="text-decoration: underline;">ainda não obtiveram a concretização da promessa</span>, pois Deus <span style="text-decoration: underline;">não quer que sem nós eles sejam aperfeiçoados?</span> (Lembremos de 1 Coríntios 15:20);  </p>
<p>3) Como crer na doutrina da imortalidade da alma sendo que a eternidade do homem era condicional à obediência a Deus, e, por desobedecerem, Adão e Eva foram privados da árvore da vida para que não se tornassem imortais como Deus? Nós não comemos da árvore da vida&#8230; (Gênesis 3:22-23). <strong>Outra questão:</strong> Por que iremos comer da árvore da vida no céu se nosso “espírito” já é imortal? (Apocalipse 22:2);  </p>
<p>4) Se somos imortais, por que devemos ainda “buscar a imortalidade e a incorruptibilidade”? (Romanos 2:7). Se devemos buscar, é porque não a temos;  </p>
<p>5) Por que Jesus diz ser a morte um sono? (João 11:11-14). Se temos uma “alma” ou “espírito” imortal, por que Jesus disse, após Sua ressurreição, que durante a morte “ainda não tinha subido para o Pai?” (João 20:17).  </p>
<p>6) Como harmonizar a doutrina da imortalidade da alma com o texto de Mateus 16:27, no qual diz que “a recompensa será dada quando Jesus voltar”? Se estivessem os mortos no Céu, no inferno ou num lugar intermediário, <strong>já teriam recebido a recompensa antes mesmo do juízo final! </strong>Tal doutrina (vida após a morte) não se harmoniza com a doutrina do Juízo, que está <strong>no futuro</strong> (Atos 17:31).  </p>
<p>7) Jesus disse em João 11:25: “&#8230; <em>Eu sou a ressurreição e a vida; quem crê em mim, ainda que esteja morto, <strong><span style="text-decoration: underline;">viverá</span></strong>”</em>; (João 11:25 grifo meu); Ele não disse: <em>“&#8230; ainda que morra, <strong><span style="text-decoration: underline;">vive</span></strong>&#8230;”.</em> “Ao contrário, Ele declarou, que no <em>futuro</em> trará da sepultura aqueles que morreram nEle. Veja João 5:28 e 29”<a href="http://www.esperanca.com.br/wp-includes/js/tinymce/plugins/paste/pasteword.htm?ver=327-1235#_ftn7">[7]</a>.  </p>
<p><strong><em> </em></strong>  </p>
<p><strong>Quando receberemos a imortalidade</strong>.  </p>
<p>Em João 5:24 o Senhor diz que ao cremos nEle, temos a imortalidade garantida. Mas isto não significa que hoje tenhamos recebido a imortalidade . Isto fica claro nos seguintes textos, onde se afirma que a <span style="text-decoration: underline;">receberemos</span> <strong>quando Jesus voltar </strong>e ressuscitar os justos :<em>“Disse-lhe Jesus: Eu sou a ressurreição e a vida. Quem crê em mim, ainda que morra, <span style="text-decoration: underline;">viverá</span>” </em>João 11:25. <em>“E serás bem-aventurado, pelo fato de não terem eles com que recompensar-te; <span style="text-decoration: underline;">a tua recompensa, porém, tu a receberás na ressurreição dos justos</span>”. </em>Lucas 14:14. <em>“De fato, a vontade de meu Pai é que todo homem que vir o Filho e nele crer tenha a vida eterna; e <span style="text-decoration: underline;">eu o ressuscitarei no último dia</span>”. </em>João 6:40.  </p>
<p>Outros versos:  </p>
<p><em>“Ora, todos estes que obtiveram bom testemunho por sua fé não obtiveram, contudo, a concretização da promessa, por haver Deus provido coisa superior a nosso respeito, para que eles, sem nós, não fossem aperfeiçoados”.</em> Hebreus 11:39-40. “Cada um, porém, por sua própria ordem: Cristo, as primícias; depois, <span style="text-decoration: underline;">os que são de Cristo, na sua vinda</span>”. 1 Coríntios 15:23. <em>“Não queremos, porém, irmãos, que sejais ignorantes <span style="text-decoration: underline;">com respeito aos que dormem</span>, para não vos entristecerdes como os demais, que não têm esperança.  Pois, se cremos que Jesus morreu e ressuscitou, assim também Deus, mediante Jesus, trará, em sua companhia, os que dormem.  Ora, ainda vos declaramos, por palavra do Senhor, isto: nós, os vivos, os que ficarmos até à vinda do Senhor, de modo algum precederemos os que dormem.  <span style="text-decoration: underline;">Porquanto o Senhor mesmo, dada a sua palavra de ordem, ouvida a voz do arcanjo, e ressoada a trombeta de Deus, descerá dos céus</span>, e <span style="text-decoration: underline;">os mortos em Cristo ressuscitarão primeiro</span>;  depois, nós, os vivos, os que ficarmos, seremos arrebatados juntamente com eles, entre nuvens, para o encontro do Senhor nos ares, e, assim, estaremos para sempre com o Senhor”. </em>1 Tessalonicenses 4:13-17.  </p>
<p>Neste texto da carta de Paulo aos Tessalonicenses podemos ver a <strong>seqüência correta</strong> dos eventos <strong>antes</strong> de recebermos a <strong>imortalidade</strong> que <span style="text-decoration: underline;">já nos está assegurada em Cristo</span>:  </p>
<p>      1<sup>o</sup>: Vinda de Jesus;  </p>
<p>2<sup>o</sup>: Ressurreição dos mortos;  </p>
<p>3<sup>o</sup>: Transformação dos vivos;  </p>
<p>4<sup>o</sup>: Arrebatamento dos vivos <strong>juntamente com os mortos ressuscitados</strong>, indicando assim que iremos para o Céu <span style="text-decoration: underline;">todos juntos</span>; os mortos não vão primeiro após a morte;  </p>
<p>5<sup>o</sup>: Encontro com o Senhor nos ares;  </p>
<p>6<sup>o</sup>: Vida eterna ao lado de Cristo.  </p>
<p>Em 1 Coríntios 15 também podemos observar esta seqüência em detalhes:  </p>
<p><em>“Eis que vos digo um mistério: nem todos dormiremos, mas transformados seremos todos,  num momento, num abrir e fechar de olhos, <span style="text-decoration: underline;">ao ressoar da última trombeta</span>. A trombeta soará, <span style="text-decoration: underline;">os mor</span></em></p>
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		<title>Através da dor e além dela</title>
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		<pubDate>Tue, 07 Jul 2009 18:31:33 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Esperança</dc:creator>
				<category><![CDATA[Destaques]]></category>
		<category><![CDATA[morte]]></category>

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		<description><![CDATA[A dor terá fim algum dia? Faz alguns meses que nossa TV repete as cenas de atordoante choque, angustiadas emoções e pungente dor do ato terrorista de 11 de setembro [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p><img src="http://www.esperanca.com.br/wp-content/uploads/2009/07/1185109_sweet_son.jpg" alt="1185109_sweet_son" title="1185109_sweet_son" width="100" height="66" class="alignleft size-full wp-image-220" />
</p>
<p>A dor terá fim algum dia? Faz alguns meses que nossa TV repete as cenas de atordoante choque, angustiadas emoções e pungente dor do ato terrorista de 11 de setembro em Nova Iorque, Washington, DC e Pensilvânia, e seus resultados nos Estados Unidos, Afeganistão e no mundo todo. Misturamos nossas lágrimas com as daqueles que, sem timidez e às vezes incontrolavelmente, choraram perante câmeras de TV por causa de sua tremenda perda.</p>
<p>Na quinta-feira à noite, após aquela terça-feira de terror, eu estava visitando meu filho Kirk em seu apartamento. Vimos pela televisão pessoas que se aglomeravam exibindo fotos de seus amados que ainda se achavam sob os escombros das malfadadas torres do World Trade Center. Aos soluços, homens e mulheres, jovens e velhos, se apresentavam frente às câmeras implorando por qualquer informação sobre seus cônjuges, noivos, irmãos, irmãs, pais e filhos. Não entendo como o repórter podia permanecer ali segurando calmamente o microfone diante daqueles rostos chorosos. A TV mostrou até o presidente dos EUA embargado pela emoção, em face à imensidão da tão horrenda tragédia.</p>
<p>Irá a dor desaparecer algum dia?</p>
<p>Meses depois aprendemos que, numa questão de segundos diabolicamente coordenados em ações simultâneas, a vida sobre este planeta pode ser irrevogavelmente mudada ou permanentemente alterada. Eventos e condições que antes imaginávamos impossíveis, ou, na melhor das hipóteses, improváveis e impraticáveis, podem agora suceder em rumo irreversível. E nada nem ninguém conseguem detê-los. Nessa jornada através da dor nacional e além dela, quão imensa foi a perda e quão amargas as lições!</p>
<p>Para o sobrevivente cristão, um demorado e silencioso exame das dramáticas fotos daquela bola de fogo alaranjada, produzida pela explosão de um jato projetado contra as janelas envidraçadas da parte posterior da segunda torre, levanta dez eloqüentes questões que dizem respeito: (1) ao amor divino; (2) ao ódio humano; (3) ao caráter de Deus; (4) à salvação do mundo; (5) ao estado da Igreja; (6) à vingança e retribuição; (7) ao perdão e esquecimento; (8) ao fim do mundo; (9) à segunda vinda de Cristo; e (10) à incapacidade humana de resolver seus problemas mais profundos e exasperantes. Dez constrangedoras questões que após todos esses meses ainda produzem perplexidade, mesmo para o inquiridor cristão.</p>
<p>Onde estava Deus?</p>
<p>Talvez a mais urgente de todas as questões ainda permaneça: Onde estava Deus em 11 de setembro? Na busca de uma resposta, considere as palavras de um antigo profeta aqui precedidas de um incidente ocorrido na velha China. Muito tempo atrás, um grupo de pobres colonos chineses chegou a uma ampla planície, estrategicamente situada entre os rochosos contrafortes de uma cadeia de montanhas e o litoral salgado do Mar da China, que parecia perfeitamente adequada ao cultivo de arrozais. Ficou decidido que os colonos construiriam sua vila sobre um promontório plano e rochoso, de onde poderiam contemplar não apenas as plantações abaixo, mas as azuladas águas do mar além.</p>
<p>O povoado foi erigido nessa elevação e o arroz plantado abaixo. Logo a vida lhes estava acenando com novas promessas e grandes esperanças.</p>
<p>Numa tarde de verão, quando a maioria dos lavradores havia descido do monte para os arrozais da planície, uma das mulheres que ficara no povoado desviou, por acaso, os olhos de seu trabalho caseiro e contemplou o mar à distância. Seus olhos vaguearam pela extensão líquida até o distante horizonte oceânico. De repente, com apreensão, ela reconheceu um ameaçador vagalhão, uma gigantesca onda que seus vizinhos japoneses chamavam de tsunami. Uma distante alteração tectônica no leito oceânico havia criado esse maciço ajuntamento de águas, formando uma imensa coluna líquida que avançava quase que silenciosamente rumo à praia.</p>
<p>Por um instante a mulher ficou paralisada, dando-se conta de que quase todos os moradores do povoado, alheios ao fenômeno, estavam se dedicando ao plantio do cereal ao longo da praia, sem imaginar que seu mundo e vidas estavam sob iminente ameaça de desastre e morte. A tsunami iria destruir todos quantos trabalhavam nos campos sob o sol meridiano, a menos que ela os pudesse advertir.</p>
<p>Aos gritos, a aflita senhora notificou o problema aos poucos aldeões que haviam permanecido na elevação. Em pânico começaram a berrar e acenar, procurando chamar a atenção de seus familiares, crianças e amigos lá embaixo. Mas era um esforço inútil; eles estavam muito distantes. Com a tsunami celeremente vindo de encontro à praia, não haveria tempo para descer pelo montanhoso e pedregoso caminho e alcançar o vale. Precisavam chamar a atenção deles imediatamente ou todos no vale estariam perdidos!</p>
<p>Logo ficou claro que tinham de provocar algo catastrófico para despertar as famílias ameaçadas lá no vale. A mulher e seus companheiros sabiam o que precisavam fazer. Seria um terrível custo. Porém, se os ameaçados trabalhadores da colônia devessem ser salvos, o preço tinha de ser pago.</p>
<p>Apanhando brasas de seus fogões, a mulher e seus vizinhos na aldeia apressaram- se a pôr fogo nas casinhas de sapé. Uma a uma as casas no promontório irromperam em chamas avermelhadas, lançando ao ar espessas colunas de fumaça negra. No vale, as pessoas tiveram a atenção chamada para o inesperado incêndio lá no alto. Iniciou-se então uma grande corrida para salvarem suas moradias em chamas.</p>
<p>Quando cansados e ofegantes chegaram ao alto, encontraram a mulher e seus vizinhos apontando freneticamente na direção do mar. Chocados, os colonos observaram a rugidora parede líquida destruir a lavoura na qual haviam estado trabalhando momentos antes.</p>
<p>Foi necessário algo desastroso para adverti-los de uma destruição muito maior que sobre eles pairava.</p>
<p>Agora, considere as palavras do velho profeta Isaías: “Também através dos Teus juízos, Senhor, Te esperamos; no Teu nome e na Tua memória está o desejo da nossa alma. Com minha alma suspiro de noite por Ti, e com o meu espírito dentro em mim, eu Te procuro diligentemente; porque, quando os Teus juízos reinam na terra, os moradores do mundo aprendem justiça.” (Isaías 26:8 e 9.)</p>
<p>“Quando os Teus juízos reinam na terra, os moradores do mundo aprendem justiça.” Isso pode ser entendido como significando que quando os juízos divinos estão na Terra, os habitantes do mundo têm sua atenção chamada para a segurança e a salvação. Porque há ocasiões desesperadoras em que se requer algo catastrófico para servir de advertência de uma impendente e maior destruição.</p>
<p>Uma advertência</p>
<p>“O que você quer dizer com tudo isso?”, talvez o leitor pergunte. Você acredita que aqueles seqüestradores estavam numa espécie de missão divina; que o Deus Todo-Poderoso os enviou para executar juízo contra os Estados Unidos? Absolutamente não!</p>
<p>Somente uma mente deturpada buscaria atribuir a causa dessa tragédia ao amorável Deus e Pai da humanidade. Jesus estava absolutamente certo quando asseverou: “Um inimigo fez isso.” (Mateus 13:28.) Não um inimigo de além-mar, porém um inimigo maligno e sinistro vindo desde as remotas eras do tempo. Um arcanjo decaído conhecido pelos nomes de Lúcifer, Satanás, a antiga serpente chamada o diabo. Após todos esses meses vamos dar crédito a quem ele é devido. Nas palavras do poderoso livro do Apocalipse: “Ai da terra e do mar, pois o diabo desceu até vós, cheio de grande cólera, sabendo que pouco tempo lhe resta.” (Apocalipse 12:12.)</p>
<p>Há muito que o diabo sabe que seu tempo é curto, que é um breve traço de loucura sobre a tela do radar da eternidade. E desde o início, no intocado e imperturbado Jardim do Éden, esse arcanjo maligno e corrompido está em guerra não somente contra o Céu, mas também contra a Terra. Você e eu, as cidades de Nova Iorque e Washington D.C., e o mundo inteiro, somos suas vítimas! Tanto os políticos quanto os militares e a imprensa estão certos: Estamos em guerra!</p>
<p>Uma guerra cósmica</p>
<p>Para o cristão, porém, fica claro que não se trata de uma guerra contra os árabes, o Islã, o Afeganistão, os estrangeiros ou mesmo os terroristas. Nós, habitantes da Terra, vemo-nos envolvidos numa guerra sangrenta, em meio ao fogo cruzado de um combate cósmico cujas espantosas dimensões são verdadeiramente universais: “Houve peleja no céu. Miguel e os seus anjos pelejaram contra o dragão. Também pelejaram o dragão e seus anjos; todavia, não prevaleceram; nem mais se achou no céu o lugar deles. E foi expulso o grande dragão, a antiga serpente, que se chama diabo e Satanás, o sedutor de todo o mundo, sim, foi atirado para a Terra e, com ele, os seus anjos.” (Apocalipse 12:7-9.).</p>
<p>Em 11 de setembro de 2001, o diabo e seus anjos novamente declararam guerra contra todos nós! Estamos numa guerra, num conflito cósmico pela aliança e lealdade de todos os moradores da Terra.</p>
<p>Então, onde estava Deus quando precisamos dEle em 11 de setembro? No mesmo lugar onde esteve naquela fatídica sexta-feira, envolto pelas trevas do Calvário, ao lado de Seu solitário e moribundo Filho. Ele estava envolvido por trevas sufocantes, assim como os milhares que pereceram em 11 de setembro. A diferença é que esses não morreram sozinhos. Pois a seu lado o mesmo Pai de coração partido no Calvário permanecia envolto pela poeira e explosões dos diabólicos ataques. O Calvário nos garante que Deus sempre está ao lado das vítimas.</p>
<p>Tão comprometido está Deus com nossa humana liberdade de escolha, que permite que as opções dos homens, nesse caso, a livre escolha de um pequeno bando de perversos, se desenvolva às vezes (como aconteceu) até o cumprimento de seus destrutivos e trágicos desígnios. Logicamente, Deus poderia fazer de todo ser humano um robô inexoravelmente programado para Lhe obedecer as ordens. Mas os autômatos não podem devotar-Lhe amor. E o coração do Amor Infinito tem sede de amor em retorno.</p>
<p>Assim, Ele nos deve conceder não só o direito de dizer-Lhe sim, mas também o de dizer-Lhe não.</p>
<p>Conseqüentemente, em 11 de setembro, uma gangue de terroristas disse não a Ele. Meses depois os Estados Unidos ainda sofrem e lamentam, assim como Deus o Pai lamentou ao lado da cruz de Seu moribundo Filho, a quem Ele próprio fez perecer para assegurar o direito de todo coração humano dizer sim a seu Salvador e não ao diabólico terrorista Lúcifer.</p>
<p>Não lancemos a culpa pela trágica terça-feira de setembro aos pés do Deus da Sexta-Feira Santa. Pois esses pés ainda hoje trazem as marcas dos cravos; os mesmos pés que caminharam para fora da sepultura ao terceiro dia, dando desse modo a Deus o direito de ter a última palavra. E Ele a terá! Pelos habitantes sofredores da Terra, Deus ainda terá a última palavra, mais cedo talvez do que imaginávamos antes de 11 de setembro. O retorno do Vitorioso do Calvário, a segunda vinda de Jesus Cristo, pode estar mais próximo agora do que jamais nos demos conta antes!</p>
<p>Retornemos por um momento mais às palavras de Isaías. A versão bíblica New Living Translation conclui Isaías 26:9 deste modo: “Pois somente quando os Teus juízos estão na Terra o povo se volverá da iniqüidade para fazer o que é certo”. Porque vêm tempos desesperantes quando se faz necessário algo catastrófico para chamar nossa atenção e advertir- nos da destruição maior que se avizinha, assim como aconteceu com os aldeões chineses naquele vale.</p>
<p>Poderia ocorrer conosco — e não estou pensando como norte-americano agora, mas a respeito de você e de mim — que também nos divertimos e estudamos e trabalhamos inteiramente alheios ao desastre iminente que está para sobrevir à Terra? Será que no distante horizonte há um impendente cataclismo se aproximando, o qual haverá de destruir toda a Terra; uma catástrofe que se avizinha e que hoje só pode ser vista por Alguém que, de Suas divinas alturas, observa e conhece todas as coisas? Poderia ocorrer então que, acima do ruído e estrondo dessa terrível calamidade, já ouvimos a voz dAquele que clama e pleiteia desesperadamente conosco, buscando chamar nossa atenção e despertar-nos de nosso estupor e alheamento, procurando advertir-nos que o fim se aproxima? Alguém que essencialmente teve de queimar Sua própria casa a fim de atrair-nos a atenção?</p>
<p>Seria o caso de que Aquele que não deseja que ninguém pereça (ver II Pedro 3:9), também não esteja disposto a deixar essa loucura prosseguir até que todos hajam perecido? Poderia dar-se que as casas que queimam ao lado da montanha global não sejam senão um desesperado clamor dAquele que nos está advertindo apaixonadamente, para fugirmos da destruição vindoura?</p>
<p>O chamado de Deus</p>
<p>Deus nos está chamando. Por todo o tempo a metáfora operativa tem sido de que nós clamamos a Ele em desespero. Todavia, será que desta vez, em desespero, Ele nos está a chamar? Porque talvez — poderia ser? — a despercebida onda catastrófica esteja mais perto agora do que jamais imaginamos antes!</p>
<p>“Com minha alma suspiro de noite por Ti, e com o meu espírito dentro em mim, eu Te procuro diligentemente; porque quando os Teus juízos reinam na Terra, os moradores do mundo aprendem a justiça.” (Isaías 26:9.).</p>
<p>Não admira que Deus clame com as mesmas palavras que usa mais adiante no livro do mesmo profeta: “Olhai para Mim, e sede salvos, vós, todos os termos da Terra; porque Eu Sou Deus, e não há outro.” (Isaías 45:22.) Acima da cacofonia de sua frenética vida e atividades acadêmicas, está você também ouvindo o clamor que Deus lhe dirige? “Olhai para Mim, e sede salvos!” Está?</p>
<p>Um de nossos estudantes da Universidade Andrews, onde atuo como pastor, está em Jerusalém num programa de estudos com um ano de duração. No dia seguinte à tragédia de 11 de setembro, ele passou um e-mail a seus pais, na minha paróquia, os quais o partilharam posteriormente comigo. Em seu email, Isaac Oliver descrevia o sombrio clima em Jerusalém: “Hoje na classe cantamos ‘Que venha a paz sobre nós’.</p>
<p>O professor disse que quando problemas como esses ocorrem por aqui, eles dizem: ‘Que venha o Messias’ — porque quando Ele vier haverá paz.” O professor está certo. Mas Isaac conclui seu e-mail lembrando de uma turnê pelo Pentágono que ele, sua mãe e alguns amigos fizeram no verão passado, antes do ataque de 11 de setembro. Ele lembrou como sua mãe estava preocupada com a segurança daquele imenso complexo militar, mesmo sendo o Pentágono. Quando ela perguntou ao guia quão seguro o Pentágono realmente era, o oficial virou-se e com um sorriso disse: “Minha senhora, saiba que está no lugar mais seguro do mundo!” Enfim, àquelas alturas, quem poderia saber?</p>
<p>O buraco aberto em 11 de setembro num dos lados do Pentágono é uma sombria lembrança de que, de fato, o lugar mais seguro do mundo não é, em absoluto, um local. É uma Pessoa. “Olhai para Mim, e sede salvos, todos os termos da Terra!” Aquele que proferiu essas palavras em breve estará voltando. O que significa que se jamais houve um tempo certo para olhar para Ele&#8230; certamente esse tempo é agora. Não concorda?</p>
<p>E então, você o fará?</p>
<p>Dwight K. Nelson (D.Min. pela Andrews University) é o pastor titular da Igreja Pioneer Memorial, no campus da Andrews University, Berrien Springs, Michigan, EUA.</p>
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		<title>Como vivem os mortos</title>
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		<pubDate>Mon, 29 Jun 2009 14:05:39 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Esperança</dc:creator>
				<category><![CDATA[Destaques]]></category>
		<category><![CDATA[alma]]></category>
		<category><![CDATA[espírito]]></category>
		<category><![CDATA[morte]]></category>

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		<description><![CDATA[No rádio, tocava “Oceano”, de Djavan. Maurício viajava de São Paulo a Santos, e acabava de entrar no primeiro túnel da Rodovia dos Imigrantes. Foi quando sentiu um calafrio e [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p><img class="size-medium wp-image-189 alignleft" title="p1" src="http://www.esperanca.com.br/wp-content/uploads/2009/06/p1-300x206.jpg" alt="p1" width="300" height="206" />No rádio, tocava “Oceano”, de Djavan. Maurício viajava de São Paulo a Santos, e acabava de entrar no primeiro túnel da Rodovia dos Imigrantes. Foi quando sentiu um calafrio e ouviu:</p>
<p>- Ai! Gosto tanto desta música!</p>
<p>- Tia, o que a senhora está fazendo aqui? &#8211; disse Maurício, reconhecendo a voz.</p>
<p>- Ué?! Estou indo para a praia! &#8211; respondeu a tia, com naturalidade.</p>
<p>- Mas a senhora não pode! Está morta faz uma semana!<a href="http://www.esperanca.com.br/wp-admin/#_ftn1">[1]</a></p>
<p><strong> Tente acertar. De onde este texto foi extraído?</strong></p>
<p>a)      (   ) De um livro de auto-ajuda;</p>
<p>b)      (   ) De um livro de Chico Xavier;</p>
<p>c)      (   ) De uma revista que trata de assuntos científicos;</p>
<p>d)      (   ) Da “Revista dos Espíritos”.</p>
<p> </p>
<p>Se você assinalou a alternativa “c”, acertou!</p>
<p>O assunto da vida após a morte não é novidade, certo? Hoje em dia, ele é tão explorado que virou tema de novelas, filmes, jornais, conversas em bares e, por que não dizer, revistas com conteúdo “científico”? Existe um verdadeiro mutirão para tentar provar que existe algo dentro do ser humano que continua vivo quando ele morre. Aliás, isso é aceito por quase todas as pessoas, pois a maior parte das religiões, de uma maneira ou de outra, crê na existência da vida além do túmulo.</p>
<p style="text-align: center;"><strong> <em>O Que é Morrer?</em></strong></p>
<p>  Segundo o dicionário <em>Aurélio</em>, “morrer” é “perder a vida; perecer”; e “perecer” é “deixar de existir; ter fim”. Curiosamente, para o <em>Aurélio</em>, morte é o fim da vida, é o desintegrar do corpo, o contrário da criação e da formação da vida. O interessante é que o primeiro passo nos leva ao segundo, ou seja, se a morte é o contrário da formação da vida, o certo é buscarmos na Bíblia o relato de como o homem foi formado. O que as Escrituras dizem sobre o assunto?</p>
<p>Está escrito que <strong><em>“formou o Senhor Deus o homem do PÓ DA TERRA, e soprou em suas narinas o FÔLEGO DE VIDA e o homem passou a ser ALMA VIVENTE.” </em></strong>Gênesis 2:7 – RA (Grifo acrescentado).<strong><em> </em></strong>Este termo “fôlego de vida” vem do original hebraico <em>“nephesh”</em>, que no grego é <em>“pneuma”</em> e significa o “sopro”, a “respiração”. Tais palavras são também, muitas vezes, traduzidas como “espírito”, tendo como principal significado “vento”. Em nenhuma dessas línguas originais o termo se refere a algo imaterial que continua vivo fora do corpo, ou que tem vida em si mesmo.</p>
<p>Deus formou o homem do PÓ DA TERRA (fez o corpo) e SOPROU em suas narinas o FÔLEGO DE VIDA (deu a respiração), e o homem passou a ser ALMA VIVENTE.</p>
<p> </p>
<table style="text-align: center;" border="1" cellspacing="0" cellpadding="0" width="589">
<tbody>
<tr>
<td colspan="11" width="589">
<p align="center"><strong>Compare as duas colunas abaixo:</strong></p>
</td>
</tr>
<tr>
<td width="42">1+2</td>
<td width="29">=</td>
<td width="28">3</td>
<td width="27">?</td>
<td width="51"><strong>SIM</strong></td>
<td width="52" valign="top"> </td>
<td width="138">CORPO + ESPÍRITO</td>
<td width="28">=</td>
<td width="117">ALMA VIVENTE</td>
<td width="27">?</td>
<td width="50"><strong>SIM</strong></td>
</tr>
<tr>
<td width="42">2</td>
<td width="29">=</td>
<td width="28">3</td>
<td width="27">?</td>
<td width="51"><strong>NÃO</strong></td>
<td width="52" valign="top"> </td>
<td width="138">ESPÍRITO</td>
<td width="28">=</td>
<td width="117">ALMA VIVENTE</td>
<td width="27">?</td>
<td width="50"><strong>NÃO</strong></td>
</tr>
<tr>
<td width="42">1</td>
<td width="29">=</td>
<td width="28">3</td>
<td width="27">?</td>
<td width="51"><strong>NÃO</strong></td>
<td width="52" valign="top"> </td>
<td width="138">CORPO</td>
<td width="28">=</td>
<td width="117">ALMA VIVENTE</td>
<td width="27">?</td>
<td width="50"><strong>NÃO</strong></td>
</tr>
</tbody>
</table>
<p> </p>
<p><img class="alignleft" title="p4" src="http://www.esperanca.com.br/wp-content/uploads/2009/06/p4.jpg" alt="p4" width="200" height="175" />A Bíblia diz que o homem passou a SER uma alma e não que passou a TER uma alma. Se você tem um corpo e respira, você não TEM uma alma &#8211; você É uma alma! Para que exista vida, para que você seja um ser vivente, você precisa de Deus, porque o fôlego que existe em você provém dEle.</p>
<p>E aí? Surpreendente? Mas não é só isso!</p>
<p> </p>
<p align="center"><em><strong> </strong></em></p>
<p align="center"><em><strong>O Que é “Espírito”?</strong></em></p>
<p align="center"><img class="alignright size-full wp-image-191" title="p2" src="http://www.esperanca.com.br/wp-content/uploads/2009/06/p2.jpg" alt="p2" width="200" height="325" />O QUE ACONTECE COM O ESPÍRITO NO MOMENTO EM QUE A PESSOA MORRE? “<strong><em>O pó volte à terra, de onde veio, e o espírito volte a Deus, que o deu.”</em> </strong>Eclesiastes 12:7.</p>
<p>Então, você poderia pensar: “Agora sim, as coisas se encaixam! O tal ‘espírito’ que volta para Deus é a entidade que tem vida após a morte!” Neste ponto, você deve lembrar de três aspectos:</p>
<p>a) “Espírito (<em>nephesh</em> ou <em>pneuma</em>)” é o “fôlego de vida”;</p>
<p>b) O que Deus deu foi o “fôlego de vida” (Gênesis 2:7);</p>
<p>c) Os mortos estão inconscientes: <strong><em>“Os vivos sabem que hão de morrer, mas os mortos não sabem coisa nenhuma&#8230; porque a sua memória jaz no esquecimento. Amor, ódio e inveja para eles já pereceram; para sempre não têm eles parte em coisa alguma do que se faz debaixo do sol.”</em></strong> Eclesiastes 9:5 e 6 &#8211; RA.</p>
<p>Portanto, “espírito” é o mesmo que “fôlego de vida”; e não algo consciente que sobrevive fora do corpo. Deste modo, Eclesiastes 12:7 pode ser traduzido assim: “o pó volte à terra, de onde veio, e o FÔLEGO DE VIDA volte a Deus, que o deu”.<strong><em> </em></strong></p>
<p align="center"><em><strong>E o Que Acontece Com a Alma?</strong></em></p>
<p align="center">Compare Gênesis 2:16 e 17 com Ezequiel 18:4 &#8211; RA.</p>
<p> </p>
<table style="text-align: center;" border="0" cellspacing="0" cellpadding="0">
<tbody>
<tr>
<td width="259" valign="top">
<p style="text-align: center;"><strong><em>“no dia em que dela comeres, certamente morrerás.”</em></strong></p>
</td>
<td width="120" valign="top"><strong><em> </em></strong></td>
<td width="235" valign="top">
<p style="text-align: center;"><strong><em>“a alma que pecar, essa morrerá.”</em></strong></p>
</td>
</tr>
</tbody>
</table>
<p> </p>
<p>Em Gênesis, Deus diz para Adão e Eva que se eles pecassem, morreriam. Como o salário do pecado para uma pessoa é a morte (Romanos 6:23), em Ezequiel, Ele reafirma que a alma que peca, morre. Para desilusão de muitos, a Bíblia afirma que a alma é mortal. No mesmo instante em que a pessoa morre, foi a alma quem morreu. Por quê? Porque alma é a junção: CORPO + RESPIRAÇÃO, ou seja, A PRÓPRIA PESSOA. Sendo assim, todos nós somos almas viventes!</p>
<p>Pense comigo: Se nós realmente tivéssemos uma alma imortal ou um espírito imortal, na verdade, seríamos imortais, não é mesmo? Mas a Bíblia fala que “<strong><em>o único que é imortal” </em></strong>é<strong><em> </em></strong>Deus (1Timóteo 6:16). Pelo fato de que só Deus tem a imortalidade, dependemos dEle em tudo, <strong><em>“pois NELE vivemos, nos movemos e existimos”</em></strong><em>.</em> Atos 17:28 (Grifo acrescentado). Este texto é muito sério e importante, pois deixa claro que só haverá vida eterna para quem estiver em Cristo. Mas, se dependemos de Cristo para voltarmos a ter a vida eterna, por que a maioria das pessoas pensa que já possui alma ou espírito imortais?</p>
<p align="center"><strong><em>Em Quem Acreditar</em><em>? Em Deus ou na Serpente?</em></strong></p>
<p> Logicamente, Satanás quer nos fazer perder a eternidade. Foi por isso que, depois que Deus disse que a humanidade se tornaria mortal ao pecar, a serpente afirmou: “<strong><em>Certamente não morrerão!” </em></strong>Gênesis 3:4.<strong><em> </em></strong>E quem tinha a razão? Paulo responde: <strong><em>“Portanto, da mesma forma como o pecado entrou no mundo por um homem, e pelo pecado a morte, assim também a morte veio a todos os homens, porque todos pecaram.” </em></strong>Romanos 5:12. Apesar da verdade divina revelada, o Diabo usa todos os seus meios para enganar quantos ele puder (Mateus 24:24; 2Coríntios 11:3). A primeira mentira, e o atual engano de Satanás é tentar fazer com que acreditemos que somos imortais, porque quem acreditar que é imortal, não sentirá a necessidade de receber a vida eterna do Salvador. Logo, sem Jesus, ninguém se salvaria.</p>
<p>Mas <strong><em>“quem tem o Filho, tem a vida; quem não tem o Filho de Deus, não tem a vida.” </em></strong>1João 5:12.<strong><em> </em></strong>Você quer ser imortal? Gostaria que seus queridos também fossem imortais? Existe UMA saída: <strong><em>“Deus tanto amou o mundo que deu o seu Filho Unigênito, para que todo o que nele crer não pereça, mas tenha a vida eterna.”</em></strong><em> </em>João 3:16. Vida eterna é só pra quem crer em Jesus e O aceitar como Senhor de sua vida (Atos 4:12; Mateus 7:21-27). E se você não conseguir acreditar, faça como o homem desesperado que procurou a Jesus, pedindo: <strong><em>“ajuda-me a vencer a minha incredulidade!</em></strong>” Marcos 9:24.</p>
<p> <br />
<hr size="1" />
<p><a href="http://www.esperanca.com.br/wp-admin/#_ftnref1">[1]</a> <em>Revista Super Interessante</em>, Ed. Abril, 03/07, pág. 53.</p>
<p> </p>
<p><a href="http://www.esperanca.com.br/?p=87">Clique aqui para assistir aos vídeos desta série.</a><br />
Se você tem dúvidas sobre este assunto, envie um e-mail para <a target="_blank" href="mailto:escolabiblia@novotempo.org.br">escolabiblia@novotempo.org.br</a><br />
Se deseja conhecer mais sobre outros ensinos da Bíblia acesse a <a href="http://www.esperanca.com.br/?page_id=104">seção de cursos bíblicos</a></p>
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